Zacarias, o Preto

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Mensagem por ADM.Noskire em 15/1/2015, 00:48

Zacarias, o Preto

Aventura de Zachary Black.

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— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!

Zacarias, o Preto 1ISE1i0

Prólogo | Apresente-se | Regras
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Mensagem por Zed em 19/1/2015, 06:29

Sem memória apenas caminhava pela rua. “Aqueles caras não param de me perseguir?” Quem eram eles? O que queriam comigo? Estas eram apenas das várias perguntas que tinha a respeito do que estava acontecendo. Já tinha um bom tempo que havia acordado porém continuava a ser perseguido, apenas era capaz de fugir e as vezes podia tentar lutar, porém a situação atual não me permitia isso.

“Uma arma!” Estava desprotegido, tinha certa quantia de dinheiro comigo, talvez fosse o suficiente para comprar uma boa lamina, tinha bastante habilidade para manejar uma e provavelmente deveria ter uma ou duas antes de perder a memória, sempre que segurava uma adaga em mãos tinha ao menos a sensação de saber muito bem como utilizá-la.

“Deve ter alguma loja de armas por aqui... Ao menos eu espero.” Não tinha nem ideia de quando novamente os homens que me perseguiam iriam reaparecer, então apenas me bastava andar pela cidade portuária em busca de algum tipo de loja ou ferraria onde pudesse conseguir algum tipo de adaga, em último caso até mesmo outro tipo de arma se não houvessem meios de conseguir algo com que estava mais familiarizado.

Conseguindo encontrar uma loja onde pudesse encontrar algum tipo de armamento iria de encontro a algum funcionário ou mesmo o próprio dono da loja. – Eu preciso de algum tipo de adaga. Teria alguma pronta que pudesse dar uma olhada? E quanto custaria? – Não tinha muito dinheiro comigo apenas 1000 “Moedas” comigo, não tinha a menor ideia de quanto poderia custar a arma e nem quanto sobraria do dinheiro, mas no momento era apenas o pouco que tinha e já sabia que como precisava da lamina teria de apelar para um meio mais agressivo para obter a arma.

Também teria de poupar o dinheiro, talvez fosse difícil obter ainda mais do que já tinha, mas certamente precisa posteriormente então não podia me dar ao luxo de ficar sem dinheiro, principalmente não tendo uma casa ou onde comer, necessitaria pagar posteriormente coisas como estas.

Assim que me fosse entregue a lamina daria uma boa olhada na arma, julgaria a qualidade da mesma apesar de não ter nenhum grande conhecimento na área de forja, porém queria ter certeza de me sentir confortável com ela.

Manusearia a arma enquanto sentira o peso para ter certeza de que era justamente o que queria, ao fim novamente confirmaria o valor do produto ainda analisando a lamina, tendo certeza de tê-la em mãos.

Caso o valor cobrado fosse superior a 500 “Moedas” iria rapidamente usar a adaga para avançar em direção do vendedor e perfurar seu coração antes que ele sequer notasse estar sob ataque. E assim era necessário, caso notasse minhas intenções ele provavelmente deveria reagir e como lidava com armas provavelmente deveria ter algumas para se defender de homens como eu, por isto tinha que acabar com sua vida tão rápido que ele sequer notasse, e para isso seria necessária muita agilidade algo que felizmente era bastante confiante em mim.

Obtendo(caso) sucesso em minha tentativa de assassinato iria esconder o corpo longe da vista de qualquer um que entrasse na loja enquanto teria certeza de com um leve sorriso conversar com o corpo já sem vida. – Nada pessoal, apenas sobrevivência. – Deixando-o longe da vista de curiosos procuraria então por dinheiro, provavelmente seria necessário, muito mais do que antes.

Após isto sairia então da loja com uma nova arma e talvez com um pouco mais de dinheiro, andaria novamente pelas ruas, a princípio sem rumo, apenas reconhecendo a área e tomando cuidado para não ser visto pelos homens que me perseguiam.

Na hipótese do vendedor sobreviver ao meu ataque iria tomar distância do mesmo e tomaria cuidado para não ser alvejado então por armas com grande alcance que o mesmo pudesse ter por perto, apenas ficaria de olho no homem e agiria se ele se movimentasse para tentar pegar algum tipo de arma.

Se houvessem outras pessoas na loja ou se a mesma fosse a céu aberto agiria da mesma forma independentemente, porém após meu ataque iria apenas pegar a arma e correr para longe independente da sobrevivência ou não do lojista, e teria certeza de fazê-lo antes que algum cliente pudesse pensar em tentar ser o herói do dia.



OFF: Primeiro post, personagem novo, aventura nova. Ainda vou demorar um pouco pra acostumar com essa nova personalidade visto que esse personagem é diferente de narrar do que outros que eu já tive, porém pretendo ir melhorando a medida que os posts vão sendo feitos.

OBJETIVOS: [ ] Ficar vivo(Prioridade Máxima)
[ ] Adquirir uma arma(Adaga, não sei se sou eu quem escolhe a imagem, porém se for tenho em mente algo como isso: LINK/ Se não for eu, escolha uma imagem mais bonita e legal, agradeço Zacarias, o Preto 1795271724)
[ ] Adquirir Dinheiro(Prioridade mínima)
[ ] Adquirir informações sobre meu inimigo(Lutando contra os vários capangas dele seria a forma mais básica)
[ ] Uma historia maneira
[ ] Se possível adquirir algum renome e fama(Quanto a isso eu não quero nada especifico, apenas de a situação que eu me encarrego de deixar o personagem como malvado ou bonzinho da situação, sinta-se livre pra por a situação como quiser)

OBS: O personagem não é constante, ele simplesmente vai fazer o que for necessário e conveniente a ele, logo sim, ele simplesmente vai TENTAR matar alguém se assim for útil(como uma adaga de grátis e possivelmente um dinheiro extra)

OBS2: O dinheiro na ficha consta como “Moedas” porém seria o nome do dinheiro usado ou eu literalmente terei comigo 1000 moedas nos bolsos?


