Zhou Kun

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Zhou Kun

Mensagem por ADM.Noskire em 15/1/2015, 15:24

— Pessoal —

Nome: Zhou Kun
Idade: 46
Altura: 1,72 m
Peso: 89 kg
Mão predominante: Destro
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Classe: Mago
Localização: Carvahall

Level: 1
Exp.: 007/100
Moedas: 1500

— Atributos Primários —

Constituição: 3
Força: 3 + 1(Raça)
Destreza: 3 + 1(Raça)
Agilidade: 2
Inteligência: 4 + 1(Raça) + 2(Classe)
Força de Vontade: 3 + 1(Raça) + 2(Classe)
Carisma: 3
Percepção: 4

— Atributos Secundários —

HP: 50 + 10%(amuleto)
Energia: 95
Dano: 5 + 10%
Acerto: 6
Esquiva: 4
Bloqueio: 6
Persuasão: 6
Auto-Controle: 10

— Perícias —

Artíficie — 40
Ciências Proibidas ou Alternativas(Alquimia) — 15
Caminhos Mágicos(Corpo) — 15
Caminhos Mágicos(Ar) — 0 + 10(Classe)
Ciências(Herbalismo) —10
Pesquisa e Investigação — 10
Sobrevivência(Floresta) — 10

— Aprimoramento —

Positivos:Contatos e Aliados(Chefe da caça de Carvahall) — 1 ponto
Noção Exata do Tempo — 1 ponto
Sentido Aguçados(audição) — 2 pontos
Amuleto mágico — 2 pontos
Adaptador — 2 pontos


Negativos: Doença Física("O alvo negro") — 1 ponto
Curioso — 1 ponto
Pesado — 1 ponto
Fraqueza — 1 ponto

— Equipamentos —

— Inventário —

— Técnicas —
4 caminhos - veloz como o vento:
b]Nome:[/b] 4 caminhos - veloz como o vento
Nível: 1
Descrição: (Tipo buff)
"O vento inicia a jornada"

Zhou assume a postura "4 caminhos - veloz como o vento": Corpo posicionado de lado,base defensiva, o braço da frente levemente arqueado, altura do ombro, cotovelo  voltado para baixo, palma da mão para frente. Braço de trás com punho fechado, junto ao corpo, altura do peito. Pernas flexionadas e abdômen contraído.

Através da manipulação da magia tipo vento e de seu auto-controle, aumenta sua esquiva, embora diminua um pouco do seu dano. É possível concentrar durante um tempo maior, o que fortalece o efeito da habilidade.

Postura "4 caminhos - veloz como o vento:


Restrição:
Leva 1 post carregando, 2 posts de duração, 3 posts de cooldown.
Se concentrar: 2 posts carregando, 2 posts de duração, 3 posts de cooldown.
Bônus:
+ 15%  em esquiva, - 5% em Dano.
Se concentrar: + 20%  em esquiva, - 10% em Dano.
Custo: 23 ou 28 (Concentrando)

Palavra Ancestral - Anguis:
Nome: Palavra Ancestral - Anguis
Nível: 1
Descrição: Rajadas de ar circundam os braços do usuário, como uma serpente, depois partem em paralelo ambas as lufadas concentradas que, dependendo da área que atingem, geram determinado efeito.

Caso 1(olhos): Cegueira leve(reduz 20% acerto); Caso 2 (dorso): Dano de impacto;

Duração de 3 Posts, sendo o primeiro e o segundo com total eficácia, e o terceiro 50% eficiente. Duração "temporal" máxima de 20 minutos(efeito de narrativa).

Em compensação, os braços do usuário sofrem uma leve fadiga.

Restrição: Leva 1 post para conjurar. Cooldown de 2 posts. -10% bloqueio por 2 posts.
Dano: Acerto + Caminho mágico vento / 2
Penalidade: -20% de acerto
Custo: 28

— Extras —

Renome: 0
Alinhamento: 0
Photoplayer:
Spoiler:


Aparência:
Zhou Kun é um homem que atingiu seus 46 anos de idade com a máxima dignidade que pode. Nesses anos ele conseguiu, dentro de seus 1,72 metros de boa postura, um corpo robusto(mais rotundo do que robusto), pernas e braços  fortes o bastante para nunca o decepcionar e...uma calva que lhe acentua a fronte. Compensa esta baixa capilar cultivando um bigode singelo, porém firme, e uma barba pequena pontuda(recomendo que não converse muito de perto com ele em dias frios, ou pode acabar furando o olho), tudo num rosto redondo e equilibrado pelo olhar gentil e convidativo deste alquimista sorridente que, se visto de longe, facilmente poderia ser confundido com um pescador de Teirm.

