Fight, Drink, Fight!

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Fight, Drink, Fight!

Mensagem por GM.Dragon em 17/1/2015, 10:33

Fight, Drink, Fight!

Aventura de Lancelot Dragunov.

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Ravenborn em 17/1/2015, 15:52


Legacy
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         Lancelot Dragunov, esse é o nome de um jovem guerreiro, que aos seus dezoito anos de idade, tinha se tornado o mais forte dos descendentes da família de guerreiros Dragunov. Mesmo pequeno, ele demonstrara habilidades superiores às da maioria, e com a sua lança, vencera diversas batalhas que poderiam parecer impossíveis. A prova de uma delas, na verdade, jazia em seu pescoço: o colar de presas dourado era abençoado pelo deus da guerra que a família adorava, Asura. O próprio Lancelot havia derrotado o leão, e seu pai fizera o colar para ele. Nunca o tirava, nem mesmo para dormir, e sentia-se mais poderoso quando lutava com aquele amuleto. - Eu lembro daquele dia como se fosse ontem...

Já faziam alguns anos desde a morte de seu pai, mas as lembranças estavam claras na mente do jovem. Iskandar, seu pai, estava deitado numa cama já faziam algumas semanas. Vários médicos iam e vinham, mas ninguém conseguia resolver o seu problema. Não lhe restava muito tempo. Em seu leito de morte, ele chamou o filho que mais adorava, e com seus últimos suspiros, deu-lhe um presente. - Lancelot...este colar foi feito com os dentes do leão que você derrotou. Ele foi banhado em ouro, e abençoado por Asura...você deve usá-lo, sempre, e o próprio deus da guerra estará com você, em seus combates... - o homem mal conseguia falar, entregando o acessório ao filho. Lancelot sabia que não havia muito mais a dizer, e deu o seu adeus com apenas duas palavras: - Obrigado, pai...

Lembrar daquilo era doloroso para o jovem, mas ele já o superara. Havia prometido a si mesmo que se tornaria o maior dos guerreiros, tornaria-se famoso e conhecido, fosse pelo bem ou pelo mal. Ele buscava fama, poder e influência, e sabia que poderia obtê-lo com o seu dom natural para com as armas. Estranhamente, o jovem conseguia usar qualquer arma que pegasse, mesmo que nunca as tivesse usado, apesar de que, com certeza, nada se comparava a sua habilidade com as lanças. - Pensando nisso, eu tenho que arrumar uma. Deve ter uma loja de armas por aqui, em algum lugar. - ele diria para si mesmo, levantando-se de onde quer que estivesse. Pretendia arranjar algo para fazer, de preferência, algo que rendesse dinheiro, fama e conhecimento. De início, procuraria uma loja de armas nos arredores, ou algo semelhante. Era hora de começar a sua jornada, e Lancelot sabia bem disso.
Objetivos escreveu:
[ ] Conseguir uma Lança, de preferência, sem ter que gastar dinheiro.
[ ] Conseguir alguma peça de armadura pesada.
[ ] Ganhar um pouco de reconhecimento (Renome) e boa fama (Alinhamento Positivo)
[ ] Conseguir Suprimentos (como água, comida, etc., essa pode deixar para depois)
[ ] Subir de nível (ou ao menos, chegar perto disso)
[ ] Fazer uso de minha desvantagem: Galante (porque sim xD)
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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Zed em 19/1/2015, 22:54

O loiro caminhava pela cidade em busca de uma loja de armas para obter uma lança, algo que estava bastante familiarizado a usar, porém durante seu trajeto um imprevisto ocorria. A cidade antes traquila e com um clima agradável dava lugar a uma dupla de homens que corriam armados em direção a uma garota, uma bela e jovem ruiva que parecia fugir, não sabia-se o motivo de tal perseguição, porém talvez por um simples infortúnio o caminho de Lancelot se cruzava com o dela.

Notando a elevada estatura do jovem assim como sua aparência chamativa e de certa forma bastante imponente a garota que corria fazia o contorno ao loiro ficando em suas costas abraçada nele. Em sua frente os dois perseguidores paravam sua corrida e encaravam o Dragunov que sequer sabia o que estava acontecendo.

- Chamou seu homem? Mulher maldita. – Um dos homens insultava a garota que parecia pensar bastante rápido e envolvia o lanceiro em suas confusões. – Sim, pegue eles querido. – empurrava então o loiro em direção aos homens e então corria tomando a primeira direita e desaparecendo então.

- E agora? – o segundo parecia ser bastante burro, porém seu companheiro tinha um pensamento mais ligeiro e era capaz de dar as ordens. – Simples, torturamos o bonitinho aqui e encontramos a garota. – O sorriso se fazia presente no rosto dos dois humanos, um dele portava uma espada em mãos e o segundo uma pequena adaga, porém igualmente afiada e mortal, por sua vez Lancelot estava desarmado, infelizmente logo a sua direita havia uma loja de armas, porém seria impossível ir atrás de uma sob tal situação.