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Mensagem por Amid em 26/1/2015, 20:28

O garoto sem se lembrar de nada caminhava pelas ruas de Teirim, não sabia de nada. Só que estava sendo perseguido, e o pior não sabia direito quem era o inimigo. Nessa situação como que se pode confiar em alguém??? E como qualquer um procurava a defesa afinal a vida é a coisa mais importante.

Em meio as pessoas da cidade ele encontraria por sorte um estabelecimento onde poderia adquirir o que procurava bem perto de onde ele estava. Era uma loja bem diversificada, e claro estava bem cheia em tempos como aquele segurança era prioridade. Dentro dela existia os piores tipos de mercenários em busca de armamento, ladrões, assassinos, e etc. Mais o que mais chamava a atenção na loja era a moça que ali trabalhava, aliás era a dona. Era uma linda mulher de cabelos negros e longos amarrado com uma fita rosa, vestia um quimono rosa que realçava muito bem o seu corpo e mostrava um belo decote, uma sandália de madeira simples para que não atrapalhasse a movimentação, e meiões roxos que percorria até sua coxa. Mais o que mais chamava atenção era sua longa espada curva em suas costas o punho da espada era coberto de ataduras e a bainha tinha um cor negra, e seus olhos que não expressava nenhum tipo de sentimento ela não tinha muita personalidade.

E o mais curioso era que os clientes não tentava nada contra ela, pelo contrario pareciam temer a ela. E o jovem se aproximava dela para fazer o seu pedido, e por mais triste que seja ele não poderia gastar muito de seu dinheiro, afinal tinha outras despesas comida, talvez até uma estadia. - Eu preciso de algum tipo de adaga. Teria alguma pronta que pudesse dar uma olhada? E quanto custaria? - Ela respondia sem muita personalidade com uma voz meio crua e fraca. - Vou buscar. - Iria até o estoque da loja e pegaria a mais barata, afinal o garoto não parecia ser um magnata. Entregaria ao garoto e diria
- São mil moedas. -

O garoto como qualquer um sentia o peso da arma a balançava para ver se ela se adequava as suas habilidades e estilo de luta, e em meio a esses movimentos pacíficos, ele desferia de repente um furioso e fatal golpe no coração da jovem moça. Mais algo estava estranho, por algum motivo a lamina não perfurava o corpo dela, aliás pingava apenas uma gota de sangue que havia encontrado uma pequena abertura em um monte de metal. O motivo disso era que debaixo de seu quimono existia uma cota de malha. É claro se ela não fosse precavida o golpe seria fatal, mais por azar do garoto foi o contrario. Aquela moça não vacilou em seguida sacaria sua espada em uma incrível velocidade, alguns diriam que era instantâneo, e encostaria a lamina no pescoço do garoto. Neste momento as pessoas em volta formaram um circulo para poder ver o ocorrido impedindo qualquer rota de fuga. Ela diria ainda com a voz crua.  - São mil moedas garoto. -

off:
- Cara um conselho, você marcou como objetivo ficar vivo, então não sai matando todo mundo por ai pow, tenta pelo menos ver quem a pessoa é antes.
- Não Coloquei o nome dela porque não teve muita interação. Mais vai ser Shigure mesmo o nome real dela no anime.
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off:
-Sobre a adaga pode escolher uma imagem, a sua que você postou ta bugada.
- Só pra avisar o pessoal vai só assistir caso tenha alguma briga, você ainda tem a opção de pagar e ir embora, ou brigar. Mais tenha cuidado.

- Sou novo em narrar as aventuras de outros, então qualquer duvida ou qualquer coisa que ficou mau explicada que você não gostou manda MP que eu tento melhorar. Boa sorte Zacarias, o Preto 1056108615
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Mensagem por Zed em 28/1/2015, 03:12

O plano que parecia tão perfeito fracassava miseravelmente. “Por essa eu não esperava.” Realmente era difícil de imaginar que um vendedor de armas estaria preparado com uma cota de malha, esperava que ele tivesse habilidade o suficiente para iniciar uma luta comigo, mas ainda assim não esperava por já estar protegido.

A lamina de sua espada estava agora em meu pescoço, de uma forma fria e agressiva ela novamente cobrava o valor da arma, o que dava a entender que era possível simplesmente resolver as coisas simplesmente pagando o que devia e levando a adaga... Ou não.

- Sério isso? Ta me extorquindo no meio da cidade a apontando uma arma pra mim. – Com uma incrível naturalidade fingia estar irritado com aquilo, porém de imediato começava a rir sozinho e voltava a ter uma aparência mais calma, porém mais irritante. – To zuando, eu que ataquei primeiro... – Com as mãos erguidas sendo uma delas fechada para afirmar a arma no punho tentava resolver a situação de uma forma mais tranquila. “Matar logo de cara não deu certo... Plano B....”O dinheiro está no bolso direito do casaco, posso pegar ou vai arrancar minha cabeça? – Perguntava com um sorriso largo enquanto provocava a lojista com grande satisfação.

Aguardaria para que a garota tomasse então uma decisão, se ela preferisse que pegasse o dinheiro com minhas próprias mãos farias exatamente o contrário. Fingiria pegar algo em meu bolso porém assim que visse notasse alguma distração por sua parte recuaria rapidamente com um único salto para trás e então correria para o meio da multidão, tentaria me infiltrar em meio aos civis porém tendo certeza de levar a lamina comigo.

