O dinheiro manda

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O dinheiro manda

Mensagem por ADM.Noskire em 2/1/2015, 19:29

O dinheiro manda

Aventura de Mark Stomper.

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— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!


Prólogo | Apresente-se | Regras
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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 3/1/2015, 22:20

Gil'ead, a cidade humana mais bem armada, com o melhor exército e a prisão mais segura do mundo, com certeza é a cidade mais perigosas para os mauzinhos, e mesmo assim ela abraça e os acolhe os considerando pessoas normais.

Ja fazia uma semana que havia me decidido, um fazendo rico teve seus escravos mortos, o motivo ele não queria contar, por esse ocorrido eu fui contratado, ele disse que conhecia o culpado, e só tinha apenas três pistas para mim, que ele era um Elfo, tinha cabelos negros e estava em Gil'ead.

A principio achei que seria muito difícil de achar esse sujeito, porem como é meu ponto fraco, eu faria tudo por dinheiro, por isso não pensei duas vezes e aceitei seu pedido, por isso havia partido para Gil'ead, parecia que meu dinheiro havia criado pernas e fugido para essa grande cidade, assim que chegasse na cidade, iria achar uma loja ou ferreiro, precisava de uma espada, lutar sem armas não é meu forte e em seguida iria procurar uma estalagem para ficar.
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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Pan em 6/1/2015, 09:33

The Thief?


Ainda carregando seu passado trágico na memória, Mark passou a viver vagueando de cidade em cidade roubando e fazendo todo o necessário para ter dinheiro. Este, porém, parecia sempre fugir dele, pois mesmo depois de roubar quase metade do dinheiro de um rico líder de uma gangue a qual fez parte por um tempo, ele possuía apenas 500 moedas no bolso.

Naquele momento, sua maior preocupação era justamente encher seus bolsos novamente com aqueles pequenos pedaços de ouro, que faziam um tintilar semelhante ao canto de anjos para o jovem rapaz. Naquela calorosa tarde, onde os pássaros pouco cantavam e as pessoas muito andavam, o rapaz chegara à majestosa cidade de Gil'ead, uma das maiores cidades de humanos do continente de Alagaësia, e ele estava lá com apenas um real objetivo em mente: conseguir concluir um pequeno trabalho para um fazendeiro e arranjar dinheiro.

Porém, a missão não era tão fácil. Pelo menos não naquelas condições. Desarmado, foi assim que o jovem rapaz chegara na cidade humana, mas não era assim que ele pretendia pegar seu alvo — principalmente sabendo que este era um elfo, e sabiam os humanos as capacidades de um elfo! Sabendo disso, o garoto já adentrava os portões da cidade com um primeiro objetivo: adquirir uma espada.

Já dentro da cidade, o garoto observava as lojas e o alto movimento da cidade atrás de algum lugar que aparentasse vender armas, ou até mesmo um ferreiro. E não demorou muito para encontrar o que queria. Poucos metros depois de adentrar a cidade, um homem sentado num bando segurava algo metálico que faiscava com o choque que tinha contra uma pedra redonda que era girada. Ele devia estar amolando uma espada! Ao redor, alguns outros instrumentos de forja estavam espalhados e algumas armas e escudos estavam pendurados numa grade, talvez estivessem a venda.

Do outro lado da rua havia também um prédio com a frente de madeira e uma grande placa escrita em letras vermelhas "Estalagem d'O Gigante Adormecido". Na estalagem, um senhor com um avental já não tão branco e uma barba rala saía pelas portas e colocava uma pequena placa do lado de fora. Com as pessoas passando, ficava um pouco difícil ler o que estava escrito, mas com um pouco de esforço, poderia ser visto as palavras "Promoção especial --- 750 --- um dia e --- noite.".

Aquele garoto estava com seu dinheiro escaço e as coisas da cidade não pareciam tão baratas. Ele ainda não sabia o preço da espada e por isso não sabia se seria capaz de pagar, além de que não tinha certeza do que estava escrito na placa, mas poderia ter a leve noção de que não seria capaz de pagar ambas as coisas. Talvez tivesse que recorrer a outros meios para conseguir tudo o que queria — e mesmo assim era culpa dele ter tão pouco dinheiro.

Ele tinha duas opções: tentar barganhar a espada — se essa fosse mais cara do que pudesse pagar, ou barganhar um quarto na estalagem. Mas ele tinha que pensar rápido, afinal, sua caça poderia sair da cidade a qualquer momento e assim ele perderia ele por um bom tempo, se não para sempre.



