O Caçador de Memórias

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O Caçador de Memórias

Mensagem por ADM.Noskire em 30/12/2014, 20:42

O Caçador de Memórias

Aventura de Sphynx.

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— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!


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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Sphynx em 2/1/2015, 13:42

*Sphynx estava escorado em uma cerca relembrando do passado, ou tentando relembrar o maximo que conseguia. Era isso que ele mais fazia durante os ultimos tempos, afinal no grande apice de seu treinamento, onde finalmente iria entender o maximo de suas habilidades, mas o destino não havia contribuido com isso.*

"Ainda está lá... preciso terminar meu treinamento e entender o que significava aquilo que Brom tanto falava..."

*O mago crescera ouvindo seu mestre lhe passar conhecimento, ensinamentos e acima de tudo misterio. Sempre lhe falava que ninguém poderia ter conhecimento pleno das artes arcanas. Entretanto Brom sempre mencionava algo, e falava que quando fosse o tempo ele saberia o que fazer. Algo que mudaria muita coisa, e embora não soubesse muita coisa, sabia que nos livros de Brom provavelmente teria algo mais sobre aquele lugar, talvez algo que mudaria sua jornada, seu treinamento e acima de tudo seu destino.*

"Preciso voltar a caverna... os registros de Brom... agora que estou pronto preciso daqueles livros e finalmente entender!"

*Sphynx acordou de volta a realidade, sabia onde deveria ir, o que fazer, e finalmente entender mais sobre aquela palavra que o intrigava tanto e que sabia que os registros de Brom tinham mais informações*

- Vroengard! *Mencionou baixinho lembrando-se da palavra misteriosa.*

Legenda:

* Ação *
" Pensamento "
- Fala

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Pan em 6/1/2015, 11:38

A Drop of the Past


O sol nascia ao leste da cidade de Carvahall, porém ele não aparecia tanto por conta de algumas nuvens cinzentas que apareciam no céu nublado. Tudo indicava que naquele dia iria chover, porém nada disso importava para o mago que, escorado numa cerca nas extremidades da cidade, pensava sobre sua vida, tentando relembrar o passado como sempre fazia.

Era quase um ritual para o rapaz tentar lembrar o que aconteceu antes de ser encontrado pelo velho Brom, seu falecido mentor. Junto de seus pensamentos vinha também a cena da morte de seu mestre, que fora assassinado por um vampiro bem na sua frente. A palavra que seu mestre proferira naquele dia ainda estava cravada em sua mente e era entoada por ele mesmo num tom baixo, sendo perdida no ar como qualquer outra lembrança que ele poderia ter de seu passado antes de ser um mago.

Aquela palavra, porém, não era compreendida por Sphynx. Ele não entendia seu significado, tampouco sabia seu poder, por isso procurava um significado para aquilo. Procurava um meio de entende-la para, então, partir em busca do vampiro que matou seu mestre e, assim, vinga-lo como achava que deveria ser feito. Não ligava para as consequências, agora, tudo o que lhe restava, era entender a si mesmo, ao seu poder e cumprir sua vingança já escrita há muito.

Ainda tendo aquela cerca como apoio Sphynx pensou numa objetivo para aquele dia: recuperar as escrituras de Brom. Talvez aquilo durasse mais do que pudesse imaginar, porém estava decidido e aquele seria um ótimo início para sua própria jornada em busca de respostas. Se desencostando do pedaço de madeira apodrecido e olhando mais além de onde estava, ele podia avistar uma pequena estrada de terra batida que dava para Espinha, a antiga e temida cordilheira de montanhas. Para o outro lado, essa estrada seguia de volta para o pequeno vilarejo de Carvahall, lugar onde ele teria chamado de lar há anos atrás.

Ele tinha duas opções para prosseguir em sua busca: poderia seguir para a cordilheira procurar pela caverna de seu mestre ou voltar a cidade e tentar conseguir algo de útil antes de partir. Ele deveria lembrar quê, quando se trata da cordilheira de Espinha, todo cuidado e preparo é pouco, e qualquer cautela é inútil, pois seres misteriosos habitam aquele lugar.