Caso não notasse nenhum sinal de distração por parte da garota durante meus movimentos me veria obrigado a criar uma. De uma forma não convencional obviamente. Acumulando um pouco de saliva em minha boca cuspiria em direção ao seu rosto, ao mesmo tempo que recuaria imediatamente. Não havia como causar danos com aquele plano, não era o que pretendia, apenas fazê-la piscar os olhos poderia ser o suficiente para garantir minha fuga. Logo após a distância inicial para não ser decapitado seguiria o plano correndo em direção a multidão e me infiltrando em meio a população.

Diferentemente, caso ela optasse por pegar o dinheiro usando suas próprias mãos reagiria da exata mesma forma, aguardando por uma distração para recuar e correr para longe. Se necessário criaria a mesma distração antes de fazer todo o processo de fuga.

Conseguindo tomar distância correria para o mais longe possível, virando aleatoriamente a cada esquina porém tomando cuidado para não correr em círculos... Seria bastante idiota se acabasse fazendo isso, e certamente não era o que queria.

Após ter uma distância segura procuraria por algum tipo de beco escuro ou qualquer lugar que pudesse usar para me esconder até ter certeza de que não estava sendo perseguido.

Caso a garota me seguisse ou mesmo sacasse algum tipo de arma a longa distância tentaria usar os civis independente do sexo, raça, ou idade como escudo humano, simplesmente não me importando se uma criança ou idosa fosse morta durante minha fuga, se isso fosse necessário para atingir meus objetivos, que assim seja.



OFF: Quanto a Adaga, peguei um novo link:
Adaga:
Zacarias, o Preto Fn2NaHq

Quanto a parada de ficar vivo Zacarias, o Preto 3852501471 Foi um caso isolado, normalmente eu não farei mais esse tipo de ação babaca.

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Mensagem por Amid em 29/1/2015, 16:55

O garoto era surpreendido pela cautela da Shigure, mais era o minimo que poderia se esperar afinal ela era apenas uma garota, e muitos devem ter tentado tirar proveito disso. E como visto todos falharam. Ele optaria por ser mais cauteloso em seus próximos movimentos afinal a moça era imprevisível. Mais como todo bom malandro sempre tentando ganhar uma vantagem.

Em meio toda quela tensão, o garoto erguia as mãos e com um tom de quem estava irritado dizia. - Sério isso? Ta me extorquindo no meio da cidade a apontando uma arma pra mim. - Neste momento Shigure recuava a espada para decapitar o garoto mais era interrompida. – To zuando, eu que ataquei primeiro... –

Mais algo era estranho para ela, aquele sorriso a incomodava, ela não iria confiar nele. Mais por algum motivo ela tinha gostado da idiotice do garoto. Que provavelmente continuaria com aquela idiotice não importando oque ela fizesse. E por sorte ela simplesmente guardaria a espada, e com um pequeno sorriso disfarçado em sua face diria.- Fique com adaga como um presente. E vá logo embora. -

Após o pronunciamento de Shigure a multidão se espalhou insatisfeita, afinal queriam ver sangue podia até ouvir algumas falas de pessoas indiginadas.   - Mais que garoto sortudo. -, - Vadia estupida., devia ter matado esse ladrão -

E agora o garoto tinha cumprido finalmente um de seus objetivos sem gastar nada. E tinha três opções, continuar na loja, sair da loja seguindo para rua a esquerda ou para direita.

Off:
- Não tive muita coisa pra escrever e como demorei muito a postar quis ser mais rápido para não lhe atrasar.
- Quando escrevi idiotice me referi a roubar ela.
- KKK Só te dei a adaga de grátis porque na sua ficha tem sorte exagerada.
- Escolhe com cuidado se vai para esquerda ou para direita... O nível de dificuldade vai alterar dependendo do lado que escolher.
- O dano da adaga é 5 e é só isso msm eu acho.
- Algum erro mande MP.
- Boa sorte Zacarias, o Preto 1056108615
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Mensagem por Zed em 30/1/2015, 00:02

Ao fim de tudo as coisas tomando um rumo inesperado, estranhamente após me ouvir a garota recuava e guardava sua arma. “Eim?” Estava de fato surpreso, normalmente ela atacaria tentando arrancar minha cabeça, e até mesmo já tinha um plano de como agir em tal situação, e meu plano? O que faria com ele?

A adaga simplesmente era entregue a mim, um presente muito estranho de se conseguir, porém nunca havia reclamado de coisas de graça, e não tinha nenhum problema com minha consciência em aceita-lo, porém a forma que as coisas seguiam acabavam por chamar minha atenção até a garota. – Então... Ta... – As pessoas diferentes de mim pareciam revoltadas, estava apenas surpreso com tudo.

Tinha minha nova arma e meu caminho estava simplesmente livre, porém acabava por me obrigar a ficar. – Pera... vai simplesmente me dar a adaga? Eu acabei de tentar furar você... – Sequer sabia como me expressar a ela, nem mesmo sabia o que queria descobrir com aquela conversa, eram tantas coisas confusas que simplesmente desistia de tudo. – Ah, tanto faz, só esquece... – Suspirava logo em seguida. – Vou ficar te devendo uma então... Se a gente se ver pode cobrar... – Dito isto apenas viraria as costas a menos que ela já quisesse gastar o favor agora me pedindo por algo, obvio, qualquer coisa que não fosse dinheiro no momento.

Sairia de perto daquele centro comercial, ainda estava sendo perseguido por um ser que desconhecia a identidade e sequer tinha como descobrir, ou melhor, não tinha. Agora com uma simples lamina tudo mudava, via uma alternativa que agora parecia bastante possível, um refém, um de seus vários capangas que costumava encontrar aos bandos.

