As peripécias dos Novos Titãs

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Mensagem por ADM.Noskire em 16/1/2015, 09:46

As peripécias dos Novos Titãs

Aventura de Jack E. Mclovin, Fëlsy & Bluesday.


Última edição por ADM.Noskire em 16/1/2015, 18:15, editado 1 vez(es)

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— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!

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Mensagem por Bluesday em 16/1/2015, 18:12

Yaaenia havia acabado de chegar em Teirm, pois estava a serviço ajudando um mercador vindo de Carvahall a ir para o porto para abastecer sua mercearia.

O sujeito provavelmente iria demorar muito pra encher a carroça e eles haviam marcado um ponto de encontro na saída da cidade. Com isso em mente a garota procurou alguma taverna para passar o tempo forrando o estomago e bebendo algo.

Quando avistasse alguma, adentraria imponentemente chutando a porta para fazer certo barulho ao abrir a mesma e seguiria até o balcão, se sentaria no banco e faria o seguinte pedido...

Vamos meu caro. Me sirva logo um assado de javali e uma caneca de hidromel. Não há tempo a perde, ande logo homem!

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Mensagem por Jack McLovin em 16/1/2015, 20:00

NARRAÇÃO

Após um dia de trabalho duro Jack iria comer algo, faltava pouco para saírem dessa cidade, iria conversar mais com sua amiga chamada Fëlsy e pensar nos detalhes, mas o fato era que estava tudo tranquilo, caminhando para um futuro onde tanto Fëlsy quanto Jack iriam alimentar a sede por aventuras, ambos tinham essa paixão e sendo assim combinaram em sair em uma missão bem inspiradora, iriam se encontrar na frente da taverna porem Jack chegou primeiro, não demorou muito uma bela mulher passa por ele e abre a porta de uma maneira bem diferente, o garoto não deve duvidas, iria logo tentar seduzir a tal mulher que estava chamando a atenção, mas não agora, iria falar um pouco com sua amiga e comer também, ver se a mesma estava acompanhada e tudo mais, já estava se cuidando mais para não sair da cidade de forma suspeita, estava fumando e olhava para os lados procurando por Fëlsy com sua visão.
     
NARRAÇÃO
Passou alguns minutos e já estava ansioso para ver como seria o encontro dele com a tal mulher nova que estava la dentro, pensou em como usaria seu charme, além disso o seu cigarro estava acabando, então era o momento de entrar no estabelecimento, iria esperar apenas mais um pouco e alem disso algo que dividia os seus pensamentos era a certeza que aventura iminente, realmente era o momento de sair dessa cidade, quem sabe o que poderia acontecer em um futuro próximo, a incerteza era mesmo excitante para o ladino, sorrindo sem perceber o mesmo estava com muitos planos em sua mente, muitos tinha haver com a tal missão, outra com mulheres, muitas festas dias de glorias iriam surgir.
     
PENSAMENTOS
"hum.. será que consigo me tornar um herói renomado com muitas mulheres me perseguindo e querendo ter mais filhos comigo, por falar nisso estão nascendo muitos nessa temporada, isso pode ser perigoso pra mim se os maridos descobrirem, ou se as mulheres quiserem me por na coleira, bom de qualquer forma, meus filhos estão bem com suas mães e por que não falar seus pais, por que eles que vão criar, espero que eles sejam aventureiro igual ao pai, bom.. deixa eu ver se Fëlsy esta vindo.. essa missão tem que ser bem bacana”

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Mensagem por Fëlsy em 17/1/2015, 19:07


Não era exatamente fácil andar escondida ao andar naquela cidade, e para ser honesta, Fëlsy não fazia a menor questão de se esconder, prova disso era que seu disfarce não era exatamente um dos melhores, ela gostava de andar pelas ruas da cidade e observar os transeuntes.

Haviam dias desde que ela encontrara um desmemoriado Jack, e isso a aborrecia deveras. Suspirou aquela noite deveria, se encontrar na taverna e discutir detalhes da missão que partiriam em breve, hoje, esperava encontrar o contratante na taverna também, ele passaria os detalhes do que deveriam fazer.

Não havia dito sobre isso a Jack, honestamente, ela não acreditava que fosse fazer qualquer diferença se ele soubesse. Ela sorriu irônica enquanto caminhava em direção da taverna para encontrar o humano.

Assim que chegou, o viu terminando de fumar do lado de fora do local o localizando com aquele ar de quem pensava muito. Sobre pensar, ela tinha dúvidas sobre isso. Caminhou até ele, o cumprimentando.

- Mclovin... O que faz aqui fora? Já arrumou confusão dentro da taverna? Seria a quarta ou a quinta vez da semana? - ela falava de maneira irônica e divertida, apesar de nenhum sorriso chegar a seus lábios - ou será alguma de suas amantes lá dentro? - ela sabia que os dois haviam combinado de se encontrar ali fora, mas é como dizia aquela ditado " a gente perde o amigo... jamais a piada" - vamos entrar talvez o contratante esteja lá dentro nos esperando já.

Ela dissera aquilo sem aguardar muito por Jack adentrou o lugar, observou se veria o contratante ali, e indo se sentar em uma mesa vazia.

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Mensagem por Pan em 20/1/2015, 20:35

A Beautiful Miss and a Destined Meeting?


Já faziam algumas horas que o sol levantara à leste de Teirm e já iluminava boa parte da cidade. Muitos dos moradores já haviam saído de suas casas, caminhando nas ruas, indo trabalhar, fazendo suas atividades matinais, lojas já estavam abertas e, é claro, grande parte dos bares e tavernas já estavam (ou ainda estavam) com clientes. Alguns, que passaram a noite bebendo, estavam adormecidos sobre o balcão ou mesas, e alguns até mesmo no chão. Uma mulher adorável andava com o avental preso na cintura e com uma bandeja na mão com um grande caneco na mão cheio de cerveja espumada. Ela estava indo para uma mesa próxima à porta e, quando descansou o caneco na mesa de um homem quase desmaiado, ouviu um estrondo: a porta se abriu tão rápida e bruscamente que a fez soltar um gritinho agudo de susto e, na sequência, fez alguns dos bêbados acordarem resmungando.

