O Elfo e o Humano

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O Elfo e o Humano

Mensagem por ADM.Noskire em 21/12/2014, 01:37

O Elfo e o Humano

Aventura de Ventus Leafgreen e Ideo Knightwalker.

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Ventus em 23/12/2014, 23:31

Gil’ead


Caminhava pelos becos de Gil’ead com a minha cabeça abaixada deixando meus cabelos loiros cobrirem meu rosto, meu casaco rosa estava cobrindo meus ombros mas não estava com as mangas vestidas fazendo com que o casaco em si parecesse uma capa em meus ombros a gola do mesmo estava levantada para cobrir meu pescoço e parte de meu rosto, meus olhos azuis fitavam o chão enquanto minha mente estava imersa em meus objetivos em tal cidade, já fazia anos que havia abandonado Du Weldenvarden em busca de meu irmão gêmeo Vanitas mais depois de cinco anos não havia conseguido nenhuma pista nem mesmo sabia se meu irmão continuava vivo “ Não devo pensar assim... Nohran não tinha nenhuma informação... o que eu ainda estou fazendo aqui? ” parei de andar e encarei o céu por um momento enquanto me questionava sobre a minha frustrante jornada, já começava a pensar em abandonar tudo aquilo e voltar para Ellesméra e para a minha vida normal restaurar a família Leafgreen e talvez até mesmo me casar com uma elfa “ Eu preciso de uma bebida. ” Começaria a caminhar mais uma vez só que agora a procura de um bar daquela cidade de humanos, não tinha nenhum interesse por humanos mais depois de cinco anos interagindo com eles acabei aprendendo que alguns poderiam ser bem interessante.

Enquanto caminhava a procura de um bar eu ficaria de olho na movimentação das ruas daquela cidade e de todas as pessoas que caminhavam ali, era minha primeira vez em Gil’ead e estava bastante curioso sobre a cidade já tinha ouvido falar de sua segurança mais essa era minha primeira vez na cidade “ Estou curioso sobre a política de segurança dessa cidade, o que faz dela mais segura que as outras? ” Quando encontrasse o bar da cidade eu entraria nele e olharia bem o seu interior e as pessoas nele enquanto eu caminhava em direção a alguma mesa vazia, tentaria ver a etnia do local em si para saber se haveria apenas humanos ali ou se também haveria outras raças “ Nenhum lugar melhor para se descobrir isso do que em um bar. ” Caso não encontrasse nenhuma mesa disponível para mim eu procuraria um lugar no balcão mesmo.

- Água por favor, não tenho interesse no que vocês chamam de álcool. – Diria quando alguém me atendesse e esperaria pela minha bebida enquanto eu continuava a refletir sobre a minha busca pelo meu irmão desaparecido.

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por ideo em 24/12/2014, 01:03

Walking A Fresh New Path


Caminhando por entre as ruas de Gil'ead de forma calma, discreta e de forma a não causar demasiado alarido ou mesmo sem tentar atrair nenhum tipo de atenção desnecessária a seu favor, Ideo patrulhava as alamedas daquela cidade de forma curiosa e insaciável como quem buscava algo perdido sem saber por onde começar a buscar, algo irónico no entanto era exactamente assim que se sentia. Gil'ead era considerada umas das mais seguras cidades de todo o continente senão a mais segura delas todas o que a tornava no melhor local para uma vista panorâmica da cidade sem muito medo ou receio de ser assaltado ou morto, o jovem havia chegado ontem a cidade por isso o seu conhecimento desta era muito pouco senão nenhum, cada passo que dava ele conseguia sentir o seu próprio bafo, quente mas de estranha forma acolhedor preso ao cascol que levava ao pescoço.

”Que lugar tão grande. Este é sem dúvida um bom sitio para morar”

Olhando em redor com as suas mãos nos bolsos, Ideo observava os edifícios e construções da cidade de forma atenta, ele procurava um casa que tivesse abandonada ou no mínimo pouco vigiada permitindo-lhe um fácil acesso e de certa forma “abastecer o seu inventário” pois mesmo sem ter um objectivo concreto para o dia de hoje, ele tinha noção do que precisava de obter o mais rápido possível e que melhor ocasião que aquela onde não tinha nada para fazer, ninguém a o controlar nem nenhum tipo de satisfação a cumprir como fome ou sede. A sua lista era curta e humilde, coisas simples que se por algum motivo desaparecessem ninguém repararia a sua ausência, antes de tudo o que ele necessitava era uma mochila um item necessário pois apesar de ter vários bolsos em seu vestuário, nenhum deles era profundo o suficiente para guardar tudo aquilo que precisava, em segundo lugar precisava de uma arma para que pudesse combater o mundo e tudo aquilo que lhe esperava, em terceiro lugar e apesar de não ser uma necessidade imediata ele precisa de um cantil para encher com água e um pouco de comida que pudesse levar consigo nas suas viagens e em ultimo lugar ele precisa de uma jóia, não que ele tivesse alguma amada ou tivesse alguma satisfação erótica em usar acessórios de mulher mas sim para guardar consigo pois jóias eram sempre bons itens para negociar, efectuar trocas ou chantagens ou em ultimo recurso uma obtenção rápida de capital.

Com a lista redefinida e com uma noção do que precisava, o jovem continuaria vagueando pelas vias da cidade em busca de algo, uma oportunidade, uma simples chance para começar a adquirir aquilo que precisava, era verdade que se trabalhasse ele provavelmente ganharia dinheiro para comprar o que necessitava no entanto para que trabalhar duro para comprar algo quando se pode simplesmente arranjar a mais coisa de forma desonesta sem custar absolutamente nada.

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por ADM.Noskire em 25/12/2014, 12:04

Ventus e Ideo andavam pelas ruas de Gil'ead e, apesar de estarem em regiões diferentes, seus pensamentos eram os mesmos! Por que esta cidade é tão segura? Não demorou muito até eles terem uma noção do motivo.

Em praticamente qualquer direção que eles olhavam, havia pelo menos um soldado estacionário ou patrulhando. Não era difícil acreditar que havia muito mais membros do Império ali, naquela cidade, do que civis. Mas para Ventus, a percepção daquilo foi um pouco mais forte do que fora para Ideo, pois aquela era a cidade mais próxima de sua terra natal, Du Weldenvarden. Para quê um exército tão grande e tão forte à beira de sua nação? Será que o imperador buscava guerra?

Mas o mais surpreendente era o quão fraca estava a segurança daquela cidade, comparada a trinta anos atrás, quando o Imperador ainda não estava trancafiado em sua Cidade Negra. Entretanto, disso os dois jovens não sabiam.

Enquanto pensava sobre a segurança da cidade, uma loira deslumbrante passou pela extremo da visão de Ventus. Além de sua beleza estonteante, suas orelhas pontudas também foram bastante chamativas para o elfo, que girou a cabeça em sua procura, por reflexo, como se fosse um instinto. Entretanto, para a sua infelicidade, não conseguiu ver a loira novamente, ela se perdera na multidão. Mas isso dizia-lhe que não era só humanos que viviam naquela cidade, embora eles fossem a maioria.

À medida que o elfo se distraia com a loira, Ideo, o humano, chegava no centro da cidade, onde vários mercados estavam abertos e lotados de pessoas. Vários itens eram ofertados aos gritos, enquanto outros permaneciam em vitrines ou pedestais, atraindo a atenção de quem passava devido à sua beleza. Ao passo que os civis pensavam no que podiam comprar e se comprariam, Ideo pensava no que podia furtar e se furtaria. Mas seria uma boa ideia furtar na cidade que era considerada a mais segura do mundo?