Normalmente acabava por fugir, porém estava preparado para lutar agora, e se deixasse um único sobrevivente poderia retirar algumas informações, por menor que fossem seria um bom ponto de partida, o problema seria justamente localizá-los. “Se eles estão me procurando é só fazer com que me encontrem.” Esta era uma simples ideia, porém não tão simples de pôr em pratica. “Bem... Só preciso chamar a atenção...” meu silencio logo se tornava um sorriso, um bastante malicioso e provavelmente que antecederia um caos tremendo.

“Eu posso fazer isso... Mas não vai ser bonito pra essa cidade.” As ideias agora vinham aos montes, meu sorriso quase tornava-se gargalhadas, mas conseguia contê-los, porém não a excitação que sentia naquele momento.

Caminharia a esmos pela cidade, guardando a adaga no coldre caso houvesse algum e em algum lugar apropriado onde não viesse a atrapalhar minha movimentação e não houvesse riscos de acabar me ferindo. Em último dos casos levaria-a no bolso do casaco ou sempre em meu punho direito.

“Eu só preciso causar um pandemônio, um incêndio aqui e ali ou um morto ou dois, vai chamar a atenção daqueles caras...” Este era meu plano, não era algo honrado ou correto, mas era como agia, era até mesmo engraçado, ao menos eu achava.

Procuraria por um lugar bastante movimentado para iniciar meu atentado, um lugar com alto índice de pessoas circulando como uma avenida ou praça pública, achando tal lugar sacaria a adaga de forma furtiva e a levaria na mão direita caso ainda não estivesse, me aproximaria de uma pessoa qualquer, a mais próxima a mim de forma que deixasse a adaga oculta me aproximando por suas costas ou simplesmente andando de uma forma que a arma ficasse em um ponto cego.

Assim que encontrasse um civil comum, como uma simples dona de casa, uma criança ou idosa simplesmente apunhalaria o pescoço da vítima e então removeria a adaga, porém não da mesma forma que entrara, e sim rasgando a carne e alargando ainda mais o corte, de forma a ficar garantida a morte, não queria ninguém atrás de vingança depois.

Concretizado o ato, simplesmente ergueria minhas mãos para o alto ainda com arma em mãos enquanto berraria. – EU JURO QUE NÃO FUI EU! – pausando por cerca de 2 segundos começaria a gargalhar logo em seguida. – To zuando, fui eu sim.... Próximo? – Aguardaria então por um voluntario, isto claro se houvesse algum.

Não havendo ninguém olharia ao redor, procuraria então por um meio de causar um tumulto ainda maior naquela cidade, minha principal ideia era causar um incêndio, porém precisaria de um jeito de conseguir fogo e de matérias inflamáveis, e por isto procuraria, uma casa de madeira ou qualquer outro tipo de material que fosse de fácil combustão, embora não tinha nada para iniciar por mim mesmo o incêndio na casa deveria haver.

Apesar de tudo, mesmo que conseguisse matar alguém e o restante corresse ou não, me manteria atento para não ser pego de surpresa por ataques, talvez dos homens que me procuravam ou mesmo dos guardas locais(caso houvesse), ou quem sabe apenas de um jovem corajosos qualquer.



OFF: Eu sei que isso é abusar da sorte Zacarias, o Preto 3852501471 Mas eu vou resolver com base na porrada mesmo.(Tentar)

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Mensagem por Capone em 6/2/2015, 11:07

Zachary tinha agora uma boa aliada para sua caminhada, uma adaga, simples, porém já era algo, em boas mãos podia ser a diferença entre viver e morrer. Saiu da loja com uma sensação de mais tranquilidade, já que agora tinha como se defender daqueles que o perseguiam.

Mil ideias se passavam pela mente do jovem, que ao contrário do que muitos fariam, queria ir de encontro com seus perseguidores, e tentar descobrir algo sobre seu passado.
Com a intenção de chamar a atenção, tomava rumo à uma praça, se assim podia se dizer, numa região pobre da cidade. Era apenas um círculo de terra batida, com algumas pedras que as pessoas usavam como banco. Algumas barracas de comércio, em sua maioria de peixes, que deixavam o local com um cheiro horroroso, mas ainda assim era muito movimentado por todo tipo de gente, crianças à idosos. O barulho era muito alto, tanto de vozes como de caixas que eram descarregadas por ali.

A ideia de Zach era ousada, porém se queria chamar a atenção, era perfeita. Uma morte ali, em público, com certeza não passaria despercebida. Com esse pensamento, se aproximou sorrateiramente por trás de uma criança, não devia ter mais que seus 6 anos de idade, estava distraída, com o rosto contra o muro, fazendo uma contagem.

- 10, 9, 8, 7... - Podia-se deduzir que brincava de pique-esconde.

Ergueu seu braço com a lâmina, preparando um ataque que seria fatal, quando sentiu um forte impacto em sua mão, ao mesmo tempo que ouvia um estalo bem alto, porém abafado pelo barulho do lugar. Derrubava sua adaga ao seu lado, as costas de sua mão ardiam como se estivessem em chamas. Ao se virar para trás, viu o que tinha acontecido.

Três figuras, ambos de mantos marrons, que lhe cobriam o corpo inteiro. Dois deles usavam capuz, escondendo também a face, porém o do meio a tinha descoberta. Segurava um longo chicote com o braço direito, e tinha uma expressão dura no rosto. Tinha a cabeça raspada, e um corte na vertical em seu queixo. Comparado aos outros dois, era menor de estatura, embora ainda fosse alto, por volta de 1,80m. Este dizia à Zach.