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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Ravenborn em 19/1/2015, 23:36


Trouble
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         Ali estava uma situação que Lancelot não esperava, de maneira nenhuma. No primeiro momento, ele se encantou com a jovem ruiva que aparecera, porém, percebeu também que ela estava sendo perseguida por dois homens armados. Isso já o deixou levemente incomodado, mas a maior das novidades ainda estava por vir: a ruiva se abraçava às suas costas, e depois empurrava-o para os dois meliantes, chamando-o de "querido", e desertando sem nem pensar duas vezes. "Maldita. Que ao menos lutasse ao meu lado...que droga!" Olhando para os dois homens à sua frente, o jovem sabia que uma luta era inevitável. E pior: ele estava sem armas, o que poderia ser muitíssimo complicado. Mas ele não tinha outra opção. - E então, o que querem com minha mulher!?

Depois de desferir aquelas palavras, Lancelot seria rápido. Primeiramente, calcularia a sua distância até os homens, para que pudesse ter alguma chance de desviar, se precisasse fazê-lo. Se estivesse muito próximo dos homens, daria dois passos para trás, apenas para ganhar distância. Ele não avançaria, não desarmado. Era arriscado demais. Se já estivesse longe o suficiente: ao menos dois ou três metros de distância, ele simplesmente esperaria, atento. Prestaria atenção em ambos os adversários, tentando perceber qualquer movimentação agressiva da parte deles. Agora, haviam apenas duas estratégias diferentes para se usar, e cada uma dependeria das ações que os seus adversários iriam tomar.

Lancelot não fugiria. Ele sempre lutava até o fim, não importava a situação. Teria de tirar proveito das duas vantagens que os inimigos tinham sobre ele: o número e as armas. Se eles atacassem juntos, ficaria atento a qualquer ataque que tentassem aplicar, esquivando-se com um rolamento para a direita ou esquerda, se fosse possível, e caso não tivesse a chance de se esquivar, simplesmente tentaria desviar o golpe usando as mãos, visando atingir a parte plana das lâminas, para não se cortar. Quando tivesse qualquer abertura, ele avançaria em algum dos inimigos, segurando com toda a força que tivesse - e ele tinha bastante - a mão armada do primeiro que pudesse agarrar, e então, com a mão livre, daria-lhe uma pancada com força, para que o mesmo soltasse a arma.

Se ele falhasse, simplesmente recuaria, tentando esquivar-se dos ataques seguintes, ou desviá-los para longe, mas sempre evitando ser ferido, e esperaria outra chance. Porém, se tivesse sucesso na estratégia de derrubar a arma, qualquer que fosse, ele afastaria o homem que tivesse atacado com um empurrão, pegaria a arma no chão, e então se afastaria, para pensar nos próximos movimentos que faria. Isso tudo, é claro, no caso deles atacarem juntos. Pois, se viesse um de cada vez, ele aplicaria a estratégia de defesas e esquivas uma vez, para então tentar derrubar a arma deste, usando a estratégia já citada. Daí, se tivesse a chance, enfiaria a arma em qualquer ponto vital visível: pescoço, coração, até mesmo na cabeça, se necessário, para depois retirá-la de lá, e afastar-se, preparando-se para a próxima "rodada" de combate.

Se, em qualquer caso, ele acabasse por se ferir levemente, Lancelot continuaria com a estratégia, ignorando o máximo possível qualquer dor que sentisse. Porém, se ele acabasse por ser ferido de alguma maneira grave, recuaria. Ele não teria outra opção. Tentaria alcançar a loja de armas, pois, se conseguisse uma lança, teria certeza de vencer o combate. E se ele vencesse...ele teria certeza de ir atrás daquela vadia de cabelos vermelhos, e tirar as suas satisfações ele mesmo. - Se eu não morrer até lá, né? Hehe...

OFF:
Olá, Zed Smile. Bem, me colocaste numa situação um tanto quanto complicada, não xD!? Enfim, coloquei as estratégias mais complexas que o meu personagem poderia pensar, tentando não exagerar demais. Porque, sejamos francos, seria senso comum de um guerreiro desarmado, que está lutando contra dois armados, tentar desarmar os oponentes e, se houver a oportunidade, arranjar uma arma para si. É isso aí, espero não morrer nos primeiros cinco posts de aventura xD!

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Zed em 20/1/2015, 00:16

Talvez por puro azar o lanceiro acabava envolvido em uma história do qual nada sabia, apenas que uma ruiva fugia de uma dupla de guerreiros e com algumas palavras convencia-os de que o loiro era seu aliado, consequentemente oponente dos dois que tinham suas armas empunhadas e uma guarda para se defenderem se necessário.

Prudentemente Lancelot tomava um pouco de distância enquanto interpretava seu papel naquela confusão embora estivesse um bocado irritado com a atitude da garota que apesar de muito bela parecia ser problemas.

- No três? – O espadachim confirmava com seu companheiro que assentia com a cabeça, e com um único berro sem a menor contagem tudo se iniciava. – TRÊS! – A dupla avançava em direções opostas simultaneamente.