Ventus, por sua vez, conseguia achar um bar e, ao entrar, pedia por água, dizendo não estar interessando em álcool. Todos os que estavam lá, incluindo o dono e alguns guardas, gargalharam até ficarem sem ar. O dono, entre risos, disse algo como Quem manda é o cliente e serviu o elfo, derramando água por sobre o balcão de madeira, por ainda esta rindo.

— Esta é por conta da casa! — Disse o dono, por trás do balcão, ainda rindo.

O bar em si era pequeno, apenas uma dúzia de mesas redondas e cadeiras simples de madeira, com um terço de sua capacidade máxima, até porque, ainda era bem cedo. Entretanto, isso seria suficiente para envergonhar qualquer um. Quer dizer, quase qualquer um. As paredes do bar eram sólidas e, por não ter janelas, o ambiente era escuro e sombrio, com exceção da entrada, banhada pela luz do sol que vinha da porta entreaberta.

Enquanto isso, Ideo se encontrava sob um céu azul e com poucas nuvens, mas a temperatura estava agradável, mesmo para o jovem com as roupas negras e espessas. Diversas pessoas passavam ao seu redor, sendo que a maioria parecia ignorá-lo. Será que ele prosseguiria com o seu plano?

Ventus:
Cuidado com os mais. Mas é para contradição, tipo: Choveu, mas fui para a praia assim mesmo! Mais é para adição (+), tipo: Eu fui para a praia mais de uma vez!

Ideo:
Sério que tu vai tentar roubar na cidade mais segura da Alagaësia?

E dê umas pausas no seu texto, há trechos enormes sem nenhuma pontuação. '-'

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Ventus em 26/12/2014, 06:54

Drinks and Jokes





Me decidi ficar sentado no balcão enquanto imaginava o motivo de tantos homens armados, apesar de conhecer a fama da cidade dentro de mim sabia que aquilo não era um bom sinal.  “ Humanos vivem criando conflitos entre si... Talvez estejam esperando um desastre ou esperam ser um desastre. ” Não concordava com nenhuma das opções, como elfo é um pacifista costumo ser contra a qualquer tipo de conflito ainda mais quando o conflito é com seus semelhantes afinal se somos semelhantes por que deveríamos guerrear uns contra os outros se nós podemos viver juntos e em paz, mas minha opinião não tinha valor em Gil’ead eu era apenas um elfo em um império de humanos.

Mas o que mais me preocupou era os impactos que tais atos poderiam ter em Du Weldenvarden talvez se eu conversasse com o imperador eu poderia aconselha-lo a buscar uma maneira melhor de resolver qualquer tipo de conflito “ Estou sonhando acordado ou o maldito barman colocou álcool na droga da bebida, como eu chegaria ao imperador? Essa é minha primeira vez aqui... Mas só o fato de estar acontecendo algo aqui que eu não sei me incomoda. ” Como estava no balcão e o movimento me parecia fraco talvez eu conseguisse alguma informação com o barman durante uma boa conversa.

- Agradeço pela gentileza essa é minha primeira vez aqui, devo dizer que os boatos me parecem verdadeiros com soldados em tudo que é canto da cidade Gil’ead realmente é a cidade mais segura do mundo não é mesmo? – Diria para puxar conversa com o barman ou com qualquer outra pessoa que estivesse ao meu lado. - Sempre foi assim por aqui ou vai acontecer algum evento importante para a cidade? – Diria de maneira descontraída como se estivesse falando de algo tão trivial como os homens falam de cavalos.

Durante todo o dialogo eu tentaria manter um sorriso tranquilo e alegre em meus lábios enquanto prestava bem atenção na pessoa em que estivesse falando comigo, sabia que não poderia acreditar em que qualquer um ali fosse falar afinal de tudo ainda estava no bar, no entanto, não poderia descarta qualquer informação por isso tentaria ouvir a todos e prestar atenção em todos, iria rir sempre que tentassem contar uma piada, iria sorrir sempre que sorrissem para mim, faria com que se sentissem completamente a vontade com minha presença e que se sentissem seguros de que eu não era nada além de mais um elfo no bar bebendo água.
Objetivos:

Encontrar o Ideo (Ideo vai para o bar )
Ideo quer virar lobisomen então...
Quero conseguir mantimentos para uma viagem
Um cantil para eu fazer waterbender
E no final ganhar um cavalinho
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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por ideo em 30/12/2014, 01:24

Walking A Fresh New Path


Enquanto patrulhava as ruas da cidade em busca do que poderia ser o seu alvo, uma pequena voz bem no fundo da sua cabeça sussurrava-lhe num baixo tom e de forma bastante sabia que roubar naquele local não parecia ser uma boa ideia tendo em conta a grande quantidade de militares e seguranças vigilando a cidade. Parando um pouco para reformular os seus pensamentos e ideias o jovem iria olhar em redor para saber o que procurar ou mais especificamente onde procurar, estando rodeado por um monte de vendedores e comerciantes ambulantes era possível ver um monte de pessoas diferentes passando pelas monstras e vitrinas com cada respectivo vendedor exibindo os seus itens e bens para que todos possam comprar. Colocando a mão no bolso o jovem conseguia determinar que não tinha bastante dinheiro o que tornava a sua opção de compra muito reduzida, a sua primeira opção seria andar pelo meio da multidão olhando para os itens ate encontrar uma mochila onde podia transportar os seus bens uma vez que os seus bolsos não eram infinitamente profundos nem capazes de transportar mantimentos ou coisas de grandes dimensões como aquelas.

”Okay, mochila e mantimentos. Com pouco dinheiro no máximo só posso gastar 1/4 do dinheiro que tenho, no máximo 250 moedas”

Seguindo essa linha de pensamento e optando por obter as coisas honestamente de mudo a não atrair consequências desnecessárias, Ideo iria andar pelo meio das bancas e espreitando a montra de algumas lojas em busca de uma mochila barata, bonita e acima de tudo em bom estado uma vez que ele não planeava comprar uma tão cedo nem nada desse género, assim que encontrasse ele iria entrar na suposta loja ou falar com o suposto vendedor e perguntar quanto custava a mochila (independentemente se o preço tivesse a mostra ou não) e depois iria persuadir gentilmente o suposto vendedor com a esperança de obter algum tipo de desconto ou redução de preço, caso o preço for superior a 100 Ideo recusaria e iria em busca de outra mochila em outro local, caso conseguisse a mochila em bom preço o jovem entregaria o dinheiro e iria a procura de mantimentos como comida enlatada e um cantil para encher com água ou um garrafa ou algo desse género, numa cidade tão bem controlada como Gil'ead era muito provável que a comida e coisas consumíveis desse género não fossem muito caras e quem sabe no final ele acabaria por gastar menos do que planeava ou melhor ainda gastar exactamente o que planeava porém trazer o dobro ou o triplo do que espera. Ou pelo menos era isso que ele pretendia e sonhar nunca foi algo proibido.
Objectivos:
● Encontrar as minhas lindas vadias
☢ Entrar na classe de WereWolf (não morrer no processo nem ser desmembrado)
● Ganhar mantimentos e tals... + mochila
● Ganhar uma joia brilhante e preciosa e brilhante ou dinheiro

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por GM.Dragon em 30/12/2014, 20:29

BORA PARA O BUTECO


“Bosta” era isso que eu pensaria enquanto chutasse uma pedra que estava em meu caminho, “Tinha que acordar de dia?”,estaria decepcionado comigo mesmo, eu me considero uma criatura noturna, afinal é de noite que se consegue pegar mais mulheres e também é quando as apostas em bares eram maiores, mas já que havia acordado a pouco tempo em um beco e não havia conseguido dormir de volta, não custaria nada ir para um bar e ver como esta as apostas.