OFF:
"Um fazendo rico..." revise seus posts, por favor.
E evite repetir palavras ou frases em um curto espaço, torna o texto chato.
E detalhe melhor os seus posts, fica mais divertido, além de que me dá mais liberdade para postar e criatividade para uma aventura melhor.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 6/1/2015, 20:31

Havia finalmente adentrado a cidade de Gil'ead, uma bela cidade, haviam muitas lojas e tinha muito movimento, varias pessoas andavam apressadas, algumas calmas e outras irritadas, a rotina do dia a dia provocava essas emoções.

Quando entrei na cidade, após andar poucos metros já havia achado um ferreiro, era um homem que estava a amolar uma espada, eu sentia que aquele senhor seria uma pessoa boa, vendo que ele já tinha em mãos uma espada iria me aproximar com um olhar de fanatismo arma e lhe perguntaria:

- Quanto esta essa espada que esta na sua mão? - Se o preço fosse acessível, eu iria compra-la, se fosse algo fora de meu orçamento eu lhe diria - Mas você não me daria um desconto não? sabe, eu realmente preciso da espada... - e se mesmo assim ele me negasse a espada, eu iria tentar entrar em um acordo pela espada - arg.... olha, eu realmente preciso da espada, eu poderia fazer qualquer coisa para poder obte-la, oque me diz? eu faço QUALQUER COISA... - diria mostrando um olhar de quem esta falando sério.

Enquanto tentava barganhar minha espada, do outro lado da rua havia uma estalagem, a Estalagem d'O Gigante Adormecido, de onde saia um senhor que colocava uma pequena placa no lado de fora, esta que dificilmente conseguia ler estava escrito "Promoção especial --- 750 --- um dia e --- noite." eu poderia ter barganhado na estalagem, mas eu preferi tentar a espada, pois precisava de uma arma para me proteger e para matar.

Se mesmo que por por egoísmo o senhor ferreiro não quisesse me vender, ou dar a espada, eu deveria ser radical, olharia em volta vendo outras coisas, tentando mostrar que eu estava desligado, e tentaria, assim que o ferreiro desse mole, roubar uma espada, a mais próxima que estivesse perto, desde que obtivesse sucesso, se falha-se seria hora de correr, e pra longe.

off:
melhorou? diga-me, sempre estou aberto a opiniões :3
e Estalagem do gigante adormecido? você jogou skyrim?

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Pan em 7/1/2015, 13:18

The Price You See is the Price You Get. The Offer That You Need!


Quando as palavras começaram a sair da boca de Mark, o ferreiro, que possuía uma corpo forte e uma grande barba no rosto, levantou seus olhos para o garoto, ouvindo o que ele dizia. Depois que o rapaz perguntou o preço da espada, o velho ferreiro começou a rir histericamente, como se a melhor piada do mundo houvesse sido contada pelo garoto. Quando parou de rir, o ferreiro olhou para ele e começou a falar:

Você está brincando comigo garoto? O que um moleque como você quer com uma espada? Vai brincar com seus bonecos, vai. — O ferreiro voltou a amolar a espada, ignorando a presença do garoto. Mark, porém, continuava a clamar, pedindo para que ele vendesse a espada para o garoto. Quando este comentou que faria o que o ferreiro quisesse, ele logo olhou para o garoto. Estava de saco cheio dele o perturbando então, para simplesmente despacha-lo, disse: — O que eu quiser? Bem, neste caso, você poderia ir até a destilaria no fim da rua e fale com o gerente. Consiga quatro garrafas do Hidromel Castole para mim que eu lhe dou a espada, combinado? As garrafas saem pelo mesmo preço da espada, será uma troca justa.

O ferreiro fazia a proposta para o garoto que, se recusasse, ficaria sem seu armamento pois, mesmo que tentasse furtar uma das espadas dali, as chances de ser preso era de praticamente 100% pois, na esquina a um metro dali, quatro soldados faziam guarda e um deles prestava bastante atenção no rapaz e no ferreiro, como se suspeitasse de algo.