O espadachim erguia sua arma e então descia sua lamina com força, enquanto seu aliado usava sua adaga para tentar um corte na região das costelas esquerdas do loiro que girava para a direita. Aqueles homens não pareciam grande coisa, não eram muito fortes nem tão rápidos, lutar era algo possível e assim ele fazia.

Tentava desarmar seu inimigo golpeando a mão esquerda do mesmo, o quão era usada para empunhar a espada, porém devido a imperícia apenas feria o pulso de seu inimigo e fazia com que a arma simplesmente fosse ao chão.

Empurrava o espadachim que tinha o rosto deformado com a dor, porém ainda era suportável para seguir combate. O homem segurava o próprio pulso enquanto observava seu aliado seguir com o ataque.

Lancelot pegava em um rápido movimento a espada caída enquanto usava sua agilidade para se esquivar do homem com a adaga, este era um bocado mais rápido que seu companheiro, porém ainda não era o suficiente para acompanhar os movimentos daquele que enfrentava. Depois de tentar efetuar dois outros cortes além do primeiro, nenhum realmente atingido seu inimigo o homem recuava e retirava uma outra adaga entregando ao companheiro.

- Ele é bom, não baixe a guarda. – O espadachim tinha olhos afiados, tinha uma boa compreensão da força de seu oponente e sabia que sozinho não era capaz de vencer, porém com um pouco de trabalho em equipe não era algo completamente fora de alcance.

Ambos estavam lado a lado, agora cada um com uma adaga em mãos, sendo o antigo portador da espada com o que parecia ser um leve ferimento no braço, porém era impossível julgar a gravidade ou mesmo se ele ainda seria capaz de utilizar o membro ferido.

A distância entre a dupla e o loiro era de cerca de 4 metros, algumas pessoas estavam aos poucos sendo atraídas pela confusão e formando um círculo em volta para ver o confronto, outros mais covardes apenas corriam para longe para não serem envolvidos no combate. Entre Lancelot e os civis mais próximos havia uma distância de pouco mais de 3 metros, a situação da dupla também era bastante semelhante, se não a mesma.


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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Ravenborn em 20/1/2015, 14:27


More Trouble
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         Talvez, só talvez, a sorte estivesse do lado de Lancelot. Os seus adversários não eram grandes lutadores, mas sabiam manejar bem suas armas. Felizmente, ele conseguira tirar a arma de um deles, uma espada, e tomá-la para si. Não estava acostumado àquele tipo de arma, mas sabia que poderia usá-la tão bem quanto qualquer outra, exceto a sua adorada lança. Com os movimentos certos e um pouco de cautela, a vitória não seria difícil de alcançar. Ainda assim, seus oponentes eram dois, e cada um tinha uma adaga. Era preciso tomar cuidado. "Um deles parece ser bem idiota...talvez funcione." Um plano se formava na mente do jovem, enquanto ele se preparava para colocá-lo em prática. Era, literalmente, hora da intimidação. Apontando a espada para o que parecesse mais idiota dos dois, Lancelot diria em voz alta: - Vocês têm coragem de mexer com um guerreiro como eu! Corram agora, se não quiserem ser humilhados em combate, e deixem ela em paz. Do contrário, vocês sabem o que os espera!

O jovem esperaria três, apenas três segundos. Se eles corressem de medo, arranjaria um local em suas calças para enfiar a espada, sem que cortasse alguma parte de si mesmo, e se colocaria numa postura triunfante. Ele seria o vencedor. Porém, eles podiam muito bem não fugir, o que era esperado por Lancelot. "Vai servir pra brincar com a cabeça deles. Que isso me ajude em combate, e Asura também. VAMOS LÁ!!" E com esse pensamento, o lanceiro avançaria numa investida veloz, a espada na mão direita, mas não sem prestar atenção nos movimentos de seus inimigos. Usaria uma estratégia parecida com a anterior: quando os ataques fossem fáceis de desviar, ele o faria com um rolamento ou um agachamento, para evitar o ataque, e depois, tentaria revidar com um corte em qualquer local desprotegido dos alvos. Se os ataques fossem rápidos demais para desviar, ele colocaria a espada na frente, e depois faria força no braço direito, para empurrar o golpe para longe e tentar desequilibrar o adversário. Se tivesse essa chance, tentaria também estocar qualquer local desprotegido do alvo, também.

Com as estratégias de defesa, esquiva e contra-ataque formadas, ele poderia seguir com uma confiança maior, mas ele ainda tinha uma carta na manga. Lancelot era ambidestro, e por isso, a espada não era tudo que podia usar. Se, após as suas esquivas e defesas, ele tivesse a oportunidade de atacar, visaria as mãos armadas de seus oponentes, tentando realizar cortes leves, mas dolorosos, para que eles soltassem as armas. Não cortaria fora os membros, pois eles nem sequer eram guerreiros experientes, e não mereciam tamanho sofrimento sendo que sequer tinham chance na batalha. Mesmo atacando, o Dragunov ainda lembraria de defender-se e esquivar-se dos ataques, e toda vez que conseguisse fazê-lo com sucesso, ele soltaria provocações para os adversários: que também serviriam para animar a "platéia" que havia se formado. - Vamos! É tudo que têm!?" - e, em meio às provocações, tentaria aplicar uma estocada aqui, um corte ali. O importante naquela luta não era matar os homens, mas fazê-los fugir ou se render. "É perigoso matar alguém que eu não conheço. Se, por qualquer motivo, eles forem protegidos de alguém, eu posso me dar muito mal."