Eu estaria andando pelos becos da cidade, como nasci nas ruas conhecia bem a cidade então não era necessário prestar muita atenção no caminho que tomava para ir para o bar mais perto que tinha um pouco de apostadores em jogos de azar, então no lugar de prestar atenção no caminho manteria minha mente ocupada com pensamentos, “Mais uma vez acordei em um maldito beco fedido, já estou cansado dessa merda de vida, não agüento mais dividir espaço com malditos cachorros e gatos e para piorar olha só como estou!” nesse momento pararia e olharia para baixo admirando o trapo sujo, encardido e rasgado que eu tinha o desprazer de chamar de short, que por sinal era a única roupa que tinha, bem isso se não contar com um chinelo que quebra quase todo dia, já havia perdido as contas de quantas vezes o concertei com um prego, minha respiração seria maior que o necessário após analisar minhas roupas, neste momento se achasse outra pedrinha no caminho chutaria com prazer,descontando toda minha raiva em algo totalmente inocente.

“Eu preciso de uma cerveja, hoje o dia esta uma merda! E olha que mau começou”, Meu humor hoje estava péssimo, mas isso não era nem uma novidade toda vez que acordava de dia isso acontecia comigo, talvez ficasse com raiva pelo jeito que as pessoas me olhar quando passo, com um olhar de dó misturado com nojo, talvez por isso ando por becos e também aprendi ser furtivo, coisa que não é muito fácil quando se é musculoso e tem dois metros de altura,mas de noite tudo é mais fácil, não existe tantos olhares e facilmente me escondo nas trevas da noite.

“Eu tenho que sair dessa maldita cidade e conseguir uma arma, mas primeiro eu preciso de dinheiro....Dinheiro fácil e rápido, bem felizmente já sei onde encontrar”,com isso em mente finalmente meu humor melhoraria um pouco e me permitiria dar um sorriso , para então aumentar a velocidade de dos meus passos em direção ao bar, pela primeira vez hoje estaria prestando a devida atenção no caminho, afinal somente a idéia de mudar de vida era o suficiente para me alegrar.

Se a entrada do bar fosse menor do que eu ,iria segurar o batente da porta do lado de cima usando a mão direita, para só então entrar virando o pescoço de lado e me abaixaria um pouco se necessário, meu objetivo com isso? Eu não tinha objetivo somente queria chamar um pouco de atenção, uma vez dentro olharia em minha volta procurando qualquer sinal de jogadores, “Tomara que encontre alguém jogando dados”, pensaria procurando sinais do jogo , se não achasse procuraria qualquer outro jogo e pensaria,”Qualquer coisa serve”, mas não iria diretamente em direção a mesa dos jogadores, primeiramente iria para o balcão e falaria em um tom casual com o balconista, - Ei amigo, tem uma garrafa de cerveja ai?- após ter dado a garrafa iria pegar ela e ir em direção a mesa dos apostadores(daria preferência aos jogadores de dados), chegando lá botaria a garrafa em cima da mesa e falaria em um tom casual -Tem espaço para mais um jogador?-, se a resposta fosse negativa falaria em um tom triste obviamente fingido- É uma pena terei que beber essa garrafa sozinho então- após isso levaria a garrafa em direção a boca e beberia tudo no gargalho,” Bem se não posso jogar pelo menos vou beber”, pensaria isso em forma de auto consolo, mas se alguém mostrasse arrependido após meu péssimo teatro imediatamente pararia de beber a garrafa e me juntaria a mesa, colocaria a garrafa em cima da mesa novamente e falaria-Então vamos jogar?-,se me deixassem jogar logo de inicio me sentaria na mesa e falaria em tom de humor-fiquem a vontade para beberem a minhas custa, pois vou limpar todo o dinheiro de vocês- , ” que merda de piada foi essa?”, pensaria decepcionado por não poder voltar no tempo,para nunca ter dito isso.

Se entrasse no jogo colocaria todo meu dinheiro em cima da mesa e falaria- Vamos deixar isso mais interessante-, meu tom de voz seria confiante, mas minhas mãos estavam suando pensando na possibilidade de perder tudo e ter que trabalhar para pagar a bebida,” Que a sorte esteja comigo”,neste momente daria outro longa suspiro e agora estava preocupado, “quando foi que isso se tornou um hábito?”.

off:
bom, caro narrador eu sou apenas um noob, então pf tenha paciência comigo e me ensina para poder melhorar

objetivos:
-Ser um vampirinho( para chupar pescocinhos de mulheres)
-Ter duas adagas com correntes segurando as mesma, igual a do kratos(para poder matar Deuses
-Ver o Ideo morrer engasgado com o próprio vomito(para o bem da sociedade)

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Sphynx em 6/1/2015, 17:43

O Bar


*O dono do estabelecimento demorou alguns minutos até se recompor daquela cena e enquanto ele se recompunha, Ventus começou a assimilar como era a rotina naquela cidade e também nas possíveis consequências que poderiam trazer a seu povo, mas precisaria de mais informações antes que pudesse chegar a qualquer conclusão, então iniciou um papo amistoso com o barman.*

- De fato senhor, está na cidade mais segura... ao menos é assim que nos sentimos! *O homem deu um rápido olhar aos guardas ali presentes, os quais eram a maioria de seus clientes naquele horário do dia, muitos guardas quando acabavam seus turnos terminavam ali, deu uma respirada profunda.* - Então... *Então o barulho da porta interrompeu, "felizmente" pensou o dono do bar, e um homem grande e sujo surgiu ali. Dois guardas deram uma encarada forte imaginando que aquele maltrapilho lhes traria problemas.*

*O dia não estava muito favorável para Akira, depois de passar a noite jogando em um dos bares da cidade e beber todas, apagou em um beco próximo de onde estava agora. Normalmente quando acontecia isso ele passava o dia inteiro dormindo, mas ocasionalmente ele acordava e perdia o sono o levando mais cedo ao bar mais próximo atras de uma mesa de jogo.*

*Por alguns instantes o único som do lugar era do grandão indo até o balcão - Ei amigo, tem uma garrafa de cerveja ai?, o qual o dono do bar rapidamente serviu. Com sua cerveja, Akira mirou a unica mesa que tinham alguns homens jogando cartas, colocou a bebida na mesa e soltou uma piada sem graça, mas como os homens já estavam alegres riram como se fosse a melhor piada do mundo e ergueram o braço pedindo mais uma rodada.*

*O dono do bar foi encher algumas canecas para atender aos seus clientes e pareceu, ao menos a Ventus, que ele esquecera de seu bate papo amistoso. Um dos guardas chegou próximo ao Elfo - Nosso exercito é o mais armado e preparado de todos os reinos do império, com certeza até mesmo do mundo... se não esta atras de confusão se sentira acolhido aqui!*