Personalidade:
  Serenidade. O equilíbrio era uma fator sempre lembrado pelos pais e por seu mestre como vital para todas as coisas. Zhou seguindo esse ensinamento, segue uma vida evitando perturbações pois já sabe que a vida reservou para ele uma lista crescente. Apesar de sua busca por quietude, Zhou tem plena consciência de seu dever para com seus iguais. Assim sendo, sempre que requisitada sua presença e esforço, feitas as devidas previsões e de bordão em mãos, parte, mesmo que de semblante enevoado, para o local de onde a emergência urge.
  Como se não lhe bastasse, ainda deve se dedicar à pesquisa da cura do mau que assombra sua visão e a de seus semelhantes, por muitas vezes, adentrando os confins de Du Weldenvarden, onde a dor, o perigo e o caos são certos. Para suavizar a seriedade de suas obrigações, recorre ao bom humor, e ao bom convívio com os mais próximos. Mesmo assim, seu sarcasmo e ironias já lhe custaram maus olhares, tendo que aprender a passar desapercebido por diversos indivíduos, estes, nem sempre humanos.


História:
  Por volta de 46 anos atrás nascia o terceiro herdeiro da família Kun, numa cozinha perto do pier de Teirm. O pequeno já nasceu pesado e barulhento, como quem quer facilitar, indo de encontro ao equilíbrio tão valorizado pela família. A noite calma deu lugar a um luar carregado e ruidoso.
— "Zhou Kun..." - dizia a mãe - "aquele que ajuda o universo".

  Mas era um universo limitado aquele. Os ganhos da pesca eram o que sustentava a família. Trabalhavam nisso seu avô, pai, tio, ambos os irmãos mais velhos...e com ele não seria diferente. Até os 7 anos parecia que sua vida e tudo o mais se limitavam àquilo. Mas este não era o destino de alguém que recebeu a marca.

  Naquele dia, Zhou tinha sido incubido de remendar as redes com rasgões, ou procurar alguma fissura. Redes eram caras, e eles não precisavam de mais despesas. Pela rua, garotos competiam, decidindo quem assobiava mais alto. Passados os estridentes, se colocou Zhou então a assobiar também, as mão entretidas no serviço. Gostava do som, cada vez mais e mais fluido, parecia até facilitar o trabalho. Olhou para o verde mar, imaginando como seria bom estar nele agora, ainda que fosse pescando. Não saia do olhar o verde lumiar do mar. De fato não saia. Quando voltou a dar pelo serviço, reparou que sobre suas mãos, ainda segurando a rede, tremulava uma luz escassa verde, como um leve véu, que aos poucos se desfazia deixando no lugar dos rasgos, firmes remendos. Firmes remendos cor de mar.

   Não pescava mais. Passava os dias agora assim, enfurnado, em segredo por recomendação do pai a remendar as redes  dos pescadores, trazendo pelo menos um bom lucro a mais para o teto. Trabalho simples, dominado agora o assobio e o "véu do mar".

   Por essa época começaram as complicações. Em questão de meses do ocorrido, mesmo sem os assobios percebia pequenos grupos de "véus" pairando ao redor das casas, pela rua, nos barcos e nas pessoas, mas, sobretudo onde houvessem cordas. Ali eram como ninhos, volumosos e tremelejantes. Via também outros: uns lembravam correntes, outros, grupos de estrelas mínimas, novelos negros nos tetos e sacadas. Contava à família. Chamavam-lhe louco e/ou mentiroso. Achava-se louco, mas não mentiroso. Daí veio a febre e a cegueira.

  Sempre ao nascer e ao por do sol. A vista embaçava, até nada ver, a testa ardia. O semblante fechava, uma misto de dor e agonia. Nessas horas de desespero surgia sobre o cais uma densa neblina, amenizava em outros horários, ainda visível. Os moradores reclamavam da neblina que nunca parte. Zhou não via a neblina. Nem o horizonte. Até onde ele via, se estendia um longuíssimo manto verde. Volumoso. Tremelejante. De longe, lembrava um ninho. Ninho cor de mar. Ninho cor de dor ao sol vislumbrar.