Se, na estratégia anterior, Lancelot conseguisse derrubar uma das armas, a apanharia: era apenas uma adaga, mas ele sabia usá-la igualmente bem à espada. E com isso, mudaria a sua estratégia para uma um pouco mais ofensiva, dando golpes em cadeia, para forçá-los a recuar. Tinha que tomar cuidado, no entanto. Seus oponentes eram dois, e por isso, não daria mais do que três ataques antes de voltar a defender-se normalmente. Se, por qualquer motivo, ele fosse ferido, leve ou gravemente, usaria as mesmas estratégias de antes: com danos pequenos, ele seguiria combatendo, mas com danos grandes, ele recuaria um pouco, para não morrer por pura burrice. No caso da batalha ainda não ter acabado, mesmo depois de tudo o que Lancelot tivesse feito, ele simplesmente daria alguns passos para trás, tomando um pouco de ar. Ninguém era de ferro. Daí, ele se prepararia para o resto da luta. Porém, se a vitória fosse dele: lembrando que, só seria considerada vitória caso os homens desmaiassem, fugissem ou se rendessem, ele daria uma risada alta e orgulhosa, mas sem baixar a guarda, defendendo-se de ataques surpresas, se necessário. - Foi uma boa luta, vocês dois. Treinem, e tenho certeza de que se tornarão grandes guerreiros. Bem, não tão grandes quanto eu. HAHAHAHAHA!

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Zed em 20/1/2015, 17:57

Consciente de suas limitações e na tentativa de terminar aquilo sem derramamento de sangue desnecessário o homem apontava sua espada recém adquirida em direção ao que parecia ser o mais estupido da dupla e tentava com o uso de palavras fazer com que recuassem, talvez contra outros oponentes poderia realmente servir, mas apesar de não tão fortes ambos pareciam ser honrados o suficiente, ou talvez inconsequentes demais para recuarem sem lutar.

Lancelot avançava com a espada empunhada na destra, com velocidade e ferocidade o loiro se aproximava do primeiro, o que antes portava a espada, este golpeava com a adaga com velocidade em um angulo bastante complicado para esquivar. A lamina roubada demonstrava-se bastante útil para aparar o golpe e usando seu físico superior empurrar seu adversário que perdia o equilíbrio.

Logo em seguida o lanceiro estocava com a arma porém seu adversário era capaz de esquivar sem maiores problemas com um recuo rápido. Seu companheiro na lateral esquerda do Dragunov fazia seu ataque, um corte com a adaga voltado para a região do pescoço. Abaixando-se rapidamente o ataque era esquivado e então com um único balançar com a espada um corte era efetuado na região do peito que agora encontrava-se desprotegida.

Era um corte superficial, porém ainda assim forçava o jovem a tomar distância, o sangue escorria pela ferida em uma quantia que ainda tornava possível continuar o combate apesar de não ser recomendado. O jovem soltava a adaga e levava a mão a ferida que percorria desde o ombro esquerdo até pouco acima do abdômen.

Seu companheiro que estava a uma distância segura aproximava-se rapidamente ajoelhando-se ao lado do companheiro enquanto cochichavam algo entre si. Levava alguns segundos até o espadachim erguer-se com seu companheiro envolvendo seu pescoço com um dos braços e com dificuldade em se levantar.

- Nos rendemos... – As palavras eram proferidas com dificuldade, ele realmente parecia não querer se render, porém o ferimento de seu amigo parecia influenciar muito em sua decisão. Recolhendo as adagas a dupla começava a caminhar para longe enquanto em silencio a multidão começava a se dispersar.

Olhando em volta seria possível notar a ruiva que havia envolvido Lancelot em todos estes problemas em um beco logo ao final da rua, ela fazia questão de não se esconder, na verdade até mesmo gesticulava com o dedo para que o lanceiro se aproximasse.



OFF: Eles ainda estão visíveis indo embora, se por acaso não quiser deixar eles partirem ainda é possível ir atrás deles.

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Ravenborn em 21/1/2015, 01:09


A Beautiful Lady
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         Enfim, a luta havia acabado. Apesar de seus oponentes não serem muito habilidosos, ela fora divertida, e quem sabe, com as várias pessoas que assistiam a luta, alguns boatos sobre o jovem se espalhassem. - Que, ao menos, sejam bons boatos. - Lancelot suspirava, guardando sua espada. Os seus oponentes haviam se rendido, e ido embora, e isso tinha sido melhor para eles. Se a luta continuasse, o loiro poderia não ter outra opção que não fosse a de matá-los, apesar de sentir-se relutante em deixá-los ir embora. Se tivessem algum aliado poderoso, o lanceiro poderia estar com problemas. Olhando em volta, ele notava aquela ruiva de antes, num beco próximo, aparentemente pedindo par que ele se aproximasse. Ela era perigosa. "A desgraçada me usou direitinho...mas bem, ela é bonita. Eu acho que, depois de ter salvo a vida dela, eu posso tentar alguma coisa."