- Zachary Black, você vem conosco... - No mesmo momento, os outros dois figurões deixavam a ponta de uma lâmina aparecer pelo manto, que brilhavam à luz do forte sol da manhã. - Querendo ou não.

Obviamente eram os homens que o perseguiam, tinham o encontrado rapidamente, e se aproximado ainda mais. Estavam a aproximadamente 3 metros de distância de Zach, que agora tinha diversas opções para se tomar, mas qual delas seria mais sensata?

off:
Antes de mais nada, quero deixar alguns pontos aqui:

- Se você tem como objetivo ficar vivo, meça suas atitudes parça! O narrador anterior já disse e eu relembro: matar uma CRIANÇA num lugar movimentado, é pedir para ser decapitado pela guarda da cidade, mesmo que queira uma aventura mais radical, deixe acontecer naturalmente.

- Quando você começou a aventura dizendo que estava sendo perseguido, isso é god-mode, e esse foi dos brabos, já que deu um rumo para a aventura que o narrador tem que seguir, e nesse post você volta a dizer que estava a ser perseguido por um ser. Sua narração é ótima, mas god-mode é complicado. Não haverá penalidades (da minha parte pelo menos), mas vamos com mais cautela nos detalhes.


Zachary Black:
N° de posts: 3
Ganhos: Adaga
Perdas: N/A
Status:
HP: 50
Energia: 55

*Mão direita ardendo, dificultando ações com ela pelo próximo post.

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Mensagem por Zed em 6/2/2015, 19:34

O rumo tomado era inesperado, a criança antes de ser morta era protegida enquanto era atacado por pessoas de mantos estranhos, provavelmente pelo chicote que um deles portava. A adaga caia, mas meu sorriso abria. – Ué? Num podi? – Falava de um jeito completamente infantil e zombeteiro enquanto apenas satirizava a critica situação na qual estava. “Que hora pra eles aparecerem.” Pensava enquanto tinha falas completamente opostas saindo de minha boca enquanto era “convidado” a segui-los, obvio, era apenas uma forma de mascarar o que realmente estava acontecendo.

- Então... Tipo assim... Isso não vai acontecer cara... – Dito isto me lançaria ao chão enquanto levaria a mão a adaga caída na tentativa de empunhá-la com a canhota ao mesmo tempo que feito iria disparar em direção aos homens. “Só um...” Era o numero de sobreviventes que aquele combate precisava, obviamente, este numero não me incluía. Necessitava retirar informação de um daquele trio, estava em desvantagem numérica claramente, mas simplesmente havia ignorado tal detalhe logo depois adquirir uma arma nova, tinha uma confiança extrema agora, apesar de sequer saber se eles eram realmente fortes e se tinha capacidade de vencê-los.

Tendo a lamina empunhada pela mão direita avançaria sem medo contra o trio, pouco havia observado, mas já tinha identificado as armas que tinham usado até então, duas laminas que haviam se salientado para fora do manto e o terceiro tinha um chicote. “Ótimo...” não tinha medo de tais armas, laminas não me aterrorizavam, também possuía uma, o mais perigoso em questão era o chicote que possuía um alcance superior, mas meus pequenos e afiados olhos não se deixavam intimidar.

Minha visão era bastante afiada e a usaria na tentativa de prever a trajetória tomada pelo chicote, por mais imprevisível que esta fosse ainda me sentia capaz de fazê-lo, se por algum momento um golpe horizontal fosse aplicado e que fosse impossível de se desviar tentaria me abaixar caso fosse um golpe alto ou saltar se fosse um golpe raso. Em uma media altura, onde ambas fossem impossíveis de se desviarem usaria minha rápida agilidade para trocar a arma de mãos se assim fosse necessário. Usaria a mão livre que estivesse mais próxima de ser atingida pelo chicote para agarrar a arma e então tentaria enrolá-la em torno do braço para impedir que meu adversário pudesse reutilizar sua arma e em um rápido movimento usaria um puxão para forçá-lo a soltar o chicote.

Caso não conseguisse remover o chicote com o puxão iria usar a lamina para tentar cortar o chicote, a menos que este fosse feito de metal, obviamente. Ou caso sequer conseguisse agarrá-lo procuraria apenas resistir ao dano. Era um chicote e um golpe realmente poderia arder, mas não havia risco de sofrer nenhum tipo de amputação ou de corte realmente profundo, então suportaria a dor, ela era um sacrifício necessário para um objetivo maior.

Era confiante em minha agilidade, mas não tanto em minha força, assim como em minha agilidade meus olhos eram bem aguçados o que facilitaria meu plano, usando minha adaga independente de em qual mão estivesse procuraria aparar o golpe, se necessário aguardaria até que eles tivessem coragem para atacar.

Aparando o golpe com minha adaga iria deslizar a lamina pelo corpo da minha e então fazendo uso da maior característica das adagas, o tamanho e a facilidade de uso cravaria a lamina em algum ponto vulnerável, de preferencialmente no pescoço ou outras articulações como axilas ou a dobra do cotovelo. Minha recente experiência com cotas de malha procuraria atacar por lugares onde mesmo uma não seria capaz de defender.

Logo após o ataque, iria ainda com a adaga cravada no corpo rasgá-lo. Usando a pouca força bruta que tinha forçaria minha arma para aumentar o tamanho do corte, juntamente a vazão de sangue. E somente assim retiraria a lamina. Caso o ponto atingido mesmo com o alargamento da ferida não fosse um ponto fatal, faria uso de minha velocidade para logo em seguida golpear novamente com a lamina, uma rápida estocada, perfuraria a parte de baixo da cabeça entrei o queixo e pescoço e então em um rápido puxão tentaria arrastar a lamina rasgando-o até que fosse de encontro ao queixo ou até que algum osso impedisse o corte, em seguira iria remover a lamina provavelmente ensanguentada e partir em direção ao próximo guerreiro que portasse a lamina repetindo o processo.