OFF:
Então, eu não consegui extrair muita coisa do seu post. Espero que esteja bom assim.
Qualquer outro objetivo que você queira cumprir, pode falar aqui ou por MP, verei o que posso fazer~~

Espero que possamos ter uma aventura divertida. ♥

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Última edição por Pan em 7/1/2015, 08:22, editado 1 vez(es)

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Sphynx em 7/1/2015, 07:20

A Long Away

*O jovem mago respirou fundo, ajoelhou-se no chão e colocou a palma da mão ao solo.*

"Chegou a hora!"

*Por diversas vezes havia passado por esse dilema, estaria realmente pronto para enfrentar os misterios e males que cercavam sua antiga morada? Antes tinha Brom como protetor, mas nem ele fora capaz de enfrentar todos os perigos, como ele poderia sobreviver? Mas o momento de perguntas já havia passado, a confiança o dominava, já perdera muito tempo com pensamentos.*

- Que os deuses me acompanhem... Brom, meu mestre, me de forças e sabedoria para enfrentar essa jornada!

*Levantou-se e partiu em direção a espinha. Enquanto caminhava se lembrava de quando fizera esse caminho pela ultima vez, pequeno, fraco e assustado, mal sabia como havia encontrado forças para prosseguir, mas no final estava ali. As arvores pareciam falar com Sphynx conforme o jovem passava, o vento passava pelo seu rosto e parecia alertar-lhe sobre o perigo que seu destino escondia*

OFF:
Pan, ficou muito boa mesmo a narração... eu particularmente gosto de descrever mais a ação de meu proprio personagem e deixar o narrador "agir" e vc o fez mto bem!!!
O objetivo é esse mesmo, ir até a caverna e descobrir mais sobre Vroengard

LEGENDA:
*Ação*
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"Pensamento"

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Pan em 7/1/2015, 18:04

The Mystery of the Cave


O mago não demorava para começar a se mover. Com o joelho dobrado e a palma da mão no chão, era como se sentisse a vibração da terra para ter certeza de que não havia nenhum perigo, mas bem ele sabia que isso não era verdade. Sabia que, mesmo que a caverna onde morava fosse apenas no caminho para a grande cordilheira, haveria perigo por lá.

Com o pensamento de que a hora havia chegado, vinha junto a ironia de pensar aquilo. Já havia pensado e proferido aquelas palavras por diversas vezes, tantas que já desistira de contar, tantas que já não adiantava contar. Naquele momento, porém, era verdade. E junto da ironia vinha a dúvida. Estaria mesmo na hora? Estaria ele preparado para tudo o que estivesse por vir? Mas não podia pensar daquela forma, tinha que ser positivo. Tinha que ter na mente dele que ele era capaz de fazer o que precisasse, e faria.

Fazendo uma pequena prece aos deuses e ao espírito de seu mestre, ele começava a caminhar na direção da estrada que seguia para Espinha, a tenebrosa cordilheira. Enquanto andava, uma brisa batia em seu rosto, brisa que vinha da direção da cordilheira, como um alerta de perigo. Junto daquele alerta, vinha a última lembrança que tinha daquele caminho, da época em que perdera seu mestre, quando ainda era pequeno e fraco, incapaz de compreender o que acontecia ou processar as coisas.

Depois que andou o suficiente para o ponto onde estava ser quase invisível, Sphynx estava cada vez mais perto do pé da primeira montanha de Espinha, e podia começar a ver o clima mudar por aquela área. As nuvens de chuva com certeza vinham de lá e talvez por isso parecesse tão assustador. Começava a esfriar conforme andava e, se olhasse um pouco mais adiante, veria uma pequena abertura com tochas postas à frente.

Talvez aquela fosse a caverna de Brom, depois de muitos anos abandonada, habitada por alguém que estivesse precisando de moradia, por pior que ela fosse. Algumas caixas estavam postas do lado de fora da caverna junto de uns poucos sacos. Conforme se aproximava, poderia enxergar, também, algumas garrafas de bebidas vazias. As tochas estavam acesas porém um vento forte soprou, levantando poeira e apagando o fogo que havia lá.