Com esse pensamento, Lancelot se aproximaria da mulher, prestando mais atenção nos detalhes da aparência dela. Seria importante tanto para lembrar-se da mesma, quanto para apreciar a sua beleza. Com um sorriso de confiança no rosto, um olhar levemente sarcástico e sem tirar a mão direita da espada, ele começaria a conversa. - Olá, "querida". Posso saber por que a senhorita estava sendo perseguida por aqueles homens? - tentaria soar especialmente irônico no "querida", devido ao fato da ruiva tê-lo chamado de "querido", anteriormente, para enganar os perseguidores. Esperaria a resposta dela, sempre atento a qualquer movimentação agressiva da mesma. Não confiava nela, mas também não podia perder a chance de flertar com um mulher tão bela. Dependendo da resposta que ela desse, ele teria algumas guardadas.

Caso a mulher, após a explicação, perguntasse o nome de Lancelot, mas não dissesse o dela, ele responderia da seguinte maneira: - Antes de perguntar o nome dos outros, é mais respeitoso dizer o seu primeiro... - e então, se aproximaria dela, sem baixar a guarda, mas deixando seus lábios próximos dos ouvidos da ruiva. - ...mas, como sua beleza deu um pouco de brilho ao meu dia, eu vou dizê-la. Chamo-me Lancelot Dragunov, e a senhorita? - depois de falar, afastaria-se novamente, ficando a menos de um metro da mulher. Considerando que estavam em um beco, a conversa dificilmente seria escutada. Quando a mulher lhe dissesse o seu nome, e se dissesse, ele daria um sorriso arrogante, respondendo: - Bem, foi divertido ajudá-la. É sempre bom lutar um pouco. A senhorita teria...algo mais no qual eu possa ajudar? - e daí, esperaria a resposta dela.

Se a mulher, após a explicação, dissesse quem era e perguntasse o nome de Lancelot, ele daria um sorriso altamente arrogante, tentando demonstrar superioridade, e responderia: - Eu sou o mais forte dos descendentes da família Dragunov! Lancelot Dragunov! É um prazer conhecê-la, senhorita. - e depois que o dissesse, ele manteria o sorriso no rosto, para depois proferir a mesma frase final da situação anterior, na qual perguntaria sobre alguma outra coisa na qual ele poderia ajudar. Todo esse tempo que estivesse conversando, Lancelot se manteria atento. A mulher podia estar apenas o usando, e agora que havia o feito, podia tentar matá-lo. Por isso, se fosse atacado, daria um salto para trás, para evitar o golpe, ao mesmo tempo que puxava a espada da calça. Depois, num movimento rápido, apontaria a espada para a garganta da mulher, deixando a ponta quase tocar seu pescoço. - Opa, vamos com calma. Desembucha de uma vez o que você está tramando, ou eu juro que enfio essa espada na sua garganta. Você tem cinco segundos pra começar a falar. - quando o dissesse, esperaria a provável resposta da mulher. Se ela não o fizesse, removeria a lâmina de sua garganta, e então, acenaria para ela, como despedida, e sairia do beco tão rápido quanto pudesse. Aquela ali seria demais, até para ele.

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Zed em 22/1/2015, 18:00

Apesar de ter uma boa ideia do quão perigoso poderia ser ficar perto da garota o loiro simplesmente parecia não resistir ao perigo e aproximava-se ainda assim. O homem perguntava a respeito da perseguição mas ela tinha um sorriso sedutor em seu rosto enquanto olhava o jovem de cima a baixo. – Tivemos algumas diferenças de opiniões... E você seria? – O homem retrucava então a pergunta de forma ríspida enquanto aproximava-se do ouvido para sussurrar-lhe algo.

Por um momento a garota quase parecia rir, era capaz de entender o que ele tentava fazer, porém não funcionaria, naquele tipo de jogo a vantagem por parte da ruiva era evidente. – Ignys – Apenas uma única palavra era usada para sua introdução, talvez estivesse tentando esconder-se de alguém, ou mesmo apenas não confiava em Lancelot para contar muito a seu respeito.

Apresentações estavam feitas, ainda assim havia algo a ser conversado, maior parte da conversar na verdade era desenvolvida pelo loiro que parecia muito mais interessando na garota do que o contrário. – Me ajudar? Talvez, não sei se você tem capacidade para tal... O que eu vou fazer é bastante perigoso, acho pouco provável que você vá me ser útil. – Um novo sorriso provocador se fazia presente no rosto da garota que simplesmente jogava com o Lanceiro. Dito isto a mesma apenas virava-se e começava a andar em direção a saída do beco para tomar sabe-se lá que rumo, porém fazia isso com bastante calma, dando tempo suficiente para o Dragunouv impedir sua saída, se assim ele quisesse, claro.