Se o rapaz recusasse a proposta, poderia dar adeus a espada que ele almejava naquele momento e poderia tentar algo na estalagem, já que lá havia uma promoção, mesmo que não soubesse exatamente para o quê. Suas opções eram baixas e o sol já se encontrava exatamente no meio do céu, o que indicava meio-dia. A tarde se iniciava quente e o sol parecia não brincar em serviço, maltratando a pele daqueles que ficavam expostos por muito tempo. O tempo do rapaz estava acabando e, além de precisar da espada, precisava ainda achar o seu alvo ou, pelo menos, conseguir informações sobre o ele. E um lugar perfeito para isso seria indo nas estalagens da cidade ou nos bares e tavernas, era impossível ele não ter passado em nenhum desses locais! E bêbados e gerentes sempre sabem de todas as pessoas que passam na cidade, principalmente quando se trada da cidade com maior índice militar de toda Alagaësia!

Então, garoto? Vai conseguir meu hidromel? — o ferreiro indagava novamente.

O garoto teria que aceitar se quisesse sua espada. Ou poderia recusar se quisesse partir desarmado.



OFF:
Então, eu já tenho uma ideia para sua aventura, mas dependerá principalmente da sua aceitação ou recusa dessa proposta.
Pense bem.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 7/1/2015, 15:12

Havia finalmente entrado em um acordo com o ferreiro, quando tentei novamente pedir a espada e oferecer um favor ao ferreiro em troca da mesma, ele me olhou e disse:

— O que eu quiser? Bem, neste caso, você poderia ir até a destilaria no fim da rua e fale com o gerente. Consiga quatro garrafas do Hidromel Castole para mim que eu lhe dou a espada, combinado? As garrafas saem pelo mesmo preço da espada, será uma troca justa - vendo que só havia uma forma de conseguir minha espada:

- Erg.... ta bom, ta vou indo pegar seu hidromel... - Diria para o ferreiro enquanto me afastava do mesmo lentamente.

Depois de me afastar do ferreiro, iria seguir em direção a destilaria, que ficava no fim da rua, estava muito calor e entendo o porque desse favor que me parecia tosco. Quando chegasse no estabelecimento, iria perguntar para a pessoa que tinha-me cara de vendedor/a e lhe perguntaria:

- Você poderia me dizer quanto está o Hidromel Castole? me vê umas quatro garrafas aê? - se o preço pelas quatro garrafas for acessível, eu iria pagar normalmente e pega-las para leva-la ao ferreiro, se fosse mais caro e eu não tivesse dinheiro para pagar por elas, eu iria tentar pegar um desconto - Olha, eu preciso das garrafas sabe? é pro ferreiro, quem sabe ele não te da um desconto se você me ajudar aqui hein? - diria para o vendedor/a tentando persuadi-lo. Assim que conseguisse, se conseguisse as garrafas, tentaria leva-las o mais rápido o possível para o ferreiro, mas com todo o cuidado para que nada de ruim aconteça com elas.

off:
que medo desse dicsaw O.o , e tente n pegar mt pesado comigo

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Pan em 7/1/2015, 20:19

Uh ... Marriage?


Aceitando a proposta do velho ferreiro, Mark se colocou a andar na direção da dilataria ao fim da rua. Esta, por sua vez, tinha uma agradável estrutura de madeira e era muito bela no exterior, com uma grande e detalhada placa em seu toco, escrita em letras caprichosas e de um dourado cintilante "Dilataria Whillcheston".

Quando adentrou o local, o cheiro adocicado de mel adentrou o nariz do jovem rapaz o deixando levemente hipnotizado, mas ele logo voltava à realidade ao ouvir a porta ao lado do balcão se abrir, emitindo um leve som. O local era muito mais luxuoso e bem decorado do que ao lado de fora, com certeza quem construíra aquele local tinha um grande gosto para decoração. Uma mulher alta, que deveria ter a mesma altura que o garoto, usando vestimentas tradicionais das antigas gerações daquele local, tinha o cabelo loiro com cachos largos e os olhos eram azuis com pequenas manchas marrons. Era, com certeza, a moça mais bela que o rapaz poderia ver.

Ela tinha duas mechas de seu cabelo presos atrás da orelha, seu busto era eminente e ela tinha um pano branco em mãos. Vários tipos diferentes de garrafas estavam cuidadosamente arrumados em diferentes tipos de prateleiras ao redor, de uma forma que deixava o clima ainda mais agradável.

Em que posso ajuda-lo, meu bom senhor? — Ela indagava assim que ele se aproximava do balcão. Sua voz calma, como o cântico de uma elfa vinda diretamente da cidade élfica, adentro da imensa floresta de Du Waldenvarden, e um pequeno sorriso era visível em seu rosto. Este, em sua vez, já respondia pedindo as quatro garrafas daquele hidromel que lhe fora solicitado. A menina arregalou levemente os olhos e suas bochechas coraram levemente; seu constrangimento era ilícito e ela logo respondeu: — M-me desculpe, e-eu volto em um instante.