*Ventus viu o guarda sair em falar mais nada, deixando algumas moedas no balcão, as quais o dono do bar rapidamente retornou e guardou-as. Novamente sozinho com o Elfo no balcão, o dono do bar passou a falar - Sabe, essa é uma excelente cidade para se ter um negocio! Quando algum maluco resolve nos roubar tem sempre algum guarda por perto e logo muitos outros aparecem e dão conta do recado, por isso temos muito poucos roubos... o único problema... O homem olhou bem para os lados e para todos no bar, certificando-se de que estavam entretidos, e cochichou apenas para o Elfo - ...são alguns guardas que vivem querendo tirar vantagem, os quais confesso que gostaria que o imperador os mandassem para a guerra! Mas nem tudo são flores não é mesmo? O homem pareceu ter se dado conta de estar falando com um ser da floresta e começou a rir de si mesmo, sem motivos aparentes a Ventus. Enquanto isso Akira já ganhava sua segunda mão no carteado.*



O Mercado



*Ideo finalmente começava a usar sua cabeça e desistira da ideia de cometer um crime na cidade mais protegida do mundo, dentre as muitas pessoas vendendo coisas viu um senhor gritando - Mochilas, barracas, odres... tudo para sua viagem com o melhor preço de Gil'ead!!! O que atraiu o jovem ladino até o local. O senhor se mostrou bastante amistoso e depois de uma conversa e negociações o senhor lhe vendeu uma mochila e odre (cantil) por 125, ambos segundo ele -... em ótimas condições de uso!! O velho ainda informou ao jovem onde poderia conseguir mantimentos, bem a frente na verdade, e quando o jovem saiu o velho voltou a gritar ofertando suas mercadorias.*

*Na tenda de mantimentos a mercadora era uma senhora, também muito simpática, - Bem vindo meu jovem, vejo que esta se aprontando para uma viagem... A senhora a todo momento sorria. -...creio que possa ter tudo o que precisa aqui, fique a vontade!*

*O Ladino não imaginava que se sentiria tão satisfeito ao comprar algo ao invés de roubar, saiu da loja com 10 porções da ração diárias, 6 pães, 2 porções de tempero para caça e 5 maças que a senhora deu de brinde. Em todos os mantimentos foram gastos 75 moedas*



OFF:
Pessoal, vamos nos atentar que estamos em um ambiente medieval, caso não conheçam algum equipamento ou termo podem me falar em OFF ou via PM para a aventura ficar menos poluída!

Espero que a narração não tenha ficado muito confusa e qualquer coisa me mandem PM!

STATUS:
Ventus:
HP: 50
Energia: 125
Equipamento:
Cajado Élfico Rústico

Ideo:
HP: 90
Energia: 85
Equipamento:
- 200 moedas
Elucidator
Mochila Média
Odre 5 Litros
3 porções de ração diária
6 pães
2 porções de tempero de caça
5 maçãs

Akira:
HP: 30
Energia:45
Equipamento:
Nenhum

LEGENDA:
*Narração*
-Fala-
"Pensamento"

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Ventus em 6/1/2015, 20:34

Flowers and Thorns

Trocava algumas palavras com o barman mas discretamente de tempos em tempos eu olhava para os guardas, não imaginava como homens se sentiriam a vontade com homens do exercito por todos os lados, como elfo eu valorizo a liberdade de cada ser individualmente. “ Não cabe a mim questionar o método do homem para se proteger e sim ao homem questionar a si mesmo. ” Bebi um gole de minha água enquanto prestava atenção em toda aquela conversa no bar e foi então que a porta se abriu revelando um homem albino de dois metros de altura, seus cabelos eram longos e brancos, não portava nenhum tipo de arma ou algo que pudesse ser usado como uma mas era forte o bastante para resolver seus problemas com seus punhos. “ Um brutamontes, se fosse elfo Miridiam adoraria em seu exercito... Ou se Nohran em seu grupo de criminosos. ” Terminei de beber minha água quando um guarda se aproximou do balcão jogando algumas moedas na mesa e se virou para mim.

- Nosso exercito é o mais armado e preparado de todos os reinos do império, com certeza até mesmo do mundo... se não esta atras de confusão se sentira acolhido aqui! – Não falei nada nem mesmo olhei para o soldado, apenas continuei encarando o vazio e esbocei um sorriso sarcástico em meu rosto enquanto passava o meu dedo indicador na boca de minha caneca para mostrar que não estava dando atenção ao guarda, o guarda apenas saiu sem falar mais nada. O barman pegou as moedas e as guardou havia percebido que ele parecia bastante nervoso com a presença dos guardas, ele se aproximou de mim agora que estava apenas nós no balcão e começou a falar. – Sabe, essa é uma excelente cidade para se ter um negocio! Quando algum maluco resolve nos roubar tem sempre algum guarda por perto e logo muitos outros aparecem e dão conta do recado, por isso temos muito poucos roubos... o único problema... – Olhou para os lados apenas confirmando as minhas suspeitas, não fiz o mesmo para não chamar atenção então apenas fiquei com meus olhos no barman. – ...são alguns guardas que vivem querendo tirar vantagem, os quais confesso que gostaria que o imperador os mandassem para a guerra! Mas nem tudo são flores não é mesmo? – Como havia previsto é claro que o lugar mais seguro do mundo onde os guardas são altamente valorizados e com grande poder teria alguns corruptos em seu meio. “ No final de tudo são apenas humanos... Vivem um contra os outros apesar de serem da mesma espécie. ” – Apesar de pensar em tal coisa eu acompanhava o barman na gargalhada.

- Não se engane meu amigo, afinal as mais belas rosas possuem os piores espinhos, tudo depende da atenção que damos as coisas, mas isso é um assunto para um outro tipo de bebida não é mesmo? Com licença que vou ver se a sorte sorri para mim em seus jogos. – Levantaria do balcão e caminharia até a mesa em que estava acontecendo os jogos e as apostas, na mesa vi o grande que havia entrada no barman, enquanto conversava com barman havia percebido que aquele homem era bastante barulhento e irritante o tipo de pessoa que não me daria, mas já que estava na terra dos homens tinha que ser educado. - Qual é o jogo senhores? – Perguntaria encarando a mesa e os objetos que estariam usado para jogar, observaria também o dinheiro que estaria sendo posto para apostas. - E como se joga.. – Perguntaria assim que alguém me revelasse o jogo e prestaria atenção nas informações do jogo. - Me parece justo... Quanto estão apostando, estou interessado em jogar um pouco sim. – Diria quando alguém terminasse a explicação sobre o jogo. - Me chamo Ventus Leafgreen e como se chamam cavalheiros? – Perguntaria depois de me apresentar, na verdade não estava interessado em nenhum tipo ou em uma interação social com homens imundos tudo que eu queria era encontrar meu irmão e talvez algum deles tivessem a informação que eu procurava.

Assim que chegasse minha vez eu me sentaria em uma das cadeiras e esperaria que me passassem qualquer que fosse o instrumento necessário para participar do jogo e das apostas.

OFF:

Quero tirar toda a grana desses humanos
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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por GM.Dragon em 8/1/2015, 19:22

COMO ESTA A SORTE?


Infelizmente não havia nem um jogo de dados ocorrendo naquele bar “merda, é por isso que odeio acordar de dia” pensaria tentando não demonstrar a decepção em meu rosto, sem mais demoras me sentei em na única mesa que estava tento jogo de azar, que eram cartas e para a minha decepção não fazia a menor idéia de como se jogar isso,a minha tentativa idiota de  fazer uma piada deu fruto, o que me deixou mais feliz,”bem.... nem tudo pode ser ruim, né?” com isso em mente beberia um copo da cerveja que eu comprei.