Tais ataques eram apenas baseados em golpes com a lamina, do contrario, se usados socos e chutes simplesmente tentaria girar o corpo e me jogar para as laterais enquanto golpearia com a lamina, a parte ofensiva seria realizada da mesma forma.

E assim procederia eliminando um a um, com exceção do ultimo sobrevivente, este faria questão de atacar apenas em pontos que não fossem fatais, ainda assim focaria em golpear as articulações.

Em ultimo dos casos, se houvesse alguém pareo a minha agilidade e a esquiva fosse algo inviável, apenas crazaria os braços para bloquear impactos muito potentes ou usarndo apenas a adaga enquanto saltaria para trás recuando usando-a parar aparar o golpe com laminas, ao menos tentaria retardar sua velocidade enquanto recuaria a uma distancia segura.



OFF: A parada de perseguição esta escrita na historia, é devido a desvantagem de inimigo, durante TODA a vida do personagem ele foi perseguido, e assim vai continuar acontecendo até que ele mate o inimigo. Então eu não acredito que seja considerado um godmode.

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Mensagem por Capone em 7/2/2015, 14:11

A desvantagem numérica não intimidava Zachary, este que partia para cima do trio, após apanhar novamente sua adaga. A velocidade em que as ações se seguiam tiravam um segundo de reação dos capangas. O dono do chicote ameaçava uma reação, porém a distância não permitiria um bom acerto, acabou optando por recuar, no mesmo momento que os dois homens ao seu lado tomavam a frente, formando uma barreira entre Zach e ele. Sequer chegaram a mostrar suas lâminas por completo, quando o jovem se aproximou o suficiente, apenas esticaram os braços livres na tentativa de impedi-lo. Com toda sua agilidade, Zachary se abaixa, evitando os golpes, e na mesma velocidade projeta sua adaga de baixo para cima, acertando o antebraço do encapuzado da esquerda. O aço encontrava a carne, a penetrando com pouca profundidade, mas o suficiente para fazer o homem recolher seu braço pela dor.

Zach tinha o homem do chicote a sua frente, já se preparava para avançar contra ele quando sentiu uma pesada mão se fechar em volta de seu pescoço, e seu pulso ser torcido, o fazendo largar a lâmina. O capanga que não tinha se ferido agora tinha o corpo do jovem imobilizado contra o seu. O braço esquerdo de Zachary estava livre, mas qualquer tipo de reação vindo deste resultaria em uma torção mais forte no pulso, podendo resultar em fratura.

- Zachary... Zachary... Há quantos anos prolongamos nosso encontro? Muitos, não?! - O homem do chicote dizia num tom suave, enquanto se aproximava do rosto do jovem, lhe acariciando a face. - Por isso, sabemos o quão impulsivo você é, viemos preparados para qualquer coisa, não pense que somos amadores. Vou lhe dar uma última chance de nos acompanhar sem estar amarrado ou inconsciente, apenas se comporte.

O homem se abaixava e apanhava a adaga derrubada, a colocando em seu cinto, no lado direito do corpo.

- Eu fico com isso por enquanto.

Ele tomava a dianteira do grupo, sendo seguido pelo capanga ferido, em seguida Zach, agora livre, e o capanga restante, formando uma fila. Abriam espaço entre os curiosos que formavam um círculo em torno deles para observar a briga, se dispersando aos poucos.

- Se precisar de algo, chame por mim, meu nome é Tallos. - O homem do chicote se identificava, em seguida abria seu manto, revelando uma série de facas presas ao seu peito, pelo tamanho pequeno sugeriam que eram atiráveis. - E por favor, não tente nada estúpido novamente, Van o quer inteiro.

E novamente retomavam a caminhada, num ritmo lento. O capanga atrás de Zach o empurrava com força, o obrigando a andar. Não pareciam querer ferir Zach, mas o destino era imprevisível, e não parecia estar a favor do pobre garoto.

off:
Narrar qualquer ação que não envolva seu próprio personagem, que não tenha sido narrada previamente pelo narrador e altere ou dê um curso para a aventura, é god mode. A questão de fazer parte da sua história e ser uma desvantagem, fica a cargo do narrador interpretar e incluir isso na aventura, só estou esclarecendo.

Zachary Black:
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Mensagem por Zed em 7/2/2015, 17:43

A situação final certamente não acabava como imaginava. Após estar armado havia superestimado minhas próprias habilidades e agia impulsivamente, ainda mais o que o normal. Tinha sucesso em ferir um dos homens porém era uma ferida bem mais superficial do que planejava. “Ta... Acho que me empolguei” Explicava a mim mesmo.

Por sorte não era eliminado, ou talvez fosse justamente melhor ser morto ali? Ainda não sabia o que me era reservado e muito menos para onde seria levado, alguns nomes surgiam em meio a uma conversa estranha. Sabia que estava sendo caçado, porém não sabia que eram a tantos anos como ele havia dito. Seriam eles os culpados por minha memória ter sumido?

Não sabia responder, desarmado era forçado a seguir aquele trio, na verdade seguia apenas uma dupla já que o terceiro ficava em minhas costas me empurrando durante a maior parte do caminho. “Fugir?” Era a primeira coisa que pensava, provavelmente não era seguro encontrar com o tal Van, mas fato de me querer vivo poderia ser um sinal... Um não tão ruim.