Uma grande quantidade de luz entrou pela porta o que fez apenas uma silhueta feminina, um pouco sombria, aparecer. A luz, é claro, incomodou aqueles que acordaram pelo barulho, e eles só reclamavam mais por causa de seus olhos que doíam. Porém, para Yaaenia, a atendente aparecia perfeitamente. Seu cabelo longo e negro caía sobre seus ombros numa trança lateral, sua pele era pálida. Os lábios eram finos e rosados e estavam semiabertos por causa do grito e os olhos, dourados e com um brilho místico, estavam semicerrados por causa da luz que vinha de fora. Ela era um pouco mais baixa que Yaaenia, deveria ter cerca de 1,65, mas seu corpo era bem formado, com os seios avantajados e destacados pela blusa justa e o corpete de couro. Era impossível não se encantar com sua beleza eminente e, até mesmo, se hipnotizar por ela.

Depois que a porta se fechou, aquela magia se foi. A luz fraca e sombria daquela taverna tomava conta novamente do belo rosto da jovem menina que logo colocou a bandeja sob o braço e foi para atrás do balcão, atender a jovem que entrava. Com a pouca iluminação, pouco se via do rosto dela e isso incomodava um pouco a atendente - para ela, Yaaenia possuía um ar misterioso.

Como posso ajuda-la, senhorita? — indagou com a voz angelical e sedutora que poderia se esperar dela.

—  Vamos minha cara. Me sirva logo um assado de javali e uma caneca de hidromel. Não há tempo a perder, ande logo mulher!

A menina logo começou a se mover, adentrando uma porta atrás do balcão para voltar minutos depois, com um prato e talheres, colocando-os na frente da garota. Ela se adiantou para, também, pegar uma garrafa de tamanho mediano e colocar perto do prato.

Espero que goste. — Ela fez uma leve reverência e começou a fazer outra coisa.

Ela era muito misteriosa e bela, com certeza ganhava muita gorjeta dos clientes mais bêbados e cantadas dos mais pervertidos.

Ainda dentro da taverna, em uma das mesas no canto, um homem encapuzado e deveras suspeitos estava bebericando uma caneca de cerveja escura. Ele lançava olhares constantes para Yaaenia, como se a conhecesse, como se a quisesse matar, como se ela lhe devesse algo a muito tempo. Os olhares do homem começavam a deixar a menina desconfortável, mas ela passou a ignorar aquilo quando um homem, claramente bêbado e fedido, sentou a seu lado. Com um sorriso idiota nos lábios e as bochechas vermelhas por causa do álcool, seu estado não era dos melhores.

Bom dia bela senhorita, ihc. — Ele soluçou e isso fez o baço desagradável dele chegar às narinas da menina. — A senhorita está sozinha? Talvez eu pudesse—

Ele começou a falar e parecia querer fazer algum tipo de avanço nela. Quando ele insinuou isso, o homem encapuzado fez menção de se mover, porém no instante em que ia se levantar o bêbado se calou, e de repente um homem surgiu as suas costas. Um homem alto, semelhante a menina, a pele pálida e os cabelos tão negros quanto a noite. Ele segurava o ombro do bêbado com força e parecia ameaçador.

Esses bêbados ficam sem controle depois de um tempo. Peço perdão por isso, senhorita. Farei questão de que esta comida e bebida serão por minha conta. — Um brilho místico surgiu nos olhos dourados e ele abriu um pequeno e fino sorriso nos lábios pálidos. — Sou Falsen Partell, proprietário desta taverna. É sempre um prazer ter uma bela dama como você conosco, apesar de raro. — Ele pegou sua mão e beijou-a. Sua pele era muito fria. — Você seria...? — indagou logo após. — Um belo nome para uma bela dama. Fique à vontade, você terá bebida por minha conta.

Depois daquilo, o bêbado saiu de perto da moça e voltou para uma mesa aleatória.

Falsen, por sua vez, também saiu de sua frente, a roupa simples feita de tecido e botas de couro lhe davam uma aparência agradável, porém a altura, os ombros largos, os braços aparentemente fortes e o peito estufado dava-lhe uma aparência impune e temível. Aquele homem era estranho, aparecera do nada, a jovem menina nem sequer havia ouvido seus passos ou visto ele adentrar o estabelecimento — a porta não havia sido aberta, daria para perceber! Mas dera comida e bebida para ela de graça e talvez aquilo fosse o suficiente.

Kaanäh, alguma notícia dos nossos amigos? Eles já chegaram? — indagou para a menina atrás do balcão num sussurro.

Não, papai. Eles ainda não chegaram, mas devem estar perto. Posso sentir seu cheiro daqui — respondeu a menina em outro. Pareciam querer deixar aquile assunto no sigilo, porém, considerando a audição apurada de Yaaenia e a proximidade dos dois, ela pôde ouvir perfeitamente cada palavra.

Se houvesse algum trabalho a ser feito, talvez ela pudesse se oferecer a dar auxílio, também, talvez, uma vez que ainda assim precisasse de dinheiro.

Já do lado de fora da taverna, não muito depois da chegada de Yaaenia, o jovem Jack chegou à porta onde ficou parado, esperando por sua aparente amiga e parceira de negócios. Quando estava chegando pôde ver de relance a silhueta da menina abrir a porta num estrondo e entrar logo após, ficando interessando instantaneamente por ela, já colocando-a em sua lista de galanteio. O último cigarro dele havia ido no dia anterior, mas em sua mente ele fumava, o que o fazia ficar mais tranquilo. Enquanto imaginava como faria para seduzir a mulher que viu entrando, ele tropeçou numa pedra no chão que o fez cair e bater o rosto, fazendo um corte na lateral da boca e um pequeno filete de sangue sair dali, junto de outros pequenos cortes e a sujeira na roupa. Seu nariz, em especial, doía muito.

Deixando isso de lado, ele se levantou e não demorou a se recompor. Quando chegou na porta da taverna, estava pensando em como seria aquela suposta missão, como poderia prosseguir, como seria sua vida depois daquilo, será que viraria um homem de renome? Será que ele se casaria e teria filhos? Será que as mulheres com quem ele já se relacionou teriam filhos dele? Será que seus maridos descobririam? Muitas perguntas o rondavam mas ele possuía poucas respostas.

Foi tirado de seus pensamentos quando a jovem e bela fada, Fëlsy, com suas belas e longas madeixas ruivas, se aproximou dele e começou um breve diálogo que foi realmente muito breve. Sem se prolongar muito, ela falou para eles entrarem e, sem esperar respostas, adentrou o local. Quando a porta se abriu, fez um ruído mínimo e um pouco da claridade do lado de fora entrou para logo se extinguir. Ela lançou breves olhares pelo estabelecimento a procura do contratante a o viu. Ou deveria ser a viu? Assim que a fada entrou, sem que ninguém além do que seu pai percebesse, a jovem atendente fungou o ar e sentiu o cheiro da fada penetrando suas narinas. A menina lançou um olhar para o pai, indicando que eram eles, e o homem abriu um largo sorriso.