Ela saiu pela mesma porta pela qual havia entrado, deixando o rapaz sozinho lá. Depois de um tempo, ouviu alguns passos apressados vindos de dentro e a porta se abriu, de onde surgiu um homem com o cabelo loiro meio esbranquiçado e uma barba rala no rosto. Ele era tão alto quanto Mark, o que fazia-o parecer ainda mais um elfo, e seus braços eram musculosos. Sua expressão era séria e ele logo vinha na direção de Mark, sendo seguido pela jovem menina que vinha com a cabeça levemente abaixada, mas ainda era possível perceber que suas bochechas estavam coradas.

O homem, assim que se aproximou o suficiente de Mark, pegou-o pelo colarim de sua camisa e o levantou, até que seu rosto ficasse próximo ao dele, deixando o garoto a uns dez centímetros do chão.

Quem é você e o que você quer com a minha filha? — Ele ia logo perguntando, num tom severo. — Não aprovo que peça-a em casamento de forma tão ultrajante assim! Explique-se rapaz!

O rapaz ficava apenas encarando ele que, por sua vez, olhava-o com severidade. Porém, após alguns segundos, o homem começava a rir, gargalhando em seguida. Ele puxou o garoto para um abraço, levando-o para o outro lado do balcão e fazendo-o bater os joelhos na haste. O homem o apertava realmente muito, deixando-o sem ar. Depois, o colocou no chão, e puxou sua filha.

Esta é a minha querida Jasmine. Posso garantir que ela será uma ótima esposa para o senhorio, ela é ótima na cozinha também! — Ele sorria abertamente para o garoto, que não compreendia nada. — Vamos entrar, quero que você conheça a senhoria da casa, minha esposa. Não precisa ter vergonha, venha! — Ele simplesmente puxava o garoto para mais adentro da destilaria.

Lá dentro era formidavelmente fresco e bem decorado, dando uma incrível sensação de aconchego. O cheiro de mel ali era tão intenso quanto no cômodo ao lado, sendo isso porque uma mulher muito parecida com a garota que encontrara tirava um incrível pão-de-mel de um forno a lenha, do outro lado do local, em uma extremidade que era separado por balcões como a cozinha. Havia uma grande mesa de madeira, onde a mulher colocou o pão em seu centro, com seis cadeiras em volta. Um sofá de madeira acolchoado, de frente para uma mesa de centro e duas poltronas estava um pouco mais adiante, com um enorme tapete de lã ao chão. Uma lareira e vários quadros deixavam o ambiente ainda mais agradável.

A mulher bateu levemente na porta pouco atrás da mesa de jantar e passos foram ouvidos, provavelmente de uma escada. Dois rapazes um pouco mais altos que a menina, com os cabelos também loiros apareceram na sala, conversando ansiosamente.

Família! Tenho uma notícia! — disse o homem, chamando a atenção de todos. — Nossa pequena Jasmine irá se casar! — Ele concluiu entusiasmado, deixando a menina ainda mais envergonhada.

Os jovens rapazes, que deveriam ser gêmeos e irmãos da garota, se olharam e concordaram com a cabeça um com o outro, indo até o rapaz sendo seguidos pela mulher, que devia ser mãe deles.

Olhe aqui garoto, eu acho bom você cuidar bem da nossa irmã. — disse o primeiro.

Isso mesmo. Se você fizer alguma coisa, pegaremos você! — Concordou o outro.

Sua mãe, vindo atrás com um sorriso amigável, colocou a mão do ombro dos garotos.

Rapazes, tenham modos. Estes são Sten e Stoo, irmão da Jasmine. Eu sou Liliam, mãe deles. Acredito que já conheça o Petrun, meu marido. — Ela apresentou todos com um tom calmo semelhante ao da filha, porém mais doce ainda. Ela terminava de secar as mãos no avental em sua cintura, e voltava a falar com o garoto: — Qual o seu nome, meu jovem senhorio?

Os outros familiares sorriam para o garoto e ele deveria responder logo, o que quer que fosse responder. Agora, como ele havia se metido naquela situação e por quê... Já era uma coisa inexplicável, até o momento.



OFF:
Tá tendo treta? Sim.
Tá confuso? Muito.
Eu vou explicar tudo aqui? Nem a pau.