“Então... O que vai ser?” Em um raro momento de seriedade meu semblante se mantinha quase inexpressivo, porém um riso abafado escapava assim como o canto da boca se curvava para cima, um leve sorriso malicioso e confiante. “Eu vou encontrar o cara...” Decidia por fim, talvez fosse perigoso... Na verdade provavelmente era. Ainda assim arriscava, meu passado era um completo breu, nada sabia sobre minha origem e nem mesmo o motivo de tamanha caçada, mas não apenas perigosa aquele encontro poderia ser bem esclarecedor.

Calado apenas seguiria, observando com meus olhos estreitos e penetrantes os homens em minha frente. Aqueles empurrões eram muito chatos, vontade de virar e simplesmente dar um soco em seu rosto não me faltava, ainda assim me continha. Iria acelerar o passo, apenas o suficiente para não ser empurrado pelo capanga... Ou ao menos deveria fazer isso. – Se me empurrar de novo a coisa vai ficar feia pro seu lado cara. – Com um sorriso sínico então o ameaçava, de fato continuaria andando e de forma a acompanhar o ritmo do trio, porém assim que fosse empurrado novamente, caso fosse, iria simplesmente parar. Não daria mais um único passo, apenas me sentaria ao chão e ficaria olhando o sujeito de baixo. – Não quero mais andar, empurra sua mãe palhaço! – Provocaria então, logo em seguida voltaria minha atenção ao que parecia ser o chefe do grupo. – Eu não sou pago pra isso fera, ou esse palhaço fica longe de mim ou eu não vou. – Não que isto fosse realmente uma opção, mas era como iria reagir, e ao menor sinal de protesto ou ordens ou mesmo agressão física iria me deitar ao chão de lado apoiando o rosto sobre a palma da mão enquanto meu braço ficaria dobrado e usaria o cotovelo para sustentar o peso do rosto.

- Se fode ai, não vou mais. – Porém apenas o diria caso os empurrões persistissem, do contrario apenas seguiria andando até a base para encontra Van, tinha de ouvir ainda sobre o motivo de tamanha insistência me perseguindo, assim como saber sobre meu próprio passado, ele deveria ter respostas.



OFF: Ué, nego ta achando que vai ficar me empurrando assim? Meça seus empurrões parça ! EU SOU MALANDRÃO!

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Mensagem por Capone em 8/2/2015, 12:19

Sem muito o que fazer, Zachary seguia em grupo com os capangas de Van. O último da fila insistia em empurrá-lo cada vez que a distância entre eles diminuía, aquilo incomodava o jovem, que se irritava com a situação.

– Se me empurrar de novo a coisa vai ficar feia pro seu lado cara.

O capanga parava, olhando de cima para Zach. Mesmo àquela distância, só se podia ver uma sombra no lugar onde deveria estar o rosto do homem, totalmente coberto pelo manto.

- Deixe-o em paz, ele não vai mais causar problemas. - Dizia Tallos, que se virava rapidamente para falar e em seguida retomava a caminhada. Era o único que tinha a cabeça descoberta pelo capuz, tinha uma expressão séria no rosto, mas não parecia ser o pior dali.

E assim foi feito, o grupo passava pelos portões de Teirm, não houve mais empurrões, na verdade não houve mais nada, era apenas caminhada em silêncio. Por várias horas seguiram assim, até perceberem aquele crepúsculo vespertino, anunciando que o dia se preparava para dar lugar à mais uma noite.

- Vamos passar a noite aqui. - Dizia Tallos, apontando uma grande taverna numa encruzilhada, localizada na mesma estrada onde estavam. - Amanhã bem cedo retomamos a caminhada, não devemos demorar para chegar.

E assim era feito, todos adentravam a taverna. Tinha uma entrada bem simples, o arco da porta, que se encontrava aberta, tinha dois metros de altura, e mesmo assim os dois capangas encapuzados tinham que se abaixar levemente para não baterem com a cabeça. O lado de dentro do lugar é totalmente o contrário do de fora, que visto dá a impressão ser quase abandonada, com rochas cobertas de musgo, vidraças sujas e madeiras comidas pelos cupins. O salão era quase nobre, iluminado por chiques candelabros e uma grande lareira. As mesas pareciam novas, de boa madeira, e o balcão do atendente com as mais diversas bebidas. Haviam algumas poucas pessoas, um trio de bêbados numa mesa mais afastada da entrada, e um grupo de cinco homens, que já se preparavam para ir embora, não antes de darem uma bela olhada para o grupo que adentrava agora. Realmente chamavam a atenção, o trio encapuzado pareciam até coisas do submundo.

Tallos e Zachary se sentavam próximos à lareira, enquanto os outros dois ficavam próximos à porta. Com um sinal o homem do chicote chamava o atendente, que vinha rapidamente.

- Traga-me um jarro de seu melhor vinho. Também quero pães e manteiga, e algumas fatias de javali se tiver.

O nanico do garçom saía à passos rápidos para atender a ordem, era engraçado, tinha um grande nariz e pernas curtas, assemelhava-se à um rato.

- Coma e beba à vontade, só não exagere. - Dizia Tallos numa voz tranquila. Encarava Zach, sentados um frente ao outro. Tinha as mãos entrelaçadas sobre a mesa. - Alguma pergunta? É sua última chance. Só tenho que lhe avisar de algo, quando falar com Van, refira-se à ele como Grande Van. Se não o fizer, será punido, e acredite, não gostará nada disso.

O pedido chegava logo, um jarro de vinho e duas canecas, um pão ainda quente do forno, com uma faca para fatiar. Manteiga e carne de javali, como solicitado. Tallos se apressava em apanhar uma caneca de vinho e beber de uma vez em um longo trago, enchendo-a mais uma vez em seguida. Também comia um pouco do pão com manteiga.

- Se tiver que ir ao banheiro é só dizer, ficarei feliz em dispor um de meus homens para lhe acompanhar.

