Flechas, Floresta e Elfa.

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Flechas, Floresta e Elfa.

Mensagem por ADM.Noskire em 4/1/2015, 19:16

Flechas, Floresta e Elfa.

Aventura de Dawel.

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— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!


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Re: Flechas, Floresta e Elfa.

Mensagem por Pan em 5/1/2015, 19:05

Adventure Begin's


Aquela manhã, havia acordado mais cedo que o de costume. Talvez a ansiedade tivesse-me feito acordar cedo, igualmente havia-me feito ficar horas acordada desde que levantara-me da cama antes do raiar do sol. Lembrava-me que havia acordado depois de uma espécie de sonho, a qual me via saindo de Ellesméra, indo para as demais cidades élficas dentro de Du Weldenvarden, várias jornadas em um único e curto sonho, que passada como um flash back em minha mente sonolenta. No momento seguinte, havia despertado.

Estava, desde então, sentada em um galho na árvore onde era minha casa, pouco acima da porta, apenas encostada no imenso tronco frio. Minha visão focada na longínqua floresta e meus pensamentos tão longe quanto podiam. Estavam em um futuro que eu almejava, em uma aventura que eu planejava, em uma jornada que eu realmente queria. Meu pensamentos voavam como os pássaros livres que viviam naquela imensa mancha verde que eu chamava de lar, estavam livres como o rio que corre de uma nascente, estavam livres como eu queria ser livre.

Piscava algumas vezes de repente, como se acordasse. Voltava a realidade como se estivesse num sonho impossível, mas que eu tornaria possível. Deuses, eu viajei agora. Acho que eu deveria ter voltado a dormir. Joguei aquele típico pensamento preguiçoso para o lado e me levantei do galho, levantando meu braços para o alto e espreguiçando meu corpo. Já havia planejado tudo o que queria e deveria fazer aquele dia, aquele dia era especial e precisava ser seguido com grande cautela se não, eu me ferraria muito.

Okay, não vai adiantar de nada ficar aqui sentada o dia inteiro! Preciso fazer algo útil se não irei apodrecer aqui durante toda a minha longa vida!

Falado aquilo, iria pular do galho indo para a frente da porta de minha casa, onde abriria e gritaria para ver se havia alguém ainda lá. Se minha mãe respondesse, seria direta.

Mãe, preciso que a senhora separe algumas coisas para mim comer, estou partindo hoje! Não quero passar fome durante a jornada, algo que dure uns três ou quatro dias. Papai está em casa? — Se a resposta fosse negativa, perguntaria onde ele estava; se fosse afirmativa, iria para o cômodo em que esperava que ele estivesse - o pequeno armazém da casa.

Se não o achasse no armazém, procuraria-o pelo resto da casa, se não o achasse em casa, procuraria-o mais tarde na cidade. Se o encontrasse no armazém, seria novamente direta com ele, perguntando:

Pai, eu tô saindo numa jornada. Dá para você me emprestar um arco e algumas flechas? — Se a resposta fosse negativa, continuaria insistindo. — Qual é, pai! Por favor, vai. O senhor não quer que eu morra atacada por algum animal na floresta ou por bandidos, quer? — Se mesmo assim a resposta fosse negativa, voltaria para minha mãe para ver se ela havia preparado algo para mim.

Se ela não tivesse preparado nada, iria para a cozinha atrás de algumas frutas e verduras, e juntaria-as em um pedaço de pano mediano, como em uma trouxa, e sairia de casa.

Do lado de fora, sabia que precisaria de armamento se realmente quisesse sair dali para sobreviver na floresta. Logo, a primeira coisa que eu tinha que fazer era sair em busca de um ferreiro ou uma loja de armas, ou qualquer coisa assim. Iria para a estrada andando, com a pequena trouxa (sendo ela a que eu preparei ou a que minha mãe preparou) presa no pequeno cinto que tinha na cintura e sairia andando. O capuz da capa baixo para mim não parecer suspeita ou qualquer coisa assim, olharia atentamente pelas residência para ver se identificava um elfo ferreiro ou uma placa de Vende-se Armas Élficas ou Loja de Armas ou Armas Aqui.