Quando a jovem Fëlsy se sentou numa mesa próxima do balcão, sem sequer reparar na presença de Yaaenia ou dos outros bêbados, Falsen foi para a mesa e se sentou de frente para ela. Ele começou o diálogo sussurrado:

Você deve ser minha jovem mercenária... É um prazer conhecê-la. Creio que nomes não precisam ser trocados aqui. Tome isto. Tem todas as informações que você precisa, os detalhes da missão, a recompensa e o local onde será realizada. Não faça perguntas, apenas siga o seu trabalho. Tome, isto é um pequeno adiantamento. — Ele colocou sobre a mesa uma pequena bolsa que, pelo tintilar, tinha moedas dentro. Provavelmente uma quantidade de 500 moedas. — Conto com sua ajuda neste pequeno problema, senhorita. — Ele tornou a falar alto, como se quisesse disfarçar. Se levantou, acenou com a cabeça e saiu.

Junto com o pequeno saco de ouro, vinha um pedaço de papel surrado. Segue como ele estava:


Olá.
Aqui eu darei algumas informações sobre sua missão.
Sua missão é assassinar o Capitão do navio que chegará esta noite no porto e pegar a chave que estará na segunda gaveta de sua mesa. Nada mais será necessário, porém, haverão muitos soldados lá então é necessário ter cuidado. Lembrem-se: Matem qualquer um que estiver no caminho, mas seu alvo é o Capitão.

Sua recompensa será de 9.000 Moedas.
O navio atracará às 20h em ponto, porém, não quero que isso aconteça enquanto ele está na cidade. Vão para a praia a leste, é de onde ele virá. Às 19:30h ele deverá está passando por ali, vocês terão que invadi-lo e naufraga-lo. Não sei como, apenas façam seu serviço e serão recompensados.

Desde já, estejam avisados.


Lida a carta, bastava Fëlsy decidir o que faria. Por causa de sua audição, Yaaenia foi capaz de ouvir o que o homem falara para Fëlsy e ainda pôde ouvir o tintilar das moedas que foram colocadas sobre a mesa de forma delicada. Ela poderia tentar entrar naquela missão ou poderia simplesmente segui-los e rouba-los mais tarde, se assim fosse capaz, mas aquilo a daria dinheiro se assim cooperasse. Ela não parava de sentir um olhar sobre si e a menina do balcão, identificada por ela como Kaanäh, tinha uma expressão apreensiva para com Fëlsy.

Aquele encontro poderia ter sido escrito há muito nas estrelas ou poderia ter sido coincidência, mas fosse o que fosse, eles estavam conectados de alguma forma.



OFF:
Bem, vamos lá. Primeiro post é sempre o mais difícil, eu sei como é, e fui informada que vocês estão se adaptando ao estilo do fórum, okay, mas alguns de vocês cometeram alguns erros. Deixarei eles separados em spoiler para cada um.
Ah, e fiquem atentos à esta NPC da taverna em especial, ela vai ser muito importante para o seguimento da aventura. Apesar do pai dela estar comandando tudo, fiquem de olho nela.
Interajam entre si. Já tá todo mundo junto, só falta vocês realmente se encontrarem e conversarem. Boa sorte.

E não se esqueçam: Sigam o fluxo. Isso é muito importante.

Blues:
Eu alterei sua fala pelo fato de ser uma mulher, coisa que você deveria ter feito, fosse colocando um artigo definido para o caso de mulher ou falando que sua fala se alteraria caso fosse uma mulher. E revise seus posts, eu encontrei alguns erros nele.
De resto, seu post está razoável.

Ah, e sim, tem uma pessoa te perseguindo e não, você não percebe. Você se sente desconfortável e se sente observada, mas não sabe que tem alguém te seguindo. Quero deixar isso claro.
Deixe ele por minha conta, ele será importante, então apenas siga com seus planos.


Jack:
De todos os três, você foi o que mais errou.
Você cometeu alguns God Mode's e isso não é certo. Não sabe o que é God Mode? Simples: God Mode é falar que fez algo ou confirmar algo que você não tem poder. Quer exemplos?

"[...] iriam se encontrar na frente da taverna porem Jack chegou primeiro, não demorou muito uma bela mulher passa por ele e[...]"

Isso é seu erro. Você confirmou que chegou antes da Fëlsy e, teoricamente, da Yaaenia na taverna. Você postou antes, okay, mas isso não lhe dá o direito de dizer que chegou primeiro. Você pode ter postado primeiro, mas poderia acontecer um imprevisto e você chegou depois ou foi parado no caminho. Talvez eu até mesmo pudesse fazer a Yaaenia ir para outra taverna e não essa. Você deve considerar apenas o que pode.

Se você acha que é só isso o que você fez, está enganado. Vamos para mais um trecho do seu post:
"[...] estava fumando [...]"¹
"[...] usaria seu charme, além disso o seu cigarro estava acabando, então era [...]"

Primeiro: Você não podia falar que tinha cigarro. Seu inventário está vazio, você não tem nada além do seu dinheiro. Apenas. Só isso. Logo, você não tinha cigarro, não estava fumando e, o pior erro: o cigarro não estava acabando.
Segundo: Mesmo se você tivesse cigarro, não cabe a você dizer se ele está ou não acabando. É o narrador. É trabalho dele controlar esse tipo de coisa. Não seu. Você não tem esse poder aqui.
Em suma, você poderia, no máximo, falar que tentaria achar cigarros nos seus bolsos, mas não diria se achou ou não, porque não está na sua ficha então seria minha função dizer que você não achou.

Tudo bem, você não é acostumado com esse sistema, mas eu não irei passar a mão na cabeça e ensinar tudo bonitinho, isso é trabalho de orientador. Eu vou seguir essa aventura supondo que você já conhece o sistema, porque se você quisesse aprender, faria uma Mini-Aventura.

E revise seus posts, rapaz, porque pelo amor de Deus, faltam várias acentuações e pontuações. Tenha certeza de melhorar sua ortografia. Você também fez poucas ações, muito poucas mesmo. Não pude aproveita-las tanto quanto pude aproveitar as da Yaaenia. Tente interagir.

PS: Sobre o tombo e a perda de HP, eu consultei o ADM, ele disse que eu poderia lhe aplicar uma penalidade por cometer God Mode.


Fëlsy:
Fëlsy, tenho que dizer: Você está de parabéns. Você não cometeu erros significantes, só que peço que você também revise seus posts. Apesar dos erros serem poucos, você repete as palavras em um curto período e isso torna a leitura chata.
Mas você também esboçou poucas ações. Você iria entrar na taverna, ia ver ser encontrava o contratante, se sentaria e após isso, o que faria? Falaria com o contratante? Esperaria ele vir até você? Leia as entrelinhas, faça todas as ações possíveis.