Enquanto bebia se aproximaria uma pessoa em minha mesa, eu não me daria o trabalho de prestar atenção nele, -Qual é o jogo senhores?-, essa pessoa falaria, entretido em minhas cartas responderia em voz baixa para mim mesmo, como se fosse um cochicho-Adoraria saber-, mas ainda não prestaria atenção na pessoa,somente quando ele dissesse  o assunto que também me interessava olharia para ele-E como se joga..-, ao olhar para ele tomaria um susto, pois seu rosto era atraente e de certo modo um pouco afeminado para mim, por essa razão pensaria que ele fosse uma garota, estaria pensando em dar uma cantada,quando me lembraria do tom de voz que ele havia falado e aquilo me faria suspeitar que talvez aquela mulher seja na verdade um homem,a suspeita se tornaria certeza quando olhasse para o peito reto dele.

Olharia para ele com uma cara de nojo, não dele, mas sim de mim mesmo, estaria me remoendo por dentro por ter achado por um minuto um homem atraente, com isso em mente beberia mais um copo de cerveja , somente ai perceberia o cajado nas costa do novo integrante da mesa,eu não era burro, sabia que cajados geralmente significam que o portador é mago , também sabia que magos geralmente dão trabalho em uma luta e isso me chamou atenção, talvez fosse interessante fazer amizades com um mago, nunca se sabe quando precisa de ajuda em uma briga , então falaria com um tom de voz alegre, tentando ser amigável,-Eu sou Akira e você é...Ventus não? Você é mago? Sabe que não se pode fazer mágica com o cartaz,não?,a  pergunta do você é mago faria apontando para o cajado que o mesmo levava  e a na ultima parte daria uma risada com o canto da boca , tentando deixar claro com isso que tudo foi uma piada .

Como eu não sabia jogar o jogo prestaria atenção nas informações que poderiam ser dadas ao Ventus , após a explicação eu estaria mais confiante para jogar, mas isso não impediria que brotassem gotas de suor frio em minha testa, então seguraria as cartas somente com a mão direita e enxugaria a minha testa usando a costa da minha outra mão, após escutar as dicas pegaria uma carta qualquer sem nem prestar atenção no valor da mesma e colocaria sob a mesa,pois vai que passem as regras erradas para Ventus, se fosse necessário mais do que uma carta usaria o mesmo método  de escolha, e por fim diria –Ei o que acontecesse se eu tiver (falaria todos os valores das cartas que eu tenho)?- falaria com um tom de brincadeira na voz e em seguida mostraria minha mão, eu confiaria na minha sorte para que minha mão seja boa,boa para pelo menos intimidar meus adversários, já havia ganhado usando esse método e contava com a sorte para ganhar de novo,”Acho que conto muito com a sorte”, daria um suspiro longo, “Seria bom se pelo menos soubesse o que eu fazendo”.

Sempre estaria apostando tudo que tenho,para que a marge de lucro seja maior e se meu lucro chegasse a 1000  moedas fora o gasto com a bebida pararia de jogar e de bancar as bebidas imediatamente, pois sabia que não é muito bom tirar muito das pessoas, elas geralmente não gostam e tentam brigar comigo, “Brigas geralmente não acabam bem.... Não quando eu estou participando”, essa linha de raciocino faria um pequeno sorriso maligno involuntário surgir no quanto da minha boca.


off:
caso você esteja se referindo a mim quando falou ambiente medieval, os dados existem a 2000A.C  Ta ak

off 2 :
maus post fraco, e ventus eu não entrei em barmam nem um não, minha fruta é outra,.... é duro jogar um jogo que voce não sabe o que é    

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por ideo em 11/1/2015, 16:24

Quick Break


Andando pelas ruas da cidade em busca do que precisava, Ideo finalmente havia achado um bom local para a sua primeira compra, algo bastante conveniente uma vez que ele tava no meio de uma multidão de pessoas e sendo algumas mais altas de que ele bloqueando a sua visão mas enfim. Aproximando-se de um dos vendedores o jovem fez questão de perguntar o preço e a qualidade do que ia comprar visto que ele não pretendia gastar dinheiro em algo que mais tarde ou mais cedo ou quando mais precisasse, o vendedor parecia ser bastante gracioso e gentil pelo menos em comparação a todos os outros que gritavam o que vendiam de tal forma que causa pareciam impingir os seus produtos para os clientes.

- Mochilas, barracas, odres... tudo para sua viagem com o melhor preço de Gil'ead!!!

- Oie! Mercador! Uma mochila quanto é?

Após alguns momentos negociando o preço e a mochila em geral, o jovem foi capaz de convencer o homem em vender-lhe a mochila e o odre por 125, algo um pouco acima do que ele esperava visto que ele apenas tinha em mente gastar 100 em materiais e 100 em comida mas nada muito extravagante ou que fosse muito acima do limiar que ele havia estabelecido. Enfim depois de pagar e de confirmar tudo pessoalmente Ideo pegou na odre comprada e uma vez que estava vazia, o jovem aproveitou para coloca-la dentro da sua mochila nova, com o mais básico adquirido só faltava comprar os mantimentos para a viagem como a comida e coisas desse género, continuando o seu deambulismo pela cidade o jovem deparou-se com uma pequena tenda de mantimentos onde uma senhora, que também era bastante simpática, vendou-lhe o que precisava a um preço ligeiramente acessível e no final ele havia gasto o que planeava com um pouco menos mantimentos que esperava mas nada que fosse prejudicial.

”Bem já tenho tudo o que preciso, vou num desses bares ai pra encher o cantil com água, descansar um pouco e depois ir para outro local. ”

Depois de colocar todo dentro da sua mochila e depois de confirmar quanto dinheiro lhe restava depois da sua mini sessão de comprar, Ideo iria andar pela cidade agarrando as alças da sua mochila para ter a certeza que ninguém aproveitava para lhe tirar nada na mochila ou mesmo para a roubar, enquanto andava pelas ruas da cidade de Gil'ead em busca da saída da cidade visto que permanecer lá não era um dos seus objectivos e depois de saber por onde tinha de ir restava a Ideo ir procurar um bar ou um café, algo razoavelmente frequentado para entrar pois se fosse demasiado desordeiro normalmente acabaria em confusão por culpa de bêbados e se fosse demasiado excluído o jovem iria sentir-se demasiado pressionado.

Assim que encontrasse algum lugar decente, o ladino iria abrir a porta e espreitar o interior antes de entrar pela porta adentro, ele não cumprimentaria ninguém pois não conhecia ninguém e não tinha grande intenção de fazer amigos na taverna cheia de bêbados e amantes de álcool, por fim ele tomaria um local ao balcão e esperaria que o barman lhe atendesse, sentado no banco com a sua mochila ao colo Ideo iria pegar no cantil de dentro da sua mochila e perguntaria ao barman se este não se importava de lhe encher o odre com água.

- Boa tarde. Hmm podia me fazer o favor de isto com água?

Ideo não via nenhum motivo para que o bareman negasse o seu pedido, enquanto esperava que o barman enchesse o seu cantil, o jovem aproveitaria para olhar para as pessoas em redor apenas para queimar um pouco de tempo, depois iria perguntar ao homem qual o local que ele sugeria visitar caso pudesse sair da cidade, poderia ser uma sugestão interessante que Ideo podia seguir visto que não tinha nada melhor para fazer.