Se assim o encontrasse, iria até a pessoa do balcão ou que estivesse mexendo com as armas (se fosse um ferreiro), falando:

Com licença. Estou saindo numa jornada e preciso me armar. Então, você poderia me mostrar seus arcos e as flechas, e os preços? Algo que não seja muito caro, por favor. — perguntaria. Caso fosse um ferreiro, indagaria primeiro se ele vende as armas para, então, perguntar os preços.

Se a pessoa se mostrasse não ser a responsável, perguntaria quem era e faria as mesmas questões para ele.



OFF:
Sim, eu estou pedindo para os meus pais para me darem as coisas que eu preciso.
Folgada? Que nada. q
O post ficou, literalmente, apenas comigo tentando um arco e algumas flechas, porque é meu objetivo principal agora.

Então, é isso. Até o próximo post.

Objetivos:
• Conseguir um arco e uma aljava de flechas
• Conseguir money (♥️)
• Sair de Ellesméra
• Conseguir pontos em Arcos, Furtividade e Doma
• Ter uma aventura seqsse e emocionante com muitas páginas ♥️

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Re: Flechas, Floresta e Elfa.

Mensagem por Matsu em 7/1/2015, 18:14

off:
Você escreve coisas loucas

1

Um pequeno pardal sobrevoava um oceano de folhas verdes. Aproveitava os primeiros raios de sol da manhã. Este mergulhou em direção a este oceano e passou por folhas e galhos com agilidade exímia, digna de um especialista. Este pousou suavemente ao lado de uma elfa que estava sentada na porta de sua casa. O passarinho olhava-a sem entender o que significava o olhar daquela garota. O pequeno e frágil pardal limpou seu bico no chão de madeira duas vezes, satisfeito, alçou voo em direção a um novo galho. Quando o pássaro voou, a elfa foi tirada do sonho que estava tendo acordada. Piscou duas vezes seguidas, repreendendo seus devaneios, pensando que poderia estar dormindo.
A elfa então pulou para frente da sua casa, caindo sem muita dificuldade, pois não era grande a altura. Estava decidida em mudar o curso de sua vida. Abrindo a porta sem bater antes, gritou por sua mãe. Contudo, sua mãe não respondeu no mesmo tom de voz. Uma fraca luz irrompe no cômodo iluminando o redor de uma mulher de longos e belos cabelos, cuja face parece ter sido esculpido por deuses, com lábios perfeitamente delineados, cílios que destacavam um olhar cheio de paz. A mulher ouviu olhando sua filha com tranquilidade.
Quando Dawel terminou de falar, sua mãe demonstrou um sorriso que lembra o de uma mãe que vê o filho crescer, mais ainda o considera como criança. Ela então responde: Ah! minha filha. Quando deixará de lado este espírito tão rebelde... - Sua voz era baixa e suave, mas completamente audível. Quem a ouvisse sentia que aquela voz ecoava dentro de sua cabeça, fazendo-o prestar atenção somente na voz. - Criei-a com tanta delicadeza, espera que fosse, viver uma vida que desse menos preocupação para mim. Não se preocupe, guardarei Lembas para que você possa sair. Seu pai saiu e voltará em alguns dias. Creio que não queira esperar. Diga-me do que precisa? - A elfa ouvia enquanto saía de um cômodo para outro, onde começava a depositar lembas no centro de um pano aberto, o qual ela fecharia formando uma trouxa de pano.
Enquanto arrumava os mantimento para a filha, ela a ouvia pacientemente. Depois de ouvir, respondeu: Sinto muito minha filha, mas seu pai levou o arco e a espada, não posso lhe ajudar quanto a isso. - No fundo, ela não queria que Dawel partisse, por isso demorou mais do que precisava para dar o último nó na trouxa de pano. - Aqui está. Tenha uma boa aventura minha filha. - A elfa daria um longo abraço na filha e sairia sem olhá-la, indo para fora do cômodo.