Histórico da Aventura:
Nome do Player: Yaaenia
N° de Posts: 1
Desvantagem: Vício: Seiva de Árvore (1/10)
Ganhos: N/A
Perdas: N/A

Status:

HP: 70
ENERGIA: 145

Inventário:

Empty


Histórico da Aventura:
Nome do Player: Jack E. McLovin
N° de Posts: 1
Desvantagem: Vício: Cigarro (1/10)
Ganhos: Dor no nariz (1/10)
Perdas: N/A

Status:

HP: 50 - 5 (pela queda) = 45
ENERGIA: 75

Inventário:

Empty


Histórico da Aventura:
Nome do Player: Fëlsy
N° de Posts: 1
Desvantagem: -x-
Ganhos: N/A
Perdas: N/A

Status:

HP: 80
ENERGIA: 90

Inventário:

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As peripécias dos Novos Titãs Empty Re: As peripécias dos Novos Titãs

Mensagem por Bluesday em 22/1/2015, 22:49

Nada como fazer alguns bêbados acordarem pra vida. Algo que por sinal Yaaenia tinha o costuma de fazer, pois em sua vila, ela tinha o hábito de fazer esses tipos de coisas.

Ao adentrar no recinto, estreitou os olhos e analisou o local, se dirigindo então para o balcão, que logo fora atendida por uma jovem.

Rhul? Eu chamei por um homem. Garotas não deveriam ficar servindo um bando de vagabundo que dormem no próprio vomito.

A maga se indignou com aquilo, mas não tinha outra forma e fez seu pedido. Sem delongas, a mocinha fora preparando o balcão para a refeição da maga, e lhe trazendo a desejava garrafa de hidromel. Yaaenia não esperou que ela pusesse a garrafa totalmente no balcão, e já fora apanhando para si, trazendo o bico da garrafa até sua boca, e com uma dentada com os dentes laterais, Yaaenia arrancou a rolha, liberando passagem pro líquido passar. Em seguida cuspiu a item retirado. Deu uma leve farejada no aroma da bebida e logo deu seu primeiro gole, que durou três segundos ingerindo hidromel.

A jovem beberrona apenas cessou as goladas, pois para seu desprazer, sentiu algo estranho e um sujeito imundo sentou-se a seu lado.

O que tem de bom? — Retrucou com um olhar frio e um tom de voz bruto — Caia fora daqui idiota. Estava muito bem sozinha, até sua incompetência chegar.

Após as intimidações da maga, um outro sujeito apareceu. Parecia querer ajudar. Não que Yaaenia precisasse desse tipo de cortesia, pelo contrário, ela já estava cogitando abrir um buraco no piso que o fedorento ficava de pé. Iria deixar ele cair dentro de um buraco e tamparia o mesmo la dentro, até que ela encerrasse com sua refeição.

No entanto, o aparecimento do homem que se apresentava como Falsen Partell, fora útil para seus bolsos, que por acaso haviam poucas moedas sobrando. Entretanto a atitude do dono da taverna, foi um tanto inusitada para Yaaenia. Jamais algum homem havia pegado em sua mão para beija-la.

Yaaenia... — Respondia com uma expressão de surpresa e deboche — Não se preocupe. Já estou aproveitando.

E o Mr. Partell se retirava, juntamente do bêbado, deixando agora a morena com sua bebida por conta da casa. Deu dois bicos e ouviu uma conversa paralela. Era a voz do gentil anfitrião da taverna e a sua filha, que no caso, Yaaenia já suspeitava que fossem parentes.

Entre alguns pedaços do assado que a garota comia com as mãos e goles que a maga bebia com vontade, a porta se abriu. Entrava um rapaz com cara de panaca e uma garota com uma expressão entediada.

Yaaenia os observava de canto de olho, mas retornava a seus afazeres, afinal seu estomago era mais importante no momento. Porém alguns segundos depois a maga é novamente pega por conversas na taverna. Mas dessa vez algo mais incomum.

" Mercenária? Interessante. "

De fato intrigante ver uma jovem delicada nesse ramo. A maga até pensou em se intrometer na tal missão, afinal ela adorava dar uma bela surra em algum marmanjo, como o bêbado intrometido, porém mercenários costumavam matar, assassinar alguém não era de seu feitio. No entanto, ela não tinha muito o que fazer até voltar para Carvahall. Talvez ficar de olho na tal mercenária que não demonstrava ser uma, poderia dar a ela, algumas horas de entretenimento.

Com isso em mente, Yaaenia iria esperar a ruiva se retirar, para logo ela mesma também fazer o mesmo.



Info:
1° Lamento, mas eu não cometi erros. Tudo que eu faço, é por um motivo, ou seja, eu já tinha em mente se fosse uma mulher ou que poderia atender a Yaaenia. Mas eu sigo a personalidade da minha personagem, o que me obriga postar a fala daquela forma.

2° Ter nível Pasquale em gramática, não irá tornar meu post "Ruim", "Razoável", "Bom", etc. Foi apenas um post simples e direto, focado no que interessava. Lembre-se, um bom post é referente a interpretação, e não o quão ele foi bem escrito. Exemplo disso, é os próprio livros que lemos e que alguns ganham prêmios de best seller. Ganham por que tem boas histórias e cativam milhares de leitores, e não porque aquele acento foi colocado no devido lugar.

3° Joguei por muito na porcaria do oprpg e do hxh. Conheço o sistema tosco da aliança e seus mimimi.

4° O Jack cometeu erros no sistema e no português (até avisei ele sobre a gramática), normal isso. Entretanto você poderia ter feito uma abordagem mais tranquila, e menos critica. No oprpg eu também não fiz mini-aventura, não serão bem elas que vão mudar a forma de alguém jogar nesse sistema.

5° O Jack desistiu do fórum e você sabe o motivo. Como falei, joguei no oprpg, e apenas não desisti no primeiro post que fiz, pois quem me narrava era um conhecido de outro fórum. Mas o que fez a diferença, foi a forma dele chegar em mim e falar que teria que mudar certos detalhes no meu post introdutório para não dar problema na avaliação.

Resumindo... Faça o que bem entender com o Jack a partir de agora. Mate, torne npc, etc...

ps: foi uma puta frescura do Jack ter saído por esses motivos, eu sei. Tentamos convencer ele a continuar, mas ele não quis mais saber. Então infelizmente teremos que seguir em frente sem ele, o que é bem chato, pois já tinha as ideias tudo formadas e ele estava bem animado com o tema do fórum.