Objectivos:
● Encontrar as minhas lindas vadias
☢ Entrar na classe de WereWolf (não morrer no processo nem ser desmembrado)
Ganhar mantimentos e tals... + mochila
● Ganhar uma joia brilhante e preciosa e brilhante ou dinheiro

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Sphynx em 12/1/2015, 12:07

Cartas Marcadas

*Três homens estavam a mesa quando Akira se sentou com eles, iniciaram uma rodada do jogo quando o Elfo que estava no balcão se aproximou, todos estavam concentrados, embora nem todos sabiam o que estavam fazendo, e quanto Ventus chegou puxando papo e se apresentou Akira se virou para o novo membro da mesa, por alguns segundos foi enfeitiçado pela beleza elfica, mas quando se deu conta de que aquele era um macho simplesmente sentiu repulsa e tomou a cerveja que restava em sua caneca em um só gole.*

*"-E como se joga.." mencionou o Elfo. Um senhor de tapa-olho sentado a esquerda de onde Ventus estava é quem explicou - Muito simples meu rapaz, esse é o jogo mais fácil de todos, você aposta 5 moedas e recebe algumas cartas. Cada um vai virando a carta na mesa, mas antes precisa dizer que carta é, se acertar leva a mesa! Esse é um jogo de extrema sorte! Se quiser se juntar a nós... Ventus se sentou e se apresentou, o homem do tapa-olho se chamava Farhn, os outros dois eram Trebol e Aroth. Akira também se apresentou juntamente com um monte de perguntas sobre magos apontando para o cajado do elfo e em seguida dando risada, Akira tentara fazer outra piada, mas nesse caso poderia ser entendido também como uma zombaria para o Elfo.*

*As duas jogadas que se passaram foram vencidas por Akira, que por pura sorte acertou as cartas sem nenhum tipo de trapaça. Entretanto sua ambição não seria satisfeita ali, os homens não eram tolos e também não tinham muito dinheiro para gastar, e o jogador conseguiu apenas 40 moedas no total.*




Surpresas


*Ideo se mantinha satisfeito com sua empreitada no mercado, havia conseguido mantimentos e alguns equipamentos do jeito que queria, então agora procuraria uma taverna para relaxar. Não foi muito difícil achar uma taverna, mas uma aberta naquele horário, já estava mais complicado, localizou uma e abriu a porta observou lá dentro uma mesa com algumas pessoas (muito estranhas por sinal) jogando, um albino enorme, um homem com uma aparencia delicada, um velho caolho, e dois bebados gordos, haviam também alguns soldados espalhados pelo local, mas pela primeira vez não se sentia receoso pela presença deles. Normalmente quando se via um, Ideo estava sendo perseguido por ele.*

*O jovem chegou ao balcão e pediu uma cerveja, em seguida solicitou que o homem do balcão enchesse seu odre de agua. - Mas que coisa não? Hoje é o dia de beber agua? Quem vem a uma taverna para beber agua?? O homem encheu o odre e voltou dando risada. - É sua primeira vez em Gil'ead? Só pode ser, para ter comprado algo do velho Gibs!*

*O Barban devolveu o odre para Ideo, mostrando a ele alguns detalhes - Esta vendo esse detalhe no meio do odre? disse apontando para o local - Isso é um remendo, e muito mal feito por sinal... seu odre estafurado... mas não se preocupe que não é um completo desperdicio... ainda consegue guardar quase 2 litros d'agua!! O barman agora não sorria, mas olhava para a mesa de jogos, quando foi questionado sobre possiveis lugares de se ir quando sair dali. - Sinto muito, mas nunca sai de Gil'ead, não conheço muitos lugares para se ir, mas talvez você possa ir até Teirm, dizem que lá possui algumas coisas bem interessantes trazidas do mar!!


OFF:
Na proxima narração colocarei o STATUS atualizado!

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Ventus em 12/1/2015, 13:45

Games and Researchs

Os jogos não faziam sentidos nem sequer entendia o porque das pessoas apostavam em jogos tão sem noção, mas como estava entre os humanos tinha que aceitar seus métodos de lazer.“ Acho que agora é a hora perfeita para tentar tirar alguma informação desses bêbados ” Já estava quase terminando minha caneca de água quando dei um pequeno gole e olhei para as pessoas naquela mesa, pelo visto o albino estava se saindo bem, mas não parecia saber o que eu desejava, na verdade não parecia que alguém ali soubesse algo do meu irmão afinal já estava procurando por ele a anos.

Durante toda a minha estadia no bar eu tentaria prestar atenção ao meu redor, observando a movimentação das pessoas ou de guardas que aparecessem no lugar, tentaria ficar atento para que não fosse pego surpreendido por ninguém ali, foi então que percebi mais uma pessoa entrando no bar, um humano que portava uma espada, ele parecia conversar com o balconista sobre alguma coisa não muito interessante, estava bastante entediado com aquele jogo então acabei prestando atenção no rapaz sem nem mesmo perceber do que estava fazendo, mas voltei minha atenção para a mesa e para as pessoas nela rapidamente e tentei puxar conversa na esperança de conseguir alguma pista de Vanitas.

- Bem parece que não estou com muita sorte hoje, mas e vocês algum de vocês tem alguma novidade ou algo interessante para conversarmos? Afinal esse jogo pode ser bem frustrante não é mesmo. –Fiquei ali sentado enquanto encarava minhas cartas esperando que algum daqueles humanos desse alguma informação útil para minha jornada “ Tudo que quero é alguma informação útil, qualquer coisa que possa indicar a presença de meu irmão, qualquer coisa suspeita.” Caso ouvisse algo que fosse interessante eu encararia a pessoa que estivesse falando com um sorriso do rosto, tentaria incentivar a pessoa a falar tudo que sabia e como já estavam bêbados provavelmente aquilo não seria muito difícil. - Oh que interessante mas será que é verdade? – Falaria para tentar manter o assunto na mesa caso surgisse algum, já sabia que aquilo funcionava afinal depois de tantos anos eu havia aprendido a me comunicar com os humanos. Caso nenhum deles tivesse algo que chamasse minha atenção  eu iria me retirar da mesa já que tinha nenhum sentido continuar ali se eu iria continuar perdendo dinheiro sem ganhar nenhuma informação útil para a minha jornada.- Desculpe meus caros amigos mas parece que não estou com muita sorte hoje, agradeço a companhia e pelo o entretenimento do carteado. – Levantaria a mesa e seguiria para o balcão. - Ainda não me apresentei não é mesmo? Me chamo Ventus Leafgreen. – Me apresentaria para o balconista e esperaria que ele se apresentasse. - Você tem recebido alguma novidade das outras cidades? Algum lugar com historias interessante talvez? Adoro uma historia de terror. – Diria me sentando no balcão mais uma vez.

Caso não conseguisse nenhuma informação útil das pessoas ali do bar eu sairia do bar e procuraria uma estalagem para que pudesse passar a noite, mas se o balconista tivesse alguma informação interessante eu ficaria e manteria a conversa como pretendia fazer na mesa de apostas, no entanto se na mesa fosse revelada alguma historia interessante eu permaneceria ali no jogo enquanto ouvia a historia daqueles bêbados.