O céu estava escuro pelas nuvens, trovões podiam ser ouvidos e algumas gotas da chuva já começavam a cair sobre a terra da estrada. A capa de Sphynx começava a molhar e ele mesmo também, quando chegasse junto da porta, poderia ver uma pequena mancha na entrada que ainda não fora atingida. Era escura, vermelho talvez ou algo próximo da cor do vinho. Seria aquilo sangue ou o vinho derramado por algum bêbado que passava pela entrada? Não poderia saber.

Se olhasse para dentro da caverna poderia ver sua entrada completamente escura, porém, mais adiante, uma pequena claridade. Talvez fossem tochas acesas, se é que alguém vivia ali, ou poderia ser uma fogueira. Não dava para saber ao certo e, se aquela era a caverna de Brom, estava diferente, e precisaria entrar para confirmar.



OFF:
Você me disse que a caverna do Brom era antes de Espinha, então, fiz com que ela fosse a poucos metros antes do pé da primeira montanha.

Você vai encontrar algumas coisinhas lá dentro, sendo elas agradáveis ou não.

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Sphynx em 8/1/2015, 15:59

Fire and Rain

*Já estava caminhando a um tempo, e a ansiedade e apreensão apenas aumentavam conforme a espinha se aproximava. Não era seu destino, mas a proximidade com aquele lugar tornava sua insegurança maior.*

"Eu sou capaz.... sou discípulo de Brom... honrarei meu mestre!"

*Foi quando vislumbrou uma pequena abertura com tochas na frente "Isso não deve ser bom!", tentou se manter calmo enquanto examinava o local a procura de mais informações e cautelosamente foi se aproximando, algumas caixas e sacos estavam do lado de fora, atento a qualquer movimentação maior, o mago procura algum galho resistente, em caso positivo usa o galho para examinar os sacos e caixas, caso não encontre fara um movimento de mão no ar lançando uma pequena e simples rajada de vento para furar o saco. Caso consiga averiguar e encontre algo útil pegara e levara consigo, caso contrario ignoro e sigo em direção a entrada cautelosamente.*

*Havia garrafas e outros sinais de vida por ali, então um vento forte apagou a luz que as chamas lhe davam... "...isso é um sinal, o vento esta me ocultando de possíveis perigos!", pelo menos Sphynx acreditava nisso. Os pingos de chuva começaram a atingir o jovem mago que já próximo a porta foi buscar abrigo na entrada da caverna, a qual ja conseguia ver uma luz ao longe.*

"Bom, já que estou aqui..."

*Começou a adentrar a caverna vagarosamente dando um passo de cada vez e com sua atenção redobrada a armadilhas, caso encontrasse alguma de fácil desvio o faria, caso fosse difícil de desviar acionaria com o galho que pegou na entrada (em caso de não ter conseguido o galho procuraria por alguma pedra para tentar acionar), caso não fosse possível retornaria ao começo da caverna e mandaria uma rajada de vento forte para desarmar, se não tiver armadilhas simplesmente seguira cautelosamente adentrando a caverna.*[/color]

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Pan em 17/1/2015, 11:39

The Only Way


O rapaz não era nenhum tipo de idiota. Assim que se aproximou e identificou os objetos na entrada da caverna, ele logo ficou cauteloso e, assim que o vento forte passou, ele viu aquilo como um aviso para ter cuidado, que lá teria perigo. Mas ele não queria saber, não se importava se haveriam perigos lá dentro. Ele sabia que iria enfrentar algumas coisas arriscadas se quisesse descobrir mais sobre seu mestre, sobre o que aconteceu, sobre aquela palavra.

Ele analisou de relance o que estava à frente da caverna para então olhar para o clarão que estava dentro dela. Com um graveto fino, que conseguiu na entrada da caverna por, provavelmente, ter caído da encosta de espinha, ele finalmente entrou na caverna. Só foi necessário andar um pouco para achar uma armadilha de urso e, pela passagem ser extensa o suficiente, ele poderia evitar simplesmente passando com muito cuidado na lateral, ou saltar, com muito cuidado também. Tendo sucesso no desvio, o resto do caminho estava livre — quem quer que estivesse ali dentro deveria achar que apenas aquilo era o suficiente.