6° Por fim é isso. Não se sinta ofendida com o que acabei de dizer, apenas mostrei meu ponto te vista. E gostei do primeiro post feito, espero que possamos continuar com o bom desenvolvimento.

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Mensagem por Fëlsy em 23/1/2015, 23:19

Após sentar numa mesa próxima ao balcão, Fëlsy viu um humano, se aproximar e sentar-se a sua frente, ela o olhou quase questionando o que raio ele desejava ali, mas o homem não perdeu tempo e se apresentou com o contratante que ela viera encontrar junto com Jack.

Ela apenas balançou a cabeça diante das afirmações que ele fazia, para a jovem, ele parecia certo de quem ela era e isso a deixava desconfiada. Entretanto, a forma objetiva e rápida que ele falara e a entrega do pequeno adiantamento, diminuíram as suspeitas da fada.

Obviamente aquele não era o local para se contar moedas, apenas as retirei da mesa evitando expo-las além do necessário. Olhando o saco, após a saída do homem, ela notou um pedaço de papel e o leu rapidamente.

As informações a fizeram sorrir brevemente, aquele era o tipo de coisa que a fada gostava: matar, matar e matar, e se fossem humanos tanto melhor. E o valor da recompensa não estava ruim, ela tinha liberdade de matar quem se opusesse e isso era excelente. Dessa vez e sorriso, chegou ao rosto da fada, aquilo a deixara bastante satisfeita. Meros segundos que antecipavam o prazer da morte que ela imaginava que ocorreria naquela noite.

Fëlsy passou o papel para Jack, em seguida se pôs a falar, de forma baixa, para que apenas ele a ouvisse.

- Temos que ir Mclovin, enquanto caminhamos para a praia podemos traçar um plano, o jantar deverá ficar para depois.

A fada esperaria o que ele diria, e se não houvesse oposição iria na direção da saída. É... aquele parecia ser o tipo de missão que agradava o espírito irascível da fada.

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Mensagem por Pan em 5/2/2015, 16:37

Second Verse


Assim que se deu conta do que se tratava a conversa, Yaaenia ficou receosa se interferiria e ajudaria ou não a jovem e aparente delicada menina, que se apresentava ser uma mercenária. Quando percebeu que não havia mais nada de interessante para ela fazer na cidade, simplesmente decidiu que iria participar daquela missão a qual não fora convidada.

Fëlsy, por outro lado, se adiantava pegando o saco de moedas com cerco cuidado para não chamar atenção, concluindo que aquele não era o melhor lugar para conta-las. Se aproximando de seu companheiro e anunciando que deveriam planejar o que fariam na praia, eles já se preparavam para sair da taverna. Porém, antes que fosse capaz de abrir a porta, ela foi parada quando a jovem atendente a chamou:

Senhorita, espere! — Ela vinha apressada na direção da fada — Deixou isto cair. — Quando chegou perto de Fëlsy, lhe entregou um pedaço pequeno de papel surrado e sorriu de uma forma cúmplice, voltando para trás do balcão.

Obviamente, aquele papel não pertencia a fada e ela definitivamente não o deixou cair, isso somado com a estranha mensagem que provavelmente foi escrita às pressas faziam suspeitas serem levantadas. No interior da carta, estava assim:


Me encontre na praia, pertos pedras, ao pôr-do-sol.
Tenho algo importante a lhes dizer sobre esta missão.


Naquele momento, Fëlsy tinha duas opções: ignorar ou levar a sério. Poderia ser tanto verdade quanto mentira o que estava lá, assim como poderia ser algum tipo de armadilha. Mas, se fosse verdade, que informação importante seria esta da missão? Seria realmente tão importante que o próprio contratante não se deu ao trabalho de comentar? Não importava como se olhasse para aquela situação, era muito estranha.

Voltando a sair pela porta, Jack começou a dizer, animado:

Isso vai ser incrível! Vamos chegar lá e socar a cara deles!

Começava dizendo isso, para então seguir com um discurso sobre como aquilo seria demais, como faria eles serem conhecidos e coisas que, provavelmente, não importavam para a fada.

Assim que os dois saíram do estabelecimento, Yaaenia se levantou - sem precisar pagar - e saiu logo após, seguindo os dois que para o portão sul, enquanto Jack falava qualquer coisa sobre como iria socar a cara dos alvos deles. Porém, o que não era esperado, era que o homem que estava observando Yaaenia dentro do bar se levantou também, saindo atrás dela. Ele se mantinha nas sombras das casas e a jovem não conseguia perceber que estava sendo seguida por estar seguindo a dupla de mercenários.

Durante a caminhada, antes de chegarem à saída da cidade, Fëlsy e Jack avistaram uma pequena loja onde podiam ser vistas algumas armas na vitrine, obviamente uma loja de armas. E, bem de frente para ela, se encontrava uma loja com um letreiro em letras vermelhas escrito "Caldeirão Místico". Se alguém se aproximasse, seria possível ver vários saquinhos com variados tipos de ervas e utensílios mágicos, tais como cartas, ossos e algum tipo de mel ou gosma, talvez seiva de planta ou algo assim. Era difícil conseguir enxergar mais adentro da loja por fora, uma vez que lá dentro parecesse ser mal iluminado, o que dava um ar sombrio e místico ao local.

Assim que passaram de frente para a loja de armas, Jack olhou de relance para o lado e viu uma bela adaga, a lâmina era prateada e meio curva com detalhes em vermelho; o cabo era também prateado e possuía uma espécie de cruz encravada nela. Ele realmente ficou impressionado com aquele artefato, porém, seu preço era imensurável para ele. Mesmo assim, ele se virou para a fada e disse:

Fëlsy, já que vamos enfrentar um bocado de caras, que tal nos armarmos? Quer dizer, vai facilitar as coisas — disse.

Ele olhava-a com expectativa e esperava que ela não fosse contra. Se ela não concordasse, pedir para que esperasse alguns instantes e logo voltaria com uma simples adaga em mãos; se ela concordasse e adentrasse a loja junto dele, veria seu interior melhor. O local era muito bem iluminado, sendo até mesmo irritante, pois a luz batia nas lâminas expostas e acertava os olhos dos clientes. Lá haviam vários tipos de armas, desde a mais simples adaga, até o mais trabalhado cajado mágico. A loja era separada por tipo de armas, de um lado estava as prateleiras das adagas e outras armas pequenas e leves, do outro armas de peso mediano, como espadas e maças. Nas paredes estavam cajados e arcos, e em uma área específica haviam aljavas de flechas. No fim do corredor, um balcão se estendia onde um homem que parecia alto estava sentado. Ele era forte e tinha cabelo e um bigode, que se juntava na lateral do rosto indo de encontro ao cabelo, loiros. Os olhos azuis eram atentos e ele possuía um sorriso no rosto. O chapéu em sua cabeça tampava parte do cabelo. As mãos estavam juntas e ele olhava para os dois que acabavam de entrar com expectativa.

