Leviathan

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Leviathan

Mensagem por ADM.Noskire em 22/1/2015, 15:20

— Pessoal —

Nome: Leviathan
Idade: 320
Altura: 1,92
Peso: 65KG
Mão predominante: Direita
Sexo: Feminino
Raça: Elfo
Classe: Mago
Localização: Ellesméra

Level: 1
Exp.: 000/100
Moedas: 2500

— Atributos Primários —

Constituição: 3
Força: 1
Destreza: 2
Agilidade: 2
Inteligência: 5 (+2 racial) (+2 classe)
Força de Vontade: 3 (+2 racial) (+2 classe)
Carisma: 5
Percepção: 4

— Atributos Secundários —

HP: 50
Energia: 105
Dano: 2
Acerto: 3
Esquiva: 4
Bloqueio: 4
Persuasão: 9
Auto-Controle: 12

— Perícias —

Caminhos da magia: Corpo — 46
Caminhos da magia: Eletricidade — 39 (+10 classe)
Ciências proibidas ou Alternativas: Vampiros — 15

— Aprimoramento —

Positivos: Apoio das massas — 2.

Negativos: Complexo de inferioridade — 1.
Inimigo — 1

— Equipamentos —

— Inventário —

— Técnicas —

— Extras —

Renome: 0
Alinhamento: 0
Photoplayer:
Spoiler:

Aparência:
Os cabelos em tom alaranjado caem-lhe pelos ombros, sempre amarrados caem-lhe pelos ombros até alcançar a metade das costas, característica alicerçada a lhe caber mais atrativamente aos olhos dos demais, dessa forma a conferindo uma natural carisma. Tem intimidade pela cor verde e geralmente é vista trajando esta cor, diz combinar com os olhar. É ligeiramente esguia de corpo frágil, visivelmente claro, seu peso absurdamente baixo afirma isto.
Personalidade:
A tolice, o pecado, o logro, a mesquinhez. Os elementos negativos a rondar sua cabeça são postos ocultos atrás de suas expressões amistosas e sutis. Sua incontrolável fascinação por vampiros é motivo de conflitos internos, os quais terminam sempre em autoflagelação. Seus maiores triunfos não passam de ilusões e sua capacidade nunca há de se equiparar às de seus ídolos, como se enxerga. A jovem élfica, apesar de dócil e respeitada, carrega tal amargura consigo.
História:
Sua tortura deu-se início há dois séculos atrás. As fervorosas guerras incessantes entre humanos e elfos era a culpada do temor dos civis de ambos os lados, o tilintar das espadas nos locais antes pacíficos deixavam não só rastros de destruição física, mas também a maior fraqueza psicológica de quaisquer ser instintivo, o medo, rompia laços familiares, amorosos e amistosos outrora duradouros. Foi em uma dessas batalhas que a elfa em sua puberdade foi deixada para trás, no período estava sofrendo com uma forte doença onde nas condições de guerra era impossível adquirir medicamentos para combatê-la, a conclusão da família foi abandonar o fardo, repousaram-na à cama em seu quarto naquela noite e partiram de madrugada enquanto a garota se enrijecia de dor a cama em um sono mais parecido com um desmaio. Rogava pelos pais com os lábios enfraquecidos, esperando-os a tirarem de seus pesadelos inquietantes. A criança até então era conhecida como Kristina Kotov.

Sua memória não lhe permite reconhecer o tempo gasto abandonada ali naquela cabana em meio à floresta, decerto nem pudesse fazê-lo, seu problema estava avançado ao ponto de afetá-la até mesmo psicológicamente. Contudo, já havia desvendado o ocorrido nas últimas noites, fora deixada para trás, não passara de um peso morto. Foi então que um grupo de humanos saqueadores adentraram o lar e encontraram a pequena a se contorcer dolorosamente em baixo das cobertas, seus movimentos não possuíam qualquer mínima eficácia para protestar, tampouco sua voz que lhe renegou junto com seus parentes. A beleza da jovem os encantou e sorrateiramente a levaram para um esconderijo próximo onde a trataram até sua condição tornar ao aceitável.