OFF: Normalmente não uso imagens para descrever os NPC’s, mas este vai ser um caso a parte.
OBS: Ia colocar em "[img]" mas ia ficar bugado dentro do spoiler, então deixei apenas o Link
Ignys:
http://i.imgur.com/7MTp391.jpg

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Ravenborn em 23/1/2015, 01:29


She Leads
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         O jovem não parava de se surpreender com a ruiva. Ela não só era bela, mas era esperta e astuta. Imaginou, a princípio, que era uma donzela frágil, sendo perseguida pelos malfeitores. Mas depois de sua tentativa falha de "ganhá-la" com as palavras, ele percebeu que ela era muito mais que isso. - Ignys - ela dizia o seu nome, que parecia, estranhamente, combinar com ela. Quando o lanceiro perguntou-lhe se poderia ajudá-la, de alguma forma, ela respondeu algo que deixou-o interessado. - Me ajudar? Talvez, não sei se você tem capacidade para tal... O que eu vou fazer é bastante perigoso, acho pouco provável que você vá me ser útil. - ao ouvir estas palavras, o Dragunov pôs-se ereto, para ficar tão alto quanto possível, sem ter de usar as pontas dos pés. - Está dizendo a um Dragunov que o trabalho é perigoso demais? Por favor, não me faça rir... - ele daria uma leve risada, provocativa, e então, respiraria fundo.

- Veja bem, eu não sou nenhum guerreiro lendário ou herói de guerra, mas eu sei me virar em combate. Aqueles dois não eram grande coisa, mas eu sequer usei uma lança. - ele deixaria o olhar arrogante de lado, e fitaria os olhos da ruiva. Eles eram belos e quase hipnotizantes, mas Lancelot sabia que ela não era só uma carinha bonita. - E se você diz que o que vai fazer pode ser demais pra mim, mesmo me vendo derrotar os SEUS perseguidores...porque não deu conta deles sozinha? Você conseguiria, não é? - o seu rosto ficaria sério. Não conseguia entender a atitude da garota. Ela fugia de dois homens armados, Lancelot os derrotava, e depois ela dizia que ele não lhe seria útil? "Quem diabos ela acha que eu sou?" Suspirando, o jovem tentaria não deixar a raiva tomar conta de si, acalmando-se ao fechar os olhos. Depois de fazê-lo, olharia de novo para Ignys, dizendo numa voz baixa e calma, porém audível: - Escute, se você vai fazer um algo perigoso, por que não me deixa ajudá-la? Nós nem nos conhecemos mesmo, não faria diferença se eu morresse, não é mesmo? - daria a proposta, torcendo para que funcionasse.

Se a resposta dela fosse negativa, o lanceiro faria uma cara zangada, apenas para suspirar logo em seguida, e deixar o beco, sem nem mesmo se despedir da mulher.  Procuraria alguma coisa para fazer, talvez houvesse algum soldado por perto, que poderia dar-lhe algum trabalho que envolvesse lutas. Porém, se a resposta dela fosse positiva, ele daria mais uma vez o seu sorriso arrogante, tocando, descontraidamente, a cabeça da jovem, e afagando-a de leve. - Viu, não foi difícil, foi? - ele afagaria-a por apenas mais alguns segundos, mas se ela reagisse de maneira reprovadora ou pedisse para que ele parasse, pararia imediatamente. - E então, o que faremos? - ele perguntaria, já sério. Quando o assunto era trabalho, os Dragunov sempre tentavam colocá-lo em primeiro lugar, arriscando-se bastante para cumpri-los, se necessário. Ele escutaria Ignys e, se ela o chamasse ou pedisse para que a seguisse, ele o faria. "Bem, ao menos vai servir para passar o tempo."

É importante lembrar que, a todo momento, Lancelot estaria atento a qualquer movimentação que parecesse agressiva por parte da garota. Ele sabia que ela era mais do que uma jovem qualquer, e que se tivesse chance e motivo, o mataria sem hesitar. Por isso, não deixaria a mão direita muito longe do cabo da espada que carregava, apenas por precaução. Se fosse atacado - não só por Ignys, mas por qualquer outra pessoa que ousasse fazê-lo - o lanceiro sacaria a espada e a usaria para bloquear o golpe, usando a sua força para empurrar o atacante para longe, logo em seguida. Porém, se não houvesse tempo para fazê-lo, simplesmente daria um salto para trás ou um rolamento para os lados, visando esquivar-se dos golpes. O mesmo valia para os casos ad ruiva ser atacada: se houvesse tempo, tentaria bloquear os golpes que a visassem e, se não houvesse, simplesmente saltaria nela, tentando tirá-la do caminho do golpe. "Apesar de que ela não deve ser tão descuidada assim, mas só por precaução, é melhor eu ficar atento..." E com esse pensamento, o jovem seguiria o caminho que o destino tivesse preparado para ele. E conhecendo o destino, bem, com certeza ele teria alguns problemas por aí...

OFF:
Se puder considerar a possibilidade de me colocar contra (ou ao lado de) um Lobisomem, mais tarde na aventura, claro, eu acho que vai ser bem interessante Smile. Pretendo me tornar um pelos Status e tudo mais, mas ainda não. Quero apenas ter um maior conhecimento sobre eles, no personagem, para que mais tarde na história ele acabe tendo a decisão de se tornar um, ou o infortúnio de tomar uma mordida xD! Valeu.