2

Dawel saiu de casa em busca de um ferreiro e uma loja de armas. Saltou por galhos, desceu por degraus feitos nas árvores. No caminho, ouvia uma música, que parecia ser cantada por vários elfos em cantos diferentes. A música não tinha letras, apenas sons. Em um momento, se ela olhasse para cima, vera uma elfa sentada sobre um galho, onde ela, com a boca semi-aberta, emitia uma nota por um curto período de tempo para depois repetir a mesma nota. Esta nota, junto com todos os outros sons, formavam uma música magnífica. Os pássaros rodeavam a elfa que cantava e pousava sobre suas pernas para ouvi-la cantar. Um esquilo parou na frente de Dawel e a olhou curioso, mas depois seguiu seu caminho escalando uma árvore e entrando numa abertura.
Uma pequena elfa de cabelos ruivos, com cachos largos, e olhos castanhos com manchas verdes, caminhava saltitando em direção a . Ela usava um vestido branco com rendas feitas a mão. Em sua mão ela carregava um coelho branco com um sinala preto no rosto. A elfa sorriu para Dawel e seguiu seu caminho.

3

Dawel chegou a uma fonte no chão da floresta, onde havia uma forja e um elfo muito habilidoso manuseando uma espada incandescente e levando-a para a bigorna para batê-la com um martelo, depois colocou-a dentro da fonte que estava com água, fazendo uma fumaça subir. Depois o elfo lançou novamente a lâmina no fogo. Dawel se aproximou fazendo-o olhar para ela. Ele de um pequeno sorriso, curvando-se discretamente cumprimentando-a.
O ferreiro a ouviu e respondeu-a tranquilamente: O arco mais barato é o de Arco de Caça Comum, custa mil e quinhentos ouros... quanto as flechas, duzentos e cinquenta ouros cada flecha.
Ao terminar de falar, virou-se rapidamente para pegar a espada que estava no fogo. Colocou-a sobre a bigorna e tornou a bater na espada. Cada martelada na lâmina incandescente fazia subir pequenas estilhas de metal quente para o alto. Depois de algumas batidas, ele colocou o material, enquanto ainda quente, na água, fazendo o vapor subir mais uma vez. Da água para o fogo novamente, depois disso, o elfo voltou a dar atenção à menina.
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Re: Flechas, Floresta e Elfa.

Mensagem por Pan em 17/1/2015, 11:45

The Path to Freedom


Após ter saído de casa apenas com minhas vestes e as lembas que minha mãe me dera, observava melhor a cidade onde eu vivia. Era, com certeza, um lugar adorável de se viver e eu sentiria saudades dali. É como a princesa Arya, saindo por aí, me aventurando nas cidades humanas e, quem sabe, até mesmo nas cidades anãs. Será tão emocionante! — começava a pensa comigo mesma, enquanto sentia a música cantada pelos outros elfos em vários lugares da cidade e via alguns passeando calmamente pelas ruas. Às vezes me sinto uma estrangeira aqui. É tudo tão calmo... Definitivamente não combina comigo. É como minha mãe diz, eu tenho uma personalidade muito "rebelde".

Depois de tanto andar encontrei um ferreiro trabalhando perto de uma fonte que nascia no chão. Suas mãos conduzindo o a espada da bigorna para a água, da água para o fogo e do fogo voltava para a bigorna, onde ele martelava. Incrível. — pensava observando. Quando ele percebeu minha presença, falei o que necessitava e ele não demorou a me responder, dando o preço do que eu pedi. Pegaria a pequena bolsa de moedas que carregava no cinto, checando seu conteúdo. Eu só tenho dinheiro para o arco... O que eu farei? Se eu comprar o arco, não sobrará para as flechas, mas se eu comprar apenas as flechas, eu poderia tentar improvisar um arco, mas... — insinuei em minha mente o que poderia fazer, mas nem uma daquelas ideias me parecia boa.

Levaria meu olhar para o leste, a direção do começo, depois olhava para oeste, a direção do fim. Deuses, por que eu tive que gastar meu dinheiro? Minhas economias estão baixas! Mas não há escolha... Ainda dá para improvisar flechas de algumas formas... Suspirando, voltava a olhar para o ferreiro, que parecia esperar uma resposta.

Eu vou querer o arco de caça, por favor — diria com um pequeno sorriso no rosto.

Depois de pedir, entregaria o dinheiro à ele quando estivesse com o arco em mãos. Tornaria a olhar para o Oeste, que era o local onde eu costumava caçar com meu pai. Onde será que ele se meteu desta vez? — indagava para mim mesma. Balançaria minha cabeça de leve e falando um baixo "Obrigada" para o ferreiro, iria andar naquela direção. Subiria na árvore mais próxima à oeste e ficaria sentada num dos galhos, apenas observando e relembrando minha infância.