 Médico não dava jeito. Chamaram um mago herbologista de Carvahall. Explicou-lhes que não havia cura, apenas atenuantes, que provavelmente era sofredor do "alvo negro", natural de  Du Weldenvarden, e que por isso podia ver sempre aqueles seres que ninguém mais via. Os sintomas batiam, mas não era possível ter certeza. A marca terrível surgia num grupo seleto, na parte interior do crânio. O próprio mago possuía uma, também vendo as fantasmagorias de Zhou. As dores só piorariam. E o manto só ficaria mais denso.

 Fora triste a despedida.  Tratamento ali não era possível, visto sua intensidade. O remédio, ainda que não complexo, exigia um ingrediente só presente muito distante dali, no extremo oeste da floresta de  Du Weldenvarden: o fogo de raposa, "musgo" só visível aos portadores da marca, e que pouco durava ao tempo, bem como o remédio, que durava ainda menos.

  O mago necessitava de um aprendiz, estava velho e poucos sabiam com precisão executar a fórmula. O povo de Carvahall vez por outra sofria do mesmo mal, e  era necessário alguém que a eles pudesse ajudar. O mago ensinou-lhe que aquelas criaturas que ele via eram os "Udons", não alucinações, seres que são mais metáforas do que vivos, que mesmo assim influíam inofensivamente ou não, e que era parte do serviço aprender a lidar com eles. A marca os atrairia sempre, e toda manhã e fim de tarde, sofreria de dores lancinantes, febre e da cegueira, caso não tomasse todas as tarde o remédio que teria de aprender a preparar. Um tormento para a vida.

  Zhou aprendeu o ofício a muito custo, aprendendo a como rastrear o musgo, que se revelou como sendo um tipo de Udon, em meio à floresta, e à utilizar elementos de origem mágica, bem como conhecer e aproveitar os Udon. Tornou-se mestre artífice, com os conhecimentos da magia, alquimia e Herbologia. Dominou a técnica da preparação do remédio, que com a magia do tipo "corpo" de revitalização dura agora 7 dia, ao invés dos 3 originais, o que facilita muito a vida, considerando que um um frasco comum rende apenas cinco porções, e que uma porção deve ser consumida toda a tarde, sem falta.

  Concluído seu treinamento, Zhou Kun assumiu o lugar do mago em Carvahall, que partira numa jornada sem data de retorno. Seu dever agora era proteger a cidade em seus limites, manter a população sempre com estoque do remédio, apelidado véu de raposa, tratar de seus males e buscar uma cura definitiva para o mal do alvo negro.

  Com o tempo Zhou construiu carreira, valendo-se de seu carisma, tornou-se amigo do chefe da caça de Carvahall, que o auxiliava na tarefa de buscar o fogo de raposa. A troca de favores mantém o laço firme. Acima disso, Zhou constituiu família, sendo seus dois filhos e esposa livres do mal da marca.

  Os filhos agora trabalham no mar de Teirm, e quando vai visitá-los com a esposa, pode se esquecer um pouco de suas responsabilidades enquanto observa os Udon - as pequenas correntes fantasmagóricas, as estrelas mínimas, os novelos negros....mas sobretudo: enquanto observa o véu do mar.


Última edição por ADM.Noskire em 31/1/2015, 09:48, editado 2 vez(es)

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Re: Zhou Kun

Mensagem por Matheus.sam em 17/1/2015, 00:56

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Re: Zhou Kun

Mensagem por ADM.Noskire em 17/1/2015, 01:00

Editado, mas da próxima vez, coloque o link.

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Re: Zhou Kun

Mensagem por Matheus.sam em 18/1/2015, 13:54

Nome: 4 caminhos - veloz como o vento
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"O vento inicia a jornada"

Zhou assume a postura "4 caminhos - veloz como o vento": Corpo posicionado de lado,base defensiva, o braço da frente levemente arqueado, altura do ombro, cotovelo  voltado para baixo, palma da mão para frente. Braço de trás com punho fechado, junto ao corpo, altura do peito. Pernas flexionadas e abdômen contraído.

Através da manipulação da magia tipo vento e de seu auto-controle, aumenta sua esquiva, embora diminua um pouco do seu dano. É possível concentrar durante um tempo maior, o que fortalece o efeito da habilidade.

Postura "4 caminhos - veloz como o vento:


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Re: Zhou Kun

Mensagem por GM.Dragon em 19/1/2015, 14:11

Atualizado

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Re: Zhou Kun

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