Yohou, bem vindos à loja do Mark. Eu sou o Mark — Dizia assim que eles entraram. — Fiquem à vontade — terminou.

Já, se ela não decidisse comprar nada, poderia seguir seu caminho normalmente após Jack voltar com uma adaga presa à cintura.

Já do outro lado, na aparente loja de itens mágicos, se Fëlsy ou Yaaenia decidissem entrar, dariam de cara com um local pouco iluminado. Possuía um cheiro estranho, a mistura de especiarias conhecidas com lavanda, e mais algumas coisas que era difícil identificar. A loja tinha várias mesas com tampas de vidro, mostrando tipos diferentes de ervas e coisas do tipo. Em outro lado, haviam varinhas de madeira de tamanhos variados. Cada coisa tinha um pedaço de papel com um preço, variando de apenas 50 moedas até absurdos 1.500 moedas. No fim da loja havia um balcão pequeno, onde havia uma pequena tocha posta à parede - uma das únicas do local. Lá, uma senhora estava sentada. O rosto era meio enrugado, mas os cabelos eram negros e o corpo era firme e reto. Seus olhos cinzentos estudavam cada pessoa que entrava, eles transmitiam inteligência e frieza, além de quê, se olhassem bem, veriam um brilho mítico neles.

Bem vindo(s), caro cliente(s) — diria quando eles entrassem. A voz era baixa, parecia mais que era coisa da cabeça deles do que ela falando. — Vocês tem algum pedido específico? — indagava. Sua voz era uma mistura de doçura e frieza e ainda parecia um sussurro dentro da cabeça de quem escutava.

Dali em diante, eles poderiam seguir seus caminhos como haviam planejado. O sol ainda estava alto no céu e parecia que ainda faltavam algumas horas para anoitecer.


****


Na praia, dois bêbados caminhavam sorridentes, cantarolando músicas animadas. Um deles tropeçou no próprio pé e acabou caindo em cima do outro, fazendo ambos rirem muito juntos. Eles conversavam algo incompreensível, em meio a soluções e arrotos. O que havia caído primeiro se levantou cambaleante, dando a oportunidade para o segundo se levantar, também tonto. Quando o segundo se levantou e olhou para trás, chamando seu companheiro, seu olhos se arregalaram em desespero.

Ele havia sumido.



OFF:
Sinto muito pelo Jack ter saído. E sinto ainda mais se foi por causa da minha abordagem pouco convidativa.
Fëlsy, como suas histórias eram combinadas, proponho que ele se torne seu NPC acompanhante, se assim você quiser.

Dei a oportunidade de vocês adquirirem armas e, no caso do Blues, saciar o vício. Depois daqui vai ser meio complicado conseguir tais coisas.

Dono da Loja de Armas:
As peripécias dos Novos Titãs Oaken-jpg_225247


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Perdas: N/A

NPC's: Jack McLovin - Um rapaz que conheceu há alguns anos. Está a acompanhando em suas aventuras.

Status:

HP: 80
ENERGIA: 90

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As peripécias dos Novos Titãs Empty Re: As peripécias dos Novos Titãs

Mensagem por Fëlsy em 6/2/2015, 19:31

Já se preparava para sair da Taverna acompanhada de Mclovin, quando Fëlsy ouviu o grito de uma garota, o que fez a fada encara-la com ar questionador, ainda mais com a historia do papel que deixara cair.

Certa impaciência brilhou no olhar da fada e ao mesmo tempo pegava o papel sem agradecer a garota, no mínimo estranha que se apresentava, de certo os humanos eram estranhos e aquela forma de agir, com recadinhos secretos, fazia a fada ficar de orelha em pé, jamais confiaria nos humanos... quer dizer, exceto em Jack, mas aí era outra historia.

Olhou o papel que a garota lhe dera, e evitou que seu rosto transparecesse qualquer sentimento. Era complicado acreditar naquela mensagem, podia ser uma cilada, e seu instinto natural de desconfiança a fazia querer ficar quieta e não se aproximar, humanos não são confiáveis , isso se repetia, uma e outra vez na mente da jovem fada.

Ela não compartilhou daqueles pensamentos com Jack, sabia que ele não os entenderia, ao invés disso, sorriu sem exatamente achar engraçado a empolgação de Jack, ele tinha uma natureza muito passional e se empolgava fácil.

Ela caminhou sem pressa até a saída da cidade, e lá viu lojas. E seus olhos se voltaram imediatamente para a loja de armas, seria bom se equipar, afinal, qualquer decisão que tomasse sobre ir ver a jovem ou ir direto a missão exigiria algum preparo nesse sentido, e Jack compartilhava o mesmo pensamento, tanto que a questionou sobre se armarem.

- Sim Mclovin, acredito que está certo, precisamos de armas, parece que essa missão vai exigir muito mais do que esperamos, preciso de uma maça.

E dizendo isso o seguiu para dentro da loja, observou os detalhes da loja, mas aquela iluminação toda irritava a fada, que obviamente preferia permanecer o mais escondida possível,  tanto que puxou o capuz sobre a cabeça. Olhou ao redor procurando maças e ao encontra-las ficou observando alguma que a agradasse, e em seguida a pegaria, se o dono da loja permitisse. Senão pediria para ver a maça e testaria o peso e como agita-la na mão, se era uma boa maça de combate.

Ela olhou para Mark, um humano alto e forte, em sua mente imaginou se conseguiria mata-lo sem grandes dificuldades, esse pensamento a fez sorrir de verdade. Ela não teve certeza se conseguiria fazer o que pensara, mas não testaria sua teoria agora. Pagaria a maça, e olhou na direção da loja de quinquilharias mágicas, não teve curiosidade de entrar no local, tocaria a maça novamente, isso a deixava realmente feliz.

Fëlsy, olhou ao redor para ver se ninguém mais a ouvia, e passou a falar com Jack sobre o que estava pensando até aquele momento.

- Mclovin vamos, ainda temos que passar num local, antes de seguirmos, olha isso aqui - disse estendendo, finalmente, o bilhete que a jovem havia lhe entregue - crê que devemos ir? Eu acredito que podemos derrubar ela ou quem seja se for uma armadilha, mas estou curiosa e quero ir até ela. Temos algum tempo, e podemos preparar algum plano antes de encontrarmos a jovem. Além disso, acho que devemos visualizar o local do ataque.