Conforme prosseguia o clarão ia ficando mais forte e um cheiro estranho entrava em suas narinas, como algo que estivesse queimando ou uma poção mal elaborada. O que quer que fosse, deixava o rapaz enjoado. Finalmente havia chegado à uma abertura maior, onde se estendia a caverna. Parecia um círculo mal feito, algumas pedras ao chão e uma fogueira, o que explicava o clarão, e acima do fogo, preso em um galho grosso, havia o que deveria antes ser um porco ou qualquer outro animal daquela forma assando e, bem na parte de baixo, a carne parecia carvão de tão queimada, o que explicava aquele cheiro. Mas havia algo a mais naquele odor e não era apenas o cheiro da carne queimada. Era também cheiro de carne podre.

Além da fogueira, haviam mais sacolas e caixas por perto, algumas garrafas de vinho cheias e outras vazias, junto de outros tipos de bebidas. Uma mesa improvisada feita com caixas empilhadas estava num canto separado com cartas, bebidas e alguns pedaços de pão que poderiam vir a ser úteis caso ele sentisse fome. Na mesa ainda haviam algumas moedas de ouro e no chão, perto de outras caixas que deveriam ter sido usadas como assento, tinham umas pequenas bolsinhas com mais algumas moedas. Alguns livros queimados estavam no chão e outros estavam intactos, igualmente a rolos de pergaminhos que poderiam ser usados para o rapaz estudar, se quisesse. No chão haviam também três sacos de dormir.

O cheiro podre junto com o cheiro da carne que queimava inundavam o ambiente, o que fazia a tolerância dali insuportável. Não parecia ter mais nada ali, mas o cheiro ainda intrigava. Aquilo não era normal e não era possível identificar de onde vinha. Porém, se ele olhasse bem, atrás de algumas caixas havia uma abertura, pequena demais para ele passar de pé, mas se ele se inclinasse — ou se deitasse e rastejasse — seria possível passar. O pequeno túnel era como um breu e lá o cheiro parecia ser mais forte lá do que no resto do local, se fosse capaz ele poderia sentir que aquele túnel se inclinava, indo para baixo, e deveria tomar cuidado se fosse descer lá. Não era possível ouvir qualquer coisa que viesse lá de baixo graças ao barulho da chuva que ficou repentinamente forte e das folhas acima da caverna caindo e dos galhos batendo uns nos outros por causa da forte ventania.

Quem quer que tivesse habitado aquela caverna após Brom havia feito uma passagem se aprofundando na caverna ou, quem sabe, tenha descoberto uma passagem que existia ali há anos, pois aquele tipo de abertura não era natural. Mas não importava, lá com certeza seria perigoso, se alguém tivesse habitado aquela caverna, quis se aventurar mais adentro e, pela fogueira ainda estar acesa e várias outras evidências de que até pouco tempo, haviam pessoas ali, eles não deveriam ter ido mais adentro há muito tempo.

Agora, era decisão de Sphynx se iria prosseguir ou não.



OFF:
Me desculpe o imenso atraso, eu fiquei com problemas na internet. Enfim, para compensar eu te deixei alguns presentes.

Vamos continuar, então?

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Sphynx em 20/1/2015, 10:01

Pistas Iniciais


*Depois de passar com cautela extrema pelo túnel, chegou a abertura, onde uma fogueira ainda queimava. Os restos de um animal queimado e apodrecido ainda estavam "assando" junto ao fogo, mas embora a aparência daquilo, aos olhos de Sphynx, era nojenta, o cheiro impregnado no ar conseguia ser ainda pior.*

*A caverna demonstrava ter um certo valor, as moedas que foi encontrando pegou e guardou rapidamente, as comidas deixou de lado "Sabe-se lá desde quando isso esta aqui?? E será que não esta no mesmo estado daquela caça??", haviam alguns livros e pergaminhos por ali e passou a folheá-los rapidamente a procura da informação que buscava, caso encontre o guardo, caso contrario sigo olhando pela caverna para ver se encontro alguma outra coisa que pareça "diferente" ao cenário, assim como pegadas e possíveis rastros*

"Brom adorava passagens secretas e esconderijos...