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Zed em 26/1/2015, 12:55

Apesar de mulherengo aparentemente havia uma característica ainda mais marcante em sua personalidade, o grande orgulho que parecia ter de sua família e de suas próprias habilidade. Apesar de quase perder o controle por um momento aos poucos a situação começava a andar para um cenário mais positivo.

- Você deu um jeito naqueles dois por que estava na hora errada e no lugar errado, sem mais nem menos, eu até poderia ter dado um jeito naqueles dois mais achei mais fácil empurrar para alguém qualquer, apenas coincidiu de ser você. – A forma dita deixava bastante clara o lado manipulador que a ruiva parecia ter. Porém ainda assim o lanceiro prosseguia envolvendo-se com a mulher que aceitava então sua ajuda.

- Já que insiste tanto em ajudar não vou impedir... Venha comigo. – Dito isto a mesma passava pelo loiro mas não antes de “acidentalmente” alisar seu peito ao empurrá-lo para o lado para finalmente obter passagem e voltar a rua principal. Desde sua fala até suas ações tudo dava a entender que aquela garota era definitivamente problemas, mas ainda assim parecia bastante tentadora.

Caminhando pela cidade por algumas ruas finalmente a caminhada terminava em uma taverna, sem sequer esperar por Lancelot a garota entrava e sentava-se a uma mesa mais afastada do público, pouco depois o lanceiro a alcançava e então a conversa retomava. – Basicamente estou atrás de uma pedra. Não posso dizer ainda o motivo e o que faz ela tão importante, mas posso dizer o seguinte, tem um grupo atrás dela, e são muitos, eu posso lidar com um ou dois, mas eles devem ter mais de 20 homens todos atrás do mesmo objetivo... Posso precisar de um guarda-costas, mas esteja ciente dos riscos. – Novamente com algumas palavras ditas de uma forma sedutora junto a um olhar malicioso e finalmente complementada por uma ajeitada básica no cabelo. Era novamente quase uma placa avisando os riscos de seguir adiante, mas ainda assim tal perigo continuava estranhamente atraente.

Um dos trabalhadores da taverna então aproximava-se do casal sentado e com um largo sorriso e com bastante simpatia. – Bem vindos, vão querer algo? – Não havia nenhum tipo de cardápio a ser oferecido, era tudo transmitido verbalmente. – Uma caneca de cerveja para mim e algum acompanhamento. – Respondia então a garota com um sorriso para com o jovem que atendia que ficava visivelmente corado. – Vai querer algo? Por minha conta. – Oferecia então.



OFF: Vou ver o que faço quanto ao lobisomem

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Ravenborn em 26/1/2015, 16:08


Bodyguard?
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         As coisas estavam começando a ficar interessantes, na opinião de Lancelot. Ignys começava a falar de seu objetivo, depois de resolver aceitar a ajuda do jovem. Aparentemente, ela estava atrás de uma pedra, e havia um grupo de homens que também tinha a mesma missão. "Mais de vinte!? Tudo bem, isso pode ser problemático. Dessa vez, eu REALMENTE preciso de uma lança." Se fosse enfrentar tantos oponentes, usar a espada que carregava podia não ser suficiente. Ele precisava de uma arma que soubesse usar de verdade, e essa arma era uma lança. Teria certeza de contar para a ruiva, mais tarde. - Parece problemático. Mas não se preocupe, nós, os Dragunov, damos a vida pelos nossos objetivos. E como você é a "contratante", nesse momento, o seu objetivo é o meu. - ele daria um sorriso pequeno, e falaria de uma maneira mais calma, em seguida. - Eu posso não ser muito bom em várias coisas, mas em combate, você pode contar comigo...

Em seguida, um dos trabalhadores da taverna na qual se encontravam se aproximou, e, de modo simpático, perguntou-lhes o que desejavam. - Uma caneca de cerveja para mim e algum acompanhamento. - Ignys dizia, dirigindo-se a Lancelot logo em seguida. -  Vai querer algo? Por minha conta. - mais uma vez, o olhar arrogante tomou conta do rosto do jovem, o que apenas mostrava que ele estava contente. "Bebida de graça. Haha..." Assim, ele levantaria um pouco a voz, caso o local estivesse barulhento, o que era comum em tavernas, para fazer o seu pedido. - Uma caneca de cerveja, também. E traga bem cheia! - daria um leve tapinha no ombro do atendente, e esperaria ele ir embora, para voltar a falar com a ruiva. - Essa pedra me parece bem interessante, pra ter tanta gente atrás dela. E por falar nisso, se formos lutar contra tantos assim, eu vou precisar de uma lança... - ele diria, apenas para puxar assunto. Sentaria-se da maneira mais relaxada que pudesse, para então, continuar a conversa.