Mesmo assim, sua vida daqui para frente piorou. Foi encarcerada às ocultas, acorrentada em um porão de base militar utilizada pelos humanos, era a única elfa do sexo feminino ali, todos seus iguais eram mortos em batalha. É claro, a prorrogação de sua execução teria uma finalidade, era utilizada apenas como meio de satisfazer sexualmente os soldados retornados do campo de batalha. Lembrou-se da primeira vez, com o general cujo nome e aparência hoje em dia nem são mais reconhecidos, gritou até sentir suas pregas queimarem, impedida de fazer algo contra o homem com o dobro de sua idade e os demais soldados a assistirem aos risos. Posteriormente, a dor havia de certa forma sumido, contudo as lágrimas nunca cessaram. Esse episódio pode ser considerado o principal culpado para sua baixa auto-estima, os guerrilheiros sempre a xingavam das piores palavras possíveis enquanto a coitavam.

Foi na ascensão de Angrenost, o maior herói de Kristina, que finalmente pôde ter sua palidez novamente colorida pelos raios solares sem ter de voltar para o calabouço escuro novamente. Por volta dos 200 anos da proprietária dos cabelos alaranjados, o viajante humano lhes conferiu uma visita à sua base não para analisar o andamento das suas atividades conflituosas, pelo contrário, suplicou para cessarem suas tarefas. Quando minuciosamente verificou o lugar, encontrou a escrava aos prantos, desnuda e acorrentada ao porão. Imediatamente a levou para a capital onde pessoalmente lhe pediu desculpas de cabeça baixa pelos maus tratos aturados por ela por todos esses anos. Aceitou as desculpas verbalmente, mas o ressentimento por aquilo ainda a assola até o presente.

Retornou para Ellesméra em tempos de paz e rapidamente se pôs a aprender as habilidades arcanas. A princípio, aceitou conhecê-las por puramente a convidarem, sua melhor decisão. Posteriormente, tornou-se  uma maga de respeito conhecida pelos civis e demais combatentes élficos, estes que não refutariam em ajudá-la quando precisasse. Contentou-se com isso, afinal, agora era claramente uma das responsáveis por patrulhar as estensões das fronteiras de sua raça e alertar superiores na presença de algum ser ameaçador. Como forma de esquecer suas lembranças do porão lúgubre, tentou diversas maneiras, a possivelmente mais fútil foi trocar seu nome: Leviathan, seria chamada agora.

Sua fama pela magia iria logo lhe cair como um empecilho. Em uma de suas rondas, avistou um curioso túnel levando ao subterrâneo. Adentro, revelou ser o esconderijo de um bandido anão exilado de sua sociedade. Seus feitios não eram conhecidos pelos elfos, a própria Leviathan só foi reconhecê-los depois de muito tempo. Por ter agido por conta própria, foi facilmente capturada. Dessa vez, no entanto, havia competência para no mínimo protestar contra aquilo: emergiu em pleno céu límpido um fio elétrico, sinal usado para alertar os demais de uma situação de perigo. Logo, reforços chegaram e impediram o malfeitor chamado Ood Williams de avançar ainda mais nas regiões élficas, mas ele conseguiu facilmente escapar pela complexa rede de túneis subterrâneos típicas dos anões, o esquadrão dos elfos não soube lidar com aquela área e decidiram recuar por ora. O criminoso guarda rancor da ruiva por simplesmente ter acabado com seus planos naquela hora.

Mesmo após tantas aventuras, sua Raison D'etre não havia se mostrado forte ainda, ou talvez nem mesmo a tivesse. Isso durou até o incidente de Daret, onde uma criatura das trevas foi vista pela primeira vez. A arcana foi enviada para inspecionar o local junto com diversos outros magos a fim de encontrar quaisquer evidência da identidade daquele ser. Não encontrou. Todavia, isso se tornou a sua busca, aquele monstro era certamente um antigo morador do vilarejo, seu intelecto foi capaz de concluir que havia de adquirir de certa forma aquele tipo de habilidade, não era de sempre.

A elfa ignora todas suas conquistas e as vê como sorte, por isso procura mais poder a fim de destruir as lembranças de seu passado e se tornar realmente digna de sua honra. Seus estudos sobre vampiros se iniciaram há pouco tempo, com informações ainda escassas, porém eventualmente estendidas.

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— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!


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