*A fenda parecia ser o único caminho aparente, caso encontrasse algo mais propicio iria por esse caminho, caso contrario seguiria pela fenda. Mas antes tentaria improvisar uma tocha, já que o local era completamente escuro e pegaria umas pedras medias, e ai sim seguiria pelo caminho, tomando o maior cuidado a cada avançada, principalmente quando se inclinasse. Caso a descida fosse muito ingrime, jogaria uma das pedras que havia pego e prestaria muita atenção ao som para ver se o local era muito profundo, e se não fosse possível descer normalmente, usaria seus poderes para usar o ar para desloca-lo mais lentamente.*

OFF:
Me senti em Skyrim novamente! kkkkk

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Re: O Caçador de Memórias

Mensagem por Pan em 4/2/2015, 18:14

Fourth Verse


Recolhendo os pequenos sacos de moedas - que, se parasse para contar, o maior devia ter cerca de 25 moedas e os três menores não passavam de 10 ou 15 moedas - e ignorando os pães que havia sobre a mesa, Sphynx folheou alguns dos pergaminhos e livros legíveis e tudo o que encontrou foram diários, livros de histórias e mapas do continente sem muitos detalhes - rotas comerciais, em sua maioria.

Quando viu sua única chance de continuação, o rapaz pegou uma das estacas de madeira ainda grande perto da fogueira que tinha a ponta em chamas. Poderia usa-la como uma tocha até que sua chama se apagasse ou ela ficasse pequena demais. Após conseguir algo para iluminar seu caminho, o mago se adiantou pegando pedras não muito grande e jogando túnel adentro. O som produzido pela pedra que deslizada pela escuridão indicava que ela não caía exatamente reto ou de uma forma muito íngreme, ela parecia quicar sobre degraus.

Adentrando com muito cuidado - tanto para não escorregar, quanto para não se queimar com o fogo -, Sphynx seguiu o túnel que descia em uma escada velha e gasta. Aquelas escadas foram construídas a muitos anos e, talvez, na época em que ainda eram utilizadas, houvesse uma porta e o caminho tenha sido alterado pela natureza com o passar do tempo. Depois do que pareceu muito tempo por estar descendo devagar, Sphynx finalmente chegou ao fim daquela escada. Agora embaixo, quando levantasse sua tocha, poderia reparar escrituras e desenhos nas paredes velhas, que antes poderiam ter sido brancas, mas hoje eram encardidas e cheia de plantas. Os desenhos eram pouco compreensíveis, pois pareciam ter sido apagados com o tempo, mas, algo naquelas escrituras, fazia uma nostalgia estranha aparecer dentro de Sphynx - talvez porque o lembrassem Brom. O chão, igualmente as paredes, pareciam ter sido brancas e polidas um dia, mas, agora estava cheia de areia e não passava de algumas pedras quebradas.

Se continuasse a andar, Sphynx veria muitas portas adiante fechadas, algumas trancadas e outras abertas, algumas até mesmo encostadas. Poderia observar os detalhes dourados nas portas e, caso decidisse entrar em alguma delas, veria apenas salas repetidas com pergaminhos e livros velhos que, se tentasse pegar, se desfariam de tão frágeis que se encontravam. Ao final do grande corredor que ele se encontrava, havia uma porta dupla imensa, com a imagem de um homem nela, mas, se empurrasse, veria que estava trancada. O fogo em sua tocha tremulava conforme ele andava, sua sombra era medonha e algo naquele lugar estava errado - ou talvez certo demais? Ele podia sentir um grande poder, misterioso e antigo, emanando por aquelas paredes. Se quisesse realmente prosseguir, teria que arranjar uma forma de abrir a imensa porta a sua frente.





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