Gasdar

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Gasdar

Mensagem por ADM.Noskire em 10/2/2015, 00:18

— Pessoal —

Nome: Gasdar
Idade: 150 anos.
Altura: 1,40.
Peso: 60 Kg
Mão predominante: Ambidestro.
Sexo: Masculino.
Raça: Anão.
Classe: Guerreiro.
Localização: Tronjheim.

Level: 1
Exp.: 000/100
Moedas: 500

— Atributos Primários —

Constituição: 4 (+4 Constituição) = 8
Força: 5 (+3 Força) = 8
Destreza: 5 (+1 Destreza) = 6
Agilidade: 3
Inteligência: 1
Força de Vontade: 5
Carisma: 1
Percepção: 1

— Atributos Secundários —

HP: 100
Energia: 110
Dano: 8
Acerto: 10
Esquiva: 3
Bloqueio: 4
Persuasão: 1
Auto-Controle: 3

— Perícias —

Armas Brancas (Machado) — 45 (Com 10 pontos de Classe) pts.
Artífice (Forja) — 30 pts.
Avaliação de Objetos (Metais valiosos) — 10 pts.
Escudo — 15 pts.
Mineração (Metais) — 10 pts.

— Aprimoramento —

Positivos: Ambidestro — +1 pts.
Apoio das Massas (Seguidores do Coração de Mithril) — +2 pts.
Contatos e Aliados (Um escudeiro de Hrothgar chamado Gurim)  — +1 pts.
Recursos e Dinheiro — +4 pts.


Negativos: Vício (Cerveja) — -1 pts.
Sanguinário — -1 pts.
Orgulhoso — -1 pts.
Origem Trágica (Pai morreu pela pátria e é taxado de traidor) — -1 pts.

— Equipamentos —

— Inventário —
90 Kgs.

— Técnicas —

— Extras —

Renome: 0
Alinhamento: 0
Photoplayer:  
Spoiler:

Aparência:
Gasdar é dono de uma aparência robusta de traços duros e fortes. É um anão relativamente mediano para a sua raça, onde ombros largos e braços peludos que mais parecem duas toras grossas de carvalho ressaltam sua força. Sua barriga é saliente pelo vício em Cerveja e suas constantes bebedeiras. Seu rosto é largo e redondo; já o nariz, apesar de não ser muito pontudo, é esborrachado e levemente direcionado para baixo, assemelhando-se (e muito) a uma seta. Seus cabelos são desgrenhados e ruivos devido ao mal cuidado e a pouca importância dada à beleza, no entanto, sua barba detona uma aparência sedosa e mais bem cuidada, alongando-se um bigode até a altura do peito, presos a um adorno dourado (mas sem valor). A barba pende sob o maxilar equivalendo ao mesmo tamanho do bigode e sendo presa por mais um adorno também dourado e sem valor de venda.
Seu tronco, apesar de ser volumoso e possuir uma grande estrutura muscular (vindas de seu pai Bruenor), é curto o bastante para dar a impressão de seus braços serem alongados demais. Essa é uma desproporção muito comum entre os anões, pois geralmente sua largura não equivale ao comprimento e seus braços acabam ganhando um destaque maior do que deveria. Já suas pernas são proporcionais às de sua raça, e como todo seu físico, é entalhada pelos músculos bem torneados. Gasdar costuma usar como roupa uma cota de lã branca de mangas alongadas com uma gola em V bastante acentuada, uma calça marrom de couro e, vez ou outra, um avental encouraçado também marrom. Seus pés de dedos grossos são protegidos por uma bota pesada e dura como pedra.