- Para onde vamos, depois de sairmos daqui? - perguntaria num tom casual, evitando olhar para Ignys. Ele sabia que ela era uma mestra em manipular as pessoas, tanto em suas palavras, quanto em suas ações. Quanto menos olhasse para ela, melhor. Ainda assim, a maldita tentação era grande, pois ela era muito bonita, e era difícil não olhar. "Maldita seja..." Suspirando, enquanto esperava a sua bebida, Lancelot voltaria a conversar. - Antes de irmos para qualquer lugar, precisamos de armas. Uma lança para mim...e se você não estiver armada, qualquer coisa que você souber usar também serve. Só não podemos lutar desarmados. - comentaria, sério. A partir daí, só falaria novamente se fosse para responder a alguma pergunta da ruiva, e do contrário, ficaria apenas calado. Quando sua cerveja chegasse, ele daria um sorriso largo. Fazia tempo que não bebia. "Como dizia o velho: Lutar, beber, lutar de novo. Bem, não vou me segurar!" E com esse pensamento, ele viraria de uma vez a caneca, bebendo em grandes goles, até que não houvesse mais nada na caneca. - Aaaah...estava boa. - comentaria, independentemente do gosto da bebida.

Como cuidado nunca era pouco com a mulher ao seu lado, por vários motivos diferentes, Lancelot estaria pronto para lutar a qualquer momento. Agiria de maneira descontraída, em especial enquanto bebia, mas sempre deixaria a mão direita próxima da espada que carregava, pronto para puxá-la a qualquer momento. Nunca se sabia quando um dos perseguidores de Ignys poderia atacá-la, ou mesmo, atacar o lanceiro. Além disso, em uma taverna, brigas também não eram coisas incomuns. Se alguém comprass briga com ele e estivesse desarmado, ele simplesmente levantaria os punhos na altura do rosto, e mandaria alguns socos no oponente, com força. Tentaria desviar os ataques dos oponentes com outros socos, e, se necessário, daria rolamentos ou se agacharia, para esquivar-se. Porém, se o atacante estivesse armado, ele puxaria a sua espada, e usaria o mesmo tipo de estratégia: só que com a arma, é claro. A estratégia já estava em sua mente, e o jovem, pronto para colocá-la em prática. - Agora, é só esperar...



OFF: Troquei as cores das falas/pensamentos, acho que fica melhor dessa forma. Quanto aos lobisomens, não precisa se apressar, se não quiser. Só quero ter certeza de encontrar um antes do fim da aventura Smile. Valeu aí.

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Re: Fight, Drink, Fight!

Mensagem por Zed em 28/1/2015, 02:49

O pedido era feito ao funcionário que se retirava da presença dos clientes e ia em direção a cozinha pegar os itens e deixava então os dois estranhos sujeitos conversarem sobre o que realmente era importante no momento.

- Não sei preocupe quanto a lança, eu tenho que passar pela loja de armas. – Dito isto a garota retirava uma espada quebrada da bainha em sua cintura. – Quebrou a pouco, foi por isso que eu estava correndo. – Explicava então. A espada não somente quebrada, mas aparentava ser bastante antiga, possuía diversos arranhões ganhos com o tempo mas o mais interessante era em sua extremidade, onde deveria estar quebrado tinha um corte perfeito e liso, como se a arma tivesse sido cortada.

Pouco após a comida e bebida enfim chegava, duas canecas grandes sendo uma tão cheia que chegava a trasbordar, esta era a de Lancelot que bebia enquanto sua companheira parecia acompanha-lo sem muitas dificuldades e ainda aproveitava para comer alguns cortes de carne trazidos para o acompanhamento.

- Assim que eu pagar, vamos a loja de armas pegar uma espada para mim e uma lança para você, depois vamos falar com um conhecido... Ele quem sabe a real localização do mapa que vai nos levar a pedra. – A forma com o qual a garota falava era bastante calma e compreensível, chegava a parecer fácil o objetivo final apesar de que entre eles e a chegada ainda haviam cerca de 20 oponentes e que sequer tinham o mapa que levaria a desafios ainda mais perigosos antes de finalmente obterem tal item.

Ignys levantava-se da cadeira onde sentava com seu parceiro e dirigia-se até o balcão e após minutos saia em direção a porta gesticulando ao loiro. Do lado de fora tudo parecia normal, nem pareciam lembrar da luta ocorrida no meio da cidade, e assim eles caminhavam tranquilamente até chegarem a loja de armas onde havia sido o palco da batalha minutos atrás.

Entrando podiam ver então um enorme arsenal, todo o tipo de armas estava exposto e atrás do balcão um homem grande e de aparência forte, tinha barba cerrada e cabelos na altura dos ombros estando por volta dos 40 anos, sobre a mesa estava também uma espada embainhada ao alcance de sua mão para qualquer tentativa de algum espertinho tentar algo.

- Escolha uma arma que seja de seu agrado. – Dizia a ruiva com um sorriso sedutor antes de ir ao encontro do lojista e conversar algo que não era possível de ouvir devido a distancia.



OFF: Antes de mais nada desculpe a demora, e quanto a arma escolha uma imagem e os bônus e eu farei ela estar dentre o arsenal.

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Re: Fight, Drink, Fight!

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