Ela esperaria o que Jack diria, para depois seguir, na direção do píer, ela gostaria de ver aonde, o navio aportaria essa noite e o local do encontro com a garota da taverna.

Off:
Sim, por algum tempo gostaria que ele permanecesse, se vc não se importar Pan, vai ser meio chocante qnd tiver que cortar ele, mas se cortar agora minha personagem vai ficar meio doida e sem rumo xD

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As peripécias dos Novos Titãs Empty Re: As peripécias dos Novos Titãs

Mensagem por Bluesday em 8/2/2015, 13:23

Doce e forte bebida. Yaaenia se acostumou rápido com hidromel. Podia tomar por horas e ainda sim, não cairia em vergonha.

Bom, o curso daquela situação se seguia. A garota meiga e o rapaz esquisito, saiam, mas não antes de um último contato entre a garota da taverna.

" Parece que há bem mais que apenas um serviço qualquer? Talvez seja coisa da minha cabeça. "

O casal logo saiu após aquilo. Yaaenia também não ficou mais ali e se mandou sem dizer obrigado. Afinal havia comido de graça. Passou a seguir os dois comparsa, até chegar em algum tipo de centro comercial. Não que fosse um centro, mas sim, porque havia variedades. E dentre tantas variedades, a maga notou lojas de armas e uma mistica.

" Talvez encontre algo útil. "

Mas antes de adentrar, a jovem morena ficou observando a dupla e saber pra onde iriam, e logo viu que ambos estavam indo pra loja de arma. É, parece que Yaaenia teria algum tempo, sem perder os dois de vista.

Foi rapidamente pra loja e adentrou. Notou a velha a recepcionando. Parecia cansada, ou era impressão. Seu jeito, era de uma mulher experiente e de quem não se impressionava mais com muitas coisas nesse mundo vassalo. A jovem então foi bem direta, como sempre.

Preciso de seiva de árvore, planta, qualquer coisa do gênero. Desde que seja seiva da natureza. Se tiver, diga-me o preço — Yaaenia terminou de falar seu pedido, e passou os olhos na loja, sentindo seu aroma único — Diga-me, senhora... Por acaso tens algum cajado realmente poderoso? Algo que te fato seja um artefato, digno de ser utilizado pelos magos mais temidos do reino. Se tiver, estou disposta a negociar o preço que quiser.

A morena enfeitada com diversos ouros e joias, demonstrava sinceridade e determinação em querer algo do jeito que ela descrevia, e claro, por tais acessórios, aparentemente a garota tinha recursos pra ostentar um cajado de tal porte. Seus olhos focavam a senhora, a espera de respostas.


Pergunta:
Pan, queria saber uma coisa. Minha personagem manipula tudo relacionado ao elemento terra. Queria saber se você corta mana, por utilizações interpretativas, como por exemplo, criar um banco de terra e coisas do tipo, que não influenciam realmente em nada.

E sobre o cajado que a Yaaenia questionou, quando falo forte, é forte mesmo. O mais poderoso que tem no mercado do fórum ou até mais forte que aquilo.

E é isso.

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Mensagem por Pan em 20/2/2015, 11:51

Third Verse


Ao ver o movimento dentro de sua loja, o homem apenas observava, mantendo seu sorriso. Ele se levantou e foi ao lado da menina, que parecia indecisa do que levava.

Você gostaria de ajuda, senhorita? — Ouvindo aquilo, Fëlsy apenas pediu para ver as armas. — É claro. Eu tenho vários tipos de armas com preços diferentes, as Maças variam de mil moedas até três mil, tendo diferença não só no preço, mas também no material, provocando assim danos e resistências diferentes. Essas são as de mil. — Ele apontou para uma das fileiras. — Mil e quinhentos. Dois mil. Dois mil e quinhentos. E três mil.

Ele indicava, com os dedos, cada fileira de armas. Conforme o preço aumentava, a textura, forma e detalhes de cada arma mudava também, chamando mais a atenção. Ele esperava que Fëlsy escolhesse logo e, enquanto esperava, Jack o chamou, mostrando a adaga que queria e lhe entregando o dinheiro. Só faltava ela escolher. Assim que fizesse o pedido, Mark pegaria a arma e a entregaria para a menina, que deveria entregar o dinheiro em seguida, para então poderem sair.

Já do lado de fora, agora armados, Fëlsy compartilhava com Jack sobre o bilhete que recebera da menina na taverna e perguntava se deveriam ou não seguir para lá. Jack parecia pensar um pouco, antes de sorrir e lhe responder:

Bem, bem, não acho que ela seja algum problema. Ela é, aliás, muito bonita, mas desde que lhe conheci, aprendi que as aparências enganam. Podemos dar uma chance e com certeza você pensará em algo caso seja uma armadilha.

Ele esperava uma reação da menina com seu costumeiro sorriso. A agitação parecia tê-lo deixado por um momento. Agora, ele olhava nos olhos dela, se perguntando o que ela planejava.

Na loja ao outro lado da rua, Yaaenia ia direto ao ponto com a mulher. Esta, por sua vez, sorria para a jovem e levantava-se de sua cadeira, se mostrando mais alta do que parecia. Ela andou até uma série de prateleiras com fracos pequenos e começou a falar, com o mesmo sussurro de antes:

É isto que você procura. Seivas de diversos tipos de plantas, os frascos são pequenos e só podem ser consumidos uma vez. São cem moedas. Com exceção destes. Estes daqui são fracos com uma seiva especial, vinda de árvores da grande Du Waldenvarden. Possuem resquícios mágicos, muito raros, por isso seu preço é de duzentos e cinquenta o frasco. Ele é revigorante. — Ela apontava para frasco

Yaaenia precisava falar quantas unidades gostaria e qual gostaria. Assim que pedisse, a mulher iria pegar a quantidade correspondente e levaria até o balcão, juntando todos sobre um pano e embrulhando.

Cajados, hum? Bem, eu tenho muitos cajados realmente poderosos. — Ela se levantou novamente, indo para a outra extremidade do balcão, onde atrás haviam vários cajados pendurados na parede. — Estes, por exemplo. O preço é de dezessete mil e quinhentas moedas. Seu diferencial está em suas habilidades, mas os realmente poderosos são estes dois. — Ela pegou dois cajados e os colocou sobre o balcão.