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por GM.Dragon em 12/1/2015, 18:10

HOJE NÃO ESTAVA COM TANTA SORTE ASSIM

Hoje não estava com tanta sorte assim, pra começar o tal de Ventus nem  teve a gentileza de me responder as minhas perguntas, o que me levou a crer que minha piada não foi tão boa quanto eu pensei e também havia o fato de que nem um dos apostadores estava disposto a perder  muito dinheiro, esse é um dos fatores que me faz gostar mais de jogar jogos de azar de noite,de dia todos os jogadores são mais cautelosos, com minha experiência em jogos sabia que muito provavelmente iria perde mais do que fosse ganhar, graças a minha brilhante idéia de resolver pagar as bebidas,”Brilhante idéia, pagar bebidas para um bando de poços sem fundos, nesse ritmo minha próxima idéia vai ser  espancar o primeiro guarda que encontrar na rua ”,Um sorriso sarcástico surgiria nos meus lábios,”E para melhorar vou matar todos os guardas da cidade sem usar nem uma arma”.

Diferente do outro pensamento esse me deixaria com um gosto péssimo na boca e faria meu sorriso sumir de imediato, pois tinha me lembrado que não  muito tempo atrás eu havia me embebedado e perdido os meus bens mais preciosos, as minhas duas adagas, mesmo após um mês o seu peso ainda me fazia falta e toda vez que me pegava em uma situação de luta  levava minhas mãos involuntariamente até a cintura na tentativa de pegar o cabo das mesmas, mas infelizmente elas não se encontravam mais ali, isso faria com que eu arrastasse o meu como para longe de mim, mesmo que ele esteja vazio, me levantaria logo em seguida  recolhendo todo meu dinheiro e sem me despedir de ninguém.

Eu iria em direção ao atendente, e me sentaria na cadeira mais próxima disponível perto do atendente e falaria- Ei, amigo quantos é que te devo?- se fosse qualquer outra cidade eu não me preocuparia em pagar,mas nessa, onde acho que tem mais guardas do que civis, não é bom fazer muita confusão, meu tom de voz seria neutro e meu rosto não demonstraria nem um sinal de alegria enquanto falava, pois sabia que muito provavelmente sairia no prejuízo, quando o atendente me falasse quanto devo,  o pagaria sem tardar, mas não sairia do estabelecimento, me manteria sentado na cadeira.

Iria colocar meus cotovelos em cima do balcão e seguraria minha cabeça com minhas duas mão tampando minha visão e me apoiando nas mãos deixando meu rosto abaixado, nesse momento se alguém falasse comigo eu não responderia, pois eu não estaria mais no bar e sim viajando em minhas lembranças do passado, quando era menor assim como toda criança eu tinha sonhos de fazer coisas grandes, foi por isso que treinava com adagas desde de que consegui suportar o peso de uma, eu me tornei bom,não eu me tornei excelente em usar elas, pois eu tinha dedicação, eu queria me tornar algo mais, por isso apesar do meu  tamanho me tornei muito ágil, naquela época eu era imparável e já era melhor do que muitos guardas no uso da adaga e agora? Na onde foi parar toda a minha determinação? Eu nem ao menos treino mais, gasto o meu todas as minhas horas enfiado em bares e ganhando trocados que nem podem me dar uma vida boa, ”Será que depois de tanto tempo eu fiquei manso?Essa cidade  segura me deixou mais fraco?  ”
Devagar iria levantar minha cabeça  e olharia para o teto,” Tenho que sair dessa maldita cidade, Antes que perca minha vida toda aqui”, após isso abaixaria minha cabeça e a manteria reta, mais minha expressão seria de alguém determinado, ficaria mais um tempo no bar atento a minha volta, tentando ouvir alguém falar que queria viajar, nunca sai da cidade e queria companhia para pelo menos para a primeira vez, mas isso não iria me impedir de sair, se ouvisse alguém falando que queria viajar eu iria me aproximar dele( caso necessário se aproximar) e falar em um tom de voz normal-Oi, me chamo Akira e também quero viajar, que tal irmos juntos? Posso ser útil-, se não ouvisse ninguém falar que quer viajar, após algum tempo sairia do bar e iria para a loja de armas mais próxima”Primeiro preciso de uma arma”.

OFF: Mudei de objetivo, quero duas adagas normais e quero virar lobisomem também

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Sphynx em 16/1/2015, 11:07

Ataque



*A jogatina não estava do agrado de todos os jogadores, ao menos não de Akira e Ventus. O primeiro estava com sorte no jogo, mas por outro lado estava gastando grande parte de seu dinheiro pagando bebidas para os jogadores que realmente aparentavam ter uma sede insaciável; Ventus por outro lado havia se juntado a mesa com a intenção de obter maiores informações sobre seu irmão, mas igualmente estava sem sorte pois toda vez que tentava extrair alguma coisa um dos bêbados mudava de assunto e todos os outros davam risada e iam com ele, por fim ambos se levantaram da mesa, Ventus primeiro se dirigiu de volta ao balcão e perguntou o nome do Barman*

- Sim, sim, eu vi você se apresentando aos "jogadores"... eu sou Tresh! O Elfo questionou sobre possíveis novidades, de outras cidades - Bem, novidades? Acredito que não! Mas se quiser histórias de terror, ou presenciar alguma, vá para Dras Leona!!! Aquilo, segundo dizem, é o verdadeiro inferno!

*Logo que Tresh finalizou o comentário, Akira surgiu no balcão, questionando o quanto devia ao local e pagando logo em seguira. Foi então que a sorte, de certo modo, sorriu para Akira. - Pagar? Não há necessidade... Farhn normalmente deixa mais dinheiro no balcão do que realmente precisa!! Sempre esta pagando bebida aos jogadores, pelos meus cálculos ainda tem mais uma rodada por conta dele! Rapidamente pegou uma nova caneca e passou a Akira.*

*Ventus estava havia se levantado já disposto a sair da taverna e Akira estava feliz com o que havia ocorrido consigo, não era uma felicidade extrema, mas já era algo. Quando com um barulho muito alto a porta se abriu e dois guardas entraram arrastando um terceiro ensanguentado, o jogaram em uma mesa ao lado de onde os homens estavam ainda jogando - Precisamos de agua e panos limpos aqui Tresh!!! Rápido!!! O dono do estabelecimento saiu as pressas arrumando o que lhe foi pedido, um dos guardas que já estava no local se juntou aos companheiros enquanto os outros foram para a porta vigiar o local, no ferido o guarda lhe retirou a placa de peito e jogou de lado. Ela estava completamente destruída, aparentava ter sido arranhada por por um animal, mas pelas marcas com certeza era algo grande, muito grande por sinal*

- Onde foi que aconteceu isso? Questionou o guarda que já estava na taverna.

- Próximo ao portão sul, foi muito rápido!! Seraph se colocou de escudo para proteger uma senhora e seu filho... acertamos algumas flechas, mas a criatura fugiu...

- Era a mesma do mês passado?

- Não! Era outra... dessa vez era muito maior!!!