E assim seguia aquela noite, parecia quase um momento feliz antes de algo sombrio.

Off:
Você tem uma infinidade de opções, só tenha mais cautela desta vez Zacarias, o Preto 2074863834

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Mensagem por Zed em 10/2/2015, 16:00

Uma viagem bastante silenciosa seguia após quase iniciar outro confronto com um dos encapuzados. Duravam varias horas aquela incessante caminhada, mas tinha tempo para observar bem aquele trio, não encontrava nenhuma informação que fosse realmente útil, mas aproveitava o tempo para simular as mais diversas simulações de combate e fuga, porém recordar-me de que “Van” estava a minha espera no final de tudo continha tais ações.

Ao final do dia enfim parávamos em uma taverna no meio do caminho, sua aparência por fora parecia ser bem castigada, porém seu interior mostrava-se o exato oposto, sentávamos em uma mesa qualquer enquanto ficava a sós com Tallos que fazia o pedido, que por sinal não demorava tanto a chegar.

Finalmente era hora de comer, de fato as longas horas de caminhadas haviam me deixado bastante esfomeado, e enfim ia terminar com isso, mas haviam outros assuntos pendentes. – Tenho algumas perguntas... – Dizia com uma leve pausa enquanto moveria a mão para pegar uma das canecas e a enchia com o vinho. – Quanto ao tal Van... – Continuava a falar sem olhar ao homem enquanto pegava a faca e cortava um pedaço do pão assim como um pouco da carne de javali.

Comia descaradamente enquanto falava, não me importava em mastigar enquanto ainda falava e matinha a boca aberta, não tinha motivos nenhum para ser educado com aquele grupo, pelo contrario, fazia questão de deixá-los com nojo. – Já tem tempos que esse cara ta atrás de mim, o que ele quer comigo? Por que eu? Só não me diz que ele é gay e tem tara por mim. – Provocava enquanto aguardava uma resposta ainda me deliciando com a comida e com o vinho.

Apenas aguardaria uma resposta do homem enquanto que ao final de sua sentença usando a faca entregue para cortar a comida usaria para cortar outro tipo de carne. Faria uso de minha alta velocidade para investir uma única vez com a lamina, visaria atingir a garganta com aquele único movimento, uma simples estocada. Tendo sucesso no movimento com um sorriso sínico apenas provocaria o defunto. – Vai me levar a grande pilha de bosta nenhuma, eu mesmo acho esse cara. – Certamente não era um plano possível ou mesmo de fácil realização, mas nada que não poderia tentar extrair daqueles outros dois em uma mesa mais distante, talvez tal distribuição do pessoal tinha sido um erro, mas logo seria corrigido.

Se por algum acaso não conseguisse de fato atingir o alvo sabia que a primeira opção do homem seria me desarmar visto que seu líder me queria ainda vivo, então teria certeza de segurar com firmeza o cabo daquela faca. Tentaria avançar em sua direção logo após usar minha perna para chutar a mesa em cima do homem e me aproximar por um ponto cego tentando causar um dano elevado em uma única vez, preferencialmente focando em golpes para cortar na região do pescoço, cabeça ou peito próximo ao coração, eram as formas mais rápidas e eficientes de se eliminar uma pessoa.

Caso conseguisse derrotar o homem procuraria em suas vestes minha adaga que havia conseguido anteriormente, provavelmente seria muito mais útil do que aquela simples faca.


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Mensagem por Capone em 13/2/2015, 10:04

Sentados à mesa, os dois sequer davam a impressão que estavam juntos por má vontade, comiam e bebiam juntos, e como bebiam. Tallos acabava com o jarro de vinho em poucos momentos, seu rosto ficava corado conforme o álcool agia em seu corpo. Perdia toda a postura de antes, começava a perder o reflexo e a coordenação motora, mas ainda podia escutar Zachary.

– Já tem tempos que esse cara ta atrás de mim, o que ele quer comigo? Por que eu? Só não me diz que ele é gay e tem tara por mim.

- Gay? O que é isso? Vocês jovens inventam cada coisa. - Em seguida ele se inclinava na direção de Zach para falar. - Mesmo que eu pudesse, e quisesse lhe dizer o motivo, não saberia. Mas para Van organizar essa busca incessante, deve ser algo importantíssimo. Me diga garoto, o que você tem de tão especial?

No mesmo momento que Tallos terminava a frase, Zachary investia contra o mesmo num movimento rápido, usando a faca servida pelo taverneiro. A lâmina não era própria para estocadas, sequer estava afiada, mas a curta distância entre eles facilitou para que penetrasse a região da garganta do homem, que caía para trás, com cadeira e tudo.

Ainda no chão, o servo de Van retirava a faca do pescoço, abrindo espaço para uma hemorragia, que tampava com ambas as mãos. Seu olhar era uma mistura de ódio e desespero para Zach, conforme este se aproximava para recuperar sua adaga, agora novamente em sua posse.

- Eu... não vou... partir... so-sozinho...

Com algum esforço, Tallos estendia uma das mãos em direção aos outros dois encapuzados próximos á porta. Ambos se projetavam em velocidade para a frente de Zach, projetando o capuz de suas vestes para trás, revelando algo mórbido. O rosto de ambos era algo não-humano, a pele de um tom cinza pálido, as órbitas dos olhos profundas, a maçã dos rostos salientes. Pareciam cadáveres reanimados. Os dois projetavam suas lâminas para fora do manto, duas espadas muito antigas, mas ainda em bom estado.

A dupla estava a cinco metros de Zach, que tinha sua adaga em mãos. Tallos permanecia no chão, agonizando com ambas as mãos sobre o ferimento que sangrava incessantemente. Será o jovem páreo para a dupla sobrenatural?

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