O que os deuses reservaram para mim? — Aquele pensamento não saía de minha cabeça. Eu realmente estava curiosa em saber o que os deuses haviam preparado para mim. E eu descobriria.



OFF:
Tá pequeno o suficiente agora?

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Re: Flechas, Floresta e Elfa.

Mensagem por Matsu em 24/1/2015, 15:32

Off:
Escreve o quanto quiser, desde que faça sentido.

4
O elfo sorriu ao ver que vendeu um item, não prestando atenção que a menina se distanciava da forja. Pôde vê-la subir numa árvore e ficar sobre um galho próximo ao chão. Pegando a espada que ele estava trabalhando com afinco na forja e uma aljava com com algumas flechas, correu para a árvore que a menina estava.
- Olá! Elfa, espere! Eu tenho muito trabalho por aqui, por isso não posso sair da forja. Você poderia me ajudar... eu tenho uma proposta: Leve esta espada para nossa líder. Diga que foi enviada por mim, se fizer isso poderá ser recompensada...
O mestre em metalurgia estendeu os dois braços com as palmas de suas mão viradas para cima. Sobre suas mão se encontra uma espada embainhada, cujo guarda-mão ostentava uma pedra vermelha-escarlate e o punho era rodeado de fios de ouro e fios de lã tingidos com pó de rubi vermelho.
Se a menina aceitasse, completaria: Porém, tenho algo a dizer: Não remova a bainha da espada. Apenas pegue sua recompensa e entregue ela ao dono.
*

O que a Elfa não sabe é do que aquela espada é feita. Aquela pedra misteriosa no guarda-mão da espada e que emitia uma luz vermelha caso colocado no escuro, foi feita com o coração de uma criatura das trevas e tinha o poderes desconhecidos pela menina. Poderes que o próprio criador da arma não seria capaz de imaginar sua extensão.
Quando Dawel olhasse para a espada, sentiria no âmago de seu ser uma vontade de alcançar poder que chegava a ser transcendental. Com esta arma nas mãos, ela poderia ver em seu futuro como rainha dos elfos, escravizando anões e humanos nas minas e nas cidades. Veria seu futuro rodeado de ordem e de progresso de todos os seres.
**

- Você vai aceitar? Lhe pagarei adiantado com algumas flechas. Depois de falar, o homem com os olhos brilhando move as mãos um pouco para frente, querendo entregá-la para a garota. Se a menina olhasse, poderia ver uma alça de couro passando na frente  de seu torso, fazendo uma aljava de flechas ficar presa às suas costas. Por cima do ombro do elfo, haveriam finas varas de madeira com a Fletching feita de penas azul e preta em espiral - Assim, quando atirarem a flecha, era irá em direção ao alvo girando, o que facilitará a perfuração do alvo. Se Dawel aceitasse o serviço, o ferreiro daria a ela a aljava e a espada enrolada em um pedaço de couro para que ninguém soubesse o que ela estaria carregando.
De súbito, a iluminação da floresta diminuiria. Um pássaro pousaria no ombro do ferreiro e encostaria o bico nos ouvidos do elfo. Poucos segundos depois o pássaro sairia voando e o elfo, com uma nova expressão, uma expressão enigmática, sairia despedindo-se rapidamente e voltando para a forja: Até logo, pequena aventureira.
5

Em algum lugar da floresta, onde a luz não conseguia alcançar o solo, uma luz fraca sai de uma pequena fogueira. Porém, esta fogueira é diferente de todas as outras. Sua chama era negra com um destaque azul no centro, de onde a luz fraca vem. Em volta da fogueira o corpo de um cervo está estirado no chão, próximo à chama negra, e seu sangue escorrendo para a base da fogueira. O animal estava no chão, porém, sua cabeça parecia flutuar. A cabeça está sobre um manto escuro e quase imperceptível.
Duas mãos pálidas surgiram e seguraram a cabeça do cervo. Uma voz fraca sussurra no escuro. As palavras sussurradas não faziam qualquer sentido, pareciam ser em outra língua, ou são apenas sons sem algum significado expressivo. Os olhos do cervo se abriram com um novo brilho, diferente do brilho dos olhos de qualquer outro animal. O cervo acordou.
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Re: Flechas, Floresta e Elfa.

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