STATUS:


Ventus:

HP: 50
Energia: 125
Equipamento:

Cajado Élfico Rústico

Ideo:

HP: 90
Energia: 85
Equipamento:
- 200 moedas
Elucidator
Mochila Média
Odre 5 Litros
3 porções de ração diaria
6 pães
2 porções de tempeiro de caça
5 maças

Akira:

HP: 30
Energia:45
Equipamento:

+40 moedas

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por Ventus em 16/1/2015, 13:09

Hunting the Fear


Minha conversa com o barman Tresh havia sido mais produtiva que toda a minha interação na mesa de jogatina, Dras Leona era um nome familiar e até mesmo conhecido, me lembrava de Nohran um antigo amigo e um ladrão que vivia naquela cidade, nunca havia pensado em ir em tal cidade devido a todos os riscos não só da viagem mas também dos riscos que própria cidade em si fornecia “ Nenhum outro elfo jamais foi tão longe... e é exatamente por isso que irei para lá. ” Vi o albino que estava na mesa de jogatina conversando com Tresh, por um momento considerei me despedir do rapaz mas já que não tinha lhe dado atenção nem mesmo quando estávamos jogando porque eu lhe daria alguma agora. Segui caminhando para a porta do bar esperando começar uma viagem para Dras Leona imediatamente, quando cheguei na porta fui empurrado de volta para dentro do bar e vi dois guardas arrastando um outro que parecia bastante ferido.

- Precisamos de agua e panos limpos aqui Tresh!!! Rápido!!! – Me aproximei um pouco para ter uma visão melhor do que estaria acontecendo. – Onde foi que aconteceu isso? – O guarda da taverna questionou seus colegas, apesar de não me importar com humanos, aquela situação despertou meu interesse, afinal nunca esperaria ver um dos guardas da cidade mais segura do mundo ser derrubado de uma maneira tão brutal. - Próximo ao portão sul, foi muito rápido!! Seraph se colocou de escudo para proteger uma senhora e seu filho... acertamos algumas flechas, mas a criatura fugiu... – Gravei mentalmente aquelas palavras, agora minha curiosidade havia acordado e não tinha escolha se não sacia-la indo investigar o portão sul. - Era a mesma do mês passado? - Não! Era outra... dessa vez era muito maior!!! – Já havia escutado demais, não tinha interesse em ajudar no tratamento do guarda e muito menos atrapalhar afinal pelo visto aquele guarda havia se usado como escudo para proteger alguém e tal ato merecia meu respeito.

- Bem não vou atrapalhar vocês, se me dão licença eu vou mijar. – Deixaria minha caneca no balcão e sairia do bar, olharia para um lado e para o outro assim que estivesse do lado de fora do bar, queria observar a movimentação do lugar afinal um guarda havia sido ferido então não esperava nada menos que um caos na região. “ Para o Portão no Sul penso eu. ” – Tentaria seguir para o portão ao sul de Gil’ead, durante minha caminhada eu tentaria ficar bem atento ao meu redor, iria por meu cajado em mãos como se estivesse andando com uma bengala, se por acaso encontrasse algum grupo de guardas correndo para algum lugar eu tentaria segui-los a distância afinal não queria chamar muita atenção.

Acho que Dras Leona vai ter que esperar, mas que tipo de criatura consegue ferir um guarda de uma maneira tão brutal, isso é tão curioso, bem acho que só preciso tomar cuidado no final das contas. ” Deste de criança eu possuía uma visão aguçada e pretendia fazer uso dela agora, tentaria ficar atento a tudo a minha volta não queria acabar como o antigo guarda. Assim que chegasse no portão do sul eu olharia a minha volta e procuraria por algum rastro de tal criatura, marcas de garras, pegadas e até mesmo procuraria pessoas no local ou guardas. - Olá, você pode me disser o que houve aqui? – Perguntaria de maneira calma e serena para quem eu encontrasse, tentaria transmitir calma em minhas palavras enquanto eu fitava a pessoa nos olhos esperando uma resposta.

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Re: O Elfo e o Humano

Mensagem por GM.Dragon em 16/1/2015, 15:57

ATAQUE



Bom pelo menos meu dia não estava totalmente ruim, não perdi nada e ainda sai no lucro,"Acho que eu amo minha sorte" pensaria com um sorriso no rosto, mas minha sorte ainda não havia acabado, guardas abriram a porta carregando um que estava ferido,"sim perfeito justamente o que eu precisava para animar meu dia",embora contente tentaria esconder meu sorriso mordendo o lábia inferior.

Botaram o coitado em uma mesa, e pediram algumas coisas, que não dei a mínima atenção, estava mais preocupado em saber o que feriu ele, tive uma surpresa quando percebi que a placa do peito do guarda tinha sido destruído, pelo que aparentava ser o ataque de um animal,"Que animal tem tamanho poder?", embora curioso me manteria quieto,apenas escutando o dialogo deles.

Eu sabia varias coisas que aconteciam na cidade, devido a morar na rua e também a frequentar bares cheio de bêbados fofoqueiros, então procuraria em minhas lembranças qualquer informação a mais que pudesse ter,estava pronto para sair do bar mas antes iria entregar meu copo de cerveja na mão de um dos guardas e falaria-Toma passa nas feridas, isso pode ajudar a não infeccionar como morador de rua já fui mordido varias vezes por rato, e aprendi a passar álcool nas feridas, embora meu verdadeiro objetivo não fosse ajudar, mas sim ouvir os gritos de dores do guarda.

Apos entregar o meu copo para o guarda, não me importando se ele aceitasse ou não eu iria embora,"Vamos ver o quão grande esse animal é", se eu ouvisse os gritos de dor do guarda, viraria as costas para os guardas e daria um sorriso maligno,apos sair iria em direção a loja de armas mais perto que encontrasse.

Chegando na loja iria entrar com cuidado, caso a porta fosse menor que eu e sem falar com o(a) atendente iria para a adaga mais próxima, seguraria a mesma usando a mão direita para testar seu peso e em seguida observaria se a lamina estava afiada, logo em seguida seguraria pela lateral da parte afiada usando minha mão esquerda e jogaria para cima de modo que desse quatro voltas e caísse com a lamina caída para baixo, e tentaria segurar novamente a pela lateral da parte afiada, tentando assim parar a queda e não cortar minha mão, estava procurando uma adaga resistente e afiada,então usaria esse modo de teste misturado com exibição até achar uma que me agradasse.

Assim que achasse uma que me agradasse iria me aproximar da atendente e falar em um tom de voz normal-Quantos custa?- se o preço fosse acessivo, eu pagaria se o preço não fosse falaria todos os erros que encontrei na adaga, se mesmo assim não conseguisse pagar, iria para outra loja até que conseguisse pagar uma.

Uma vez que possuísse uma adaga guardaria a mesma na minha cintura e iria em direção ao portão sul, mas não por caminhos normais, iria por um caminho alternativo através de becos, tentaria sempre que possível me esgueirar nas sombras, manteria um ritmo de passos lento com cuidado extremo para não fazer nem um barulho, se encontrasse algo que fizesse barulho como folhas, primeiro colocaria a pontas dos pés e depois espalharia as folhas gentilmente até que meu pé coubesse por completo,tentando não fazer barulho com isso ou pelo menos o mínimo possível de barulho, se enquanto estivesse caminhando alguém olhasse em minha direção pararia tudo que estivesse fazendo na hora e tentaria me manter imóvel, tentando nem sequer mexer o olho ou respirar, pois sabia que os olhos são atraídos para coisas que se mexe e que os seres vivos costumam ver coisas que imaginam, se não imaginasse um brutamontes de dois metros se espreitando entre os becos dificilmente iriam me ver, a não ser que eu me mexesse e seus olhos fossem atraídos para mim.

Uma vez que o portão do sul fosse visível sairia do beco caminhando normalmente, mas ainda teria cuidado com o barulho de meus passos, chegando lá procuraria qualquer sinal de sangue,"O animal foi ferido não?será que ele deixou um rastro de sangue?"pensaria, enquanto observa o redor.

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