Ambos tinham mais ou menos um metro e noventa, apesar de ambos serem marrons, um deles era feito de uma espécie de metal e possuía uma pedra azul em sua ponta já o segundo era feito de madeira pura e na ponta uma pedra branca era escondida pelos galhos.

Este é um cajado poderoso. Qualquer magia pode ser lançada com ele, mas as Magias Negras, em especial, ficam poderosíssimas. É velho e poderoso, tão poderoso quanto muitos. — Ela alisou o cajado com a pedra azul, um brilho ambicioso apareceu em seus olhos. — E este... Este cajado é o oposto daquele. Se você tenta usar alguma magia negra com ele, ele causará o efeito reverso e seu portador irá sofrer o dano dobrado. Magias de cura ficam especialmente poderosas, mas magias naturais, como as elementais, são também fortes. Dizem que este cajado, por ser tão puro quanto a luz do dia e carregar uma pedra tão poderosa em sua ponta, se adapta ao seu novo portador, se adequando ao tipo de magia deste. — Ela falava com uma mistura de empolgação e mistério. Não era possível dizer se ela mentia ou não. — Eu os chamo de Cajados Gêmeos, pois foram feitos pelo mesmo artesão para dois irmãos, magos poderosos. Porém, um deles escolheu o caminho mais sombrio e corrompeu seu cajado e o outro continuou com seu próprio. Eles batalharam e nenhum deles venceu, ambos morreram nesta rixa. E há milênios que estes cajados existem, antes mesmo dos humanos virem para cá, quando só existiam Anões e Elfos. Ela dizia, sempre indicando qual cajado era qual. Talvez aquela fosse somente uma história para vende-los, talvez fosse verdade, mas isso era algo que apenas um elfo muito velho poderia responder. Ela olhava nos olhos de Yaaenia, com expectativa. — Então? Levará algum?

Se ela fosse ficar com algum dos dois, deveria indicar com qual ficaria. A mulher falaria o preço, somando a seiva com o preço do cajado e assim esperaria que ela lhe desse o dinheiro. Assim que saísse da loja, Yaaenia poderia ver a fada e o humano indo na direção do píer da cidade.

Saindo das sombras, assim que Yaaenia saísse da loja, um homem entraria lá. Ele era silencioso e quase que a mulher não percebeu sua presença. Ele pegou o cajado que ficou sobre o balcão antes dela guarda-lo, colocando um saco sobre o balcão. Moedas transbordaram de lá, e ele saiu em seguida, prendendo o cajado em suas costas e voltando a seguir a menina, sendo cauteloso para não ser percebido.

No píer, o movimento era intenso. Um feira de pescados se estendia por quase toda aquela área, homens gritavam intensamente para serem ouvidos e venderem, pessoas paravam e olhavam, compravam e ignoravam, muitas vezes reclamando do cheiro forte de peixe cru. Uma parte, porém, estava vazia. Apenas alguns barcos ancorados saíam dali, dando espaço, e um homem gritava para que saíssem logo dali, pois um navio aportaria ali em algumas horas. Dali, dava para ver uma montanha de pedras e a praia, além de muitos navios e barcos velejando. Antes de chegar naquela parte, porém, era necessário passar por muitas pessoas na feira e eles poderiam facilmente se perder uns dos outros.

Um homem muito bonito e alto, devia ter quase dois metros, esbarrou em Fëlsy. Seu cabelo era longo e loiro, completamente liso. Não possuía barba e os olhos eram dourados, com pontas azuis e verdes, e se olhasse bem veria um halo violeta em volta de sua pupila. Ele sorriu para Fëlsy, dizendo:

Desculpe-me, madame. Precisa de ajuda em algo?

Sugerindo as roupas, ele devia ser um oficial da Marinha Mercante. Com certeza poderia ter informações sobre o navio que chegava lá naquela noite, tal como poderia ajuda-los. Se fossem espertos, eles poderiam convencê-lo a ajudar eles. Ele sorria, mostrando seus dentes alinhados perfeitamente brancos. Ele usava uma armadura negra com detalhes em vermelho, segurava embaixo do braço um capacete metálico e na cintura, tinha preso uma espada longa e fina. As botas, igualmente o capacete, eram metálicas e o dorso era vinculado à parte de baixo, que era uma espécie de saia longa, que chegava até seus joelhos. Em suas costas, tinha um escudo e os antebraços eram protegidos por braçadeiras metálicas. O barulho no local era intenso e pessoas por vezes esbarravam neles. Definitivamente aquele não era um bom local para conversarem, mas era o que tinham naquele momento. Yaaenia tinha que tomar cuidado para não chamar muita atenção e nem perder a dupla de vista, sendo que aquela poderia ser uma tarefa complicada naquele momento.



OFF:

Antes que me perguntem: Significado de Halo: "Figurado. Brilho ou imagem resplandecente que emana de uma pessoa ou coisa." No caso, dos olhos dele. Obrigada.

E eu peço mil perdões pelo atraso! O Blues leu o aviso, deve ter comunicado à Fëlsy, e assim eu realmente sinto muito! Postarei o mais rápido possível! (Não estou possibilitada a postar em finais de semana)

E última coisa: usem esse NPC. Ele será útil, porque é um oficial. Há várias formas de usufruir informações deles, pensem, mas não extrapolem.
Qualquer dúvida ou erro, MP. Desculpe o post lixoso.
Fëlsy:
Amore, você pode escolher a imagem da Maça. E também pode escolher entre três tipos diferentes seguindo o preço.
Blues:
Não, Blues, eu não desconto. Digo, descontar, descontaria, mas é algo tão simples que se regenera rápido ~principalmente considerando sua quantidade de Energia~.
Os cajados: 1° e 2°.
Lembrando que o segundo mudará se você escolhê-lo.
Aparência do cara:
Ele é tipo assim:
Spoiler:
As peripécias dos Novos Titãs 1191220385
Só que com essa armadura:
Spoiler:
As peripécias dos Novos Titãs Equipment

Histórico da Aventura:

Nome do Player: Yaaenia (Bluesday)
N° de Posts: 3
N° de Posts de Desvantagem: Vício: Seiva de Árvore (3/10)
Ganhos: N/A
Perdas: N/A

NPC's:

Status:

HP: 70
ENERGIA: 145
Inventário:

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Nome do Player: Fëlsy
N° de Posts: 3
N° de Posts de Desvantagem: -x-
Ganhos: Um saco com 500 moedas;
NPC Acompanhante (Jack McLovin)
Perdas: N/A

NPC's: Jack McLovin  - Um rapaz que conheceu há alguns anos. Está a acompanhando em suas aventuras (player edita).

Status:

HP: 80
ENERGIA: 90
Inventário:

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