Personalidade:

Sua personalidade faz jus à aparência. Gasdar é duro feito Mithril e raramente demonstra simpatia. É dono de uma sinceridade absoluta, apesar de geralmente sempre pensar muito antes de falar algo. Talvez isso torne suas palavras mais precisas do que deveriam, seja em sua sabedoria ao esperar o momento certo para usá-las, quanto no acerto de um palpite ou sugestão dada. Ele tem muitos conhecidos, mas poucos dos quais ele realmente possa chamar de camaradas. Estes anões, mais próximos, é claro, conseguem às vezes ver o esboço de um Gasdar mais risonho e brincalhão. Suas piadas nunca perdem o tom de sua brutalidade, mas é claramente reconhecível sua intenção por trás de suas duras palavras.
Quando perde o prumo e se joga à bebedeira, sua parte risonha e mais carismática vem à tona. Ele perde um pouco das estribeiras, é claro, e suas defesas de sua sabedoria tornam-se um pouco mais despojadas. Ele tende a brincar e rir mais, sempre a falar em um tom mais alto. Gasdar nunca fugiu de uma briga, e quando aceita entrar em uma, dificilmente desiste. Para ele a luta sagrada e é a provação de seu real valor perante outro alguém.

História:

Eu nunca imaginei que veria meu povo se calar diante da Guerra. Sinto-me envergonhado em olhar para minha raça e notar sua coragem enjaulada pelo medo. Temo que esta seja minhas últimas palavras a você, Gasdar, meu filho. Amanhã marcharemos em segredo para a batalha, e nosso povo do Clã Dûrgrimst Ingeitum há de representar a bravura perdida dos anões perante os homens! Assistimos estes ratos pisarem em Alagaësia e profanarem nossa terra querida, aceitamos seus insultos e covardemente presenciamos eles trazerem a doença em seu sangue para as nossas vidas. Há espaço de menos para estas criaturas, e como vemos, irão se nutrir de todos os nossos bens até que não nos restem nada! Nem mesmo nossa própria morte! A raça dos anões se calou perante tamanha injustiça e cada Clã se encolheu em suas tocas! Nós do Clã Dûrgrimst Ingeitum não engoliremos isso! Nosso Coração de Mithril nunca se ajoelhará perante nada, e ninguém irá aflorar o medo em nossa honra! Amanhã colocaremos um fim nisto, pois é assim que devíamos ter feito desde o início! O rei Hrothgar está velho e trocou a razão pelo medo. Devíamos ter apagado a existência destes homens antes que pudessem sequer ter voltado para suas terras e trazido suas hordas de ratos com eles!
Morreremos com honra, meu filho, levando o Coração de Mithril conosco. Espero que tenha tanto orgulho de nosso Clã quanto eu tenho neste exato momento. Ouço daqui os cânticos e os gritos de guerra do nosso povo. Eles clamam pela justiça e bradam seus machados e escudos para que os sete cantos de Alagaësia possam ouvi-los! Sinto um pesar muito grande em deixar tamanha responsabilidade sob seus ombros ainda tão jovens, meu filho, mas nossa raça precisa de uma voz que a represente. Eles precisam de um grito que acenda as fornalhas em seus corações! Eles precisam encher o peito com o ar quente das Montanhas de Beor e se orgulhar por dizerem que são Anões! Sinto desonra por reconhecer que os Elfos da superfície cumpriram melhor esse papel do que nós. Mas eu não deixarei barato. Amanhã partiremos e levaremos o símbolo de nosso Clã para a luta, mesmo que amanhã você tenha de enfrentar o preconceito de seus irmãos por causa de minha traição. As chances de eu nunca mais voltar são grandes, mas deixo em suas mãos o papel de reerguer nosso Clã e levar todo nosso povo em direção a vitória contra a soberania dos homens.
Leve o Coração de Mithril para Orik e mostre a ele a realidade que o Pai dele evita enxergar. Faça-o entender que somos, por direito, cidadãos de Alagaësia. Nós nunca deixamos a oportunidade da luta escapar por entre os nossos dedos. Por muitas vezes lutamos em desvantagem, mas vencemos! De fato... Acho que nunca entenderei tamanho assombro perante estes ratos leprosos que são os homens. Esses sugadores de sangue! Cães sarnentos!
Peço minhas mais sinceras desculpas por não poder estar aí com você e ajudá-lo a enfrentar as acusações que apontarão contra a minha honra. Mas foi preciso este ato de Rebeldia. Precisamos servir de exemplo ao povo anão que segue tão cegamente seu rei, sem enxergarem o óbvio erro diante de suas barbas! Enquanto Hrothgar permanecer passivo no domínio do trono, a sociedade anã irá cair. Nossa única fé é que o jovem Orik possa ver a situação como nós a enxergamos, e que, quando sua hora chegar, tomar as providências necessárias para que os anões triunfem.
Deixo aqui minhas despedidas a você, meu querido filho Gasdar. Estou velho, e certezas perante o mundo agora se afrouxam dando lugar a uma sabedoria esclarecedora... É como se a própria vida debochasse de nós... Pois, nestes tempos, talvez até mesmos os Anões precisem sonhar...


**Coração de Mithril: É uma expressão usada entre Gasdar e seu Pai para designar a honra e a força do vontade anã. É uma espécie de disciplina anã e filosofia de vida criada por Bruenor, Pai de Gasdar.




Gasdar é filho de Bruenor, um ex-comandante do exército de Dûrgrimst Ingeitum que foi acusado por traição ao “persuadir e forçar” tropas de anões a avançarem em segredo contra as cidades dos homens. A carta deixada para Gasdar acima, se trata da última mensagem deixada por seu Pai a ele. Bruenor imaginava que seu ato pudesse desencadear uma onda de influência capaz de fazer os anões tomarem alguma decisão enquanto os elfos na superfície eram massacrados em batalha. No entanto seu sacrifício fora em vão, pois a partir daquele momento, qualquer ato de rebeldia contra o Rei Hrothgar seria punido com violência e morte - o que esfriou qualquer tipo de sentimento contra a passividade anã. Algum tempo já se passou e a ameaça de uma guerra iminente deixa a linha de convívio entre as raças, fina demais para ser simplesmente ignorada. Por sorte, Gasdar segue os mesmos pensamentos críticos do Pai perante a estratégia passiva de Hrothgar com relação aos homens, e isso tem atraído uma pequena porção de anões que também concordam com sua visão (aprimoramento Apoio das Massas).
Durante sua vida com o Pai, Gasdar teve a oportunidade de aprender o Caminho do Guerreiro, que muito tinha a ver com a expressão “Coração de Mithril” tão utilizada em sua carta. No entanto, a disciplina anã ensinada a Gasdar era totalmente diferente da disciplina usualmente ensinada aos demais anões. O Coração de Mithril significa entender e trilhar o caminho do guerreiro, e não somente estudar as artes de batalha. É um trabalho desenvolvido com muito zelo e suor, pois se trata, na verdade, de um princípio que diz – “De nada adianta um meio caminho andado. Você deve trilhá-lo do início, ao fim.” Bruenor acreditava que o Caminho do Guerreiro não se resumia a estudar apenas a arte da luta, mas sim, fundamentando e moldando o caráter do anão por através da arte. E é devido a isso que Gasdar hoje possui um grande talento na escrita, na mineração e na forja (todas consideradas como uma verdadeira arte dentro desta disciplina). Bruenor – e Gasdar – acreditavam piamente que “O Caminho” – assim chamado por eles – era também conhecer a sua arma desde o pedaço tosco e sem vida do aço extraído das montanhas até o processo árduo e braçal de sua forja. Era um caminho extenso e que devia ser vivenciado de cabo a rabo, segundo a disciplina anã do Coração de Mithril.

Com o tempo Gasdar descobriu que um escudeiro (Gurim) do Rei Hrothgar simpatizava com suas ideias, assim como uma profunda admiração e consentimento com a bravura e os pensamentos de seu falecido Pai Bruenor. Ambos mantêm contato por cartas e muitas vezes trocam opiniões sobre o descontentamento perante a posição  dos anões na guerra e discutem sobre suas ideologias próprias perante a atual situação de Alagaësia. Algumas vezes puderam se encontrar e trocar algumas palavras ou conversas de longa data como se fossem velhos amigos, e hoje, se enxergam mutuamente como grandes aliados por através da força de que uma ideologia é capaz de exercer (aprimoramento Contatos e Aliados).

_________________
— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!


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