Você vai entender mais pra frente, não se preocupe. Apenas siga o fluxo.

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Última edição por Pan em 8/1/2015, 10:29, editado 2 vez(es)

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 7/1/2015, 21:38

Assim que adentrei a dilataria, encontro-me com uma jovem garota, do meu tamanho, para ele ter aquele tamanho deveria ser uma elfa, ela tinha cabelos loiros e olhos azuis, fiquei paralisado por um breve momento pela sua beleza, mas logo volto a realidade quando ela me olha e pergunta:

— Em que posso ajuda-lo, meu bom senhor? - Dizia com sua voz suave para mim, logo lhe respondo — Você poderia me dizer quanto está o Hidromel Castole? me vê umas quatro garrafas aê?—Lhe pergunto tentando ser direto, a princio ela não me respondeu o preço, ou nada do que eu lhe preguntei, apenas me disse — M-me desculpe, e-eu volto em um instante— e saiu pela porta ao lado do balcão.

Sem ter oque fazer, tive que esperar ela voltar, apesar dela ser bonita, tive que ser curto de grosso, tinha dinheiro envolvido, tudo dependia daquelas 4 garrafas que o ferreiro queria. Depois de um tempo, um homem com o cabelo loiro meio esbranquiçado e uma barba rala no rosto vinha da mesma porta que a menina havia saído, e claro, falando nela, la estava seguindo o homem, que estava com um olhar muito sério, para piorar, ele foi chegando mai e mais perto, até o ponto que me pegou pelo colarim e me levantou até seu rosto, quando ficamos frente a frente ele me perguntou —Quem é você e o que você quer com a minha filha?— Me perguntou num tom severo, eu logo queria responder que não havia nada, mas preferi ficar calado para não causar problemas — Não aprovo que peça-a em casamento de forma tão ultrajante assim! Explique-se rapaz!— nesse ponto eu achei que era uma brincadeira, até porque parecia meio clichê, mas senti que aquela merda era real, tudo oque eu queria era as garrafas de hidromel.

Ficou um silencio por alguns instantes, o senhor quebra o silencio me colocando no chão enquanto ria, eu não entendia oque estava se passando na cabeça daquele elfo louco, por fim ele me dizia — Esta é a minha querida Jasmine. Posso garantir que ela será uma ótima esposa para o senhorio, ela é ótima na cozinha também! — Eu não entendia porcaria nenhuma o que aquele senhor estava falando, até ser surpreendido pelo mesmo — Vamos entrar, quero que você conheça a senhoria da casa, minha esposa. Não precisa ter vergonha, venha! — Dizia o senhor que já grudava suas mãos em mim e me arrastava para dentro de sua casa.

Já dentro de sua casa, conheci o toda a família, começando pelo senhor, chamado de Petrun, a mãe com quase a mesma aparência da filha era Liliam, e Jasmine tinha dois irmãos, que pareciam ser gêmeos, os dois loiros Sten e Stoo, tudo estava acontecendo tão rápido, e logo chegou minha vez de me apresentar, todos estavam bastante ansiosos para me conhecer, eu sabia que não podia perder tempo, e tive que ser direto:

— Meu nome é Mark Stomper, tenho 14 anos e ouso dizer, mas ganho a vida fazendo serviços... sinto lhes dizer, mas, eu não acho que eu possa ficar por muito tempo, tenho certos assuntos a tratar na cidade, e preciso de 4 garrafas de Hidromel Castole, pago agora se não for muito... caro — Sabia que poderia ter causado uma primeira impressão péssima, mas o que eu poderia fazer, precisava do meu dinheiro, sei que poderia ter decepcionado eles, por isso fiquei meio chateado, mas em fim, se eu conseguisse as garrafas, iria correndo até o ferreiro para pegar minha espada, se não conseguisse as garrafas, tentaria lhes explicar o motivo por qual eu preciso delas, mesmo que tenha que revelar o meu trabalho.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 13/1/2015, 10:09

NARRAÇÃO



Tudo estava esquisito, para começar os elfos que geralmente se consideravam superiores a qualquer outra raça estavam tratando muito gentilmente Mark, que nem sequer chegou a falar uma palavra parecida com casamento, Marks sem muito teatro fala— Meu nome é Mark Stomper, tenho 14 anos e ouso dizer, mas ganho a vida fazendo serviços... sinto lhes dizer, mas, eu não acho que eu possa ficar por muito tempo, tenho certos assuntos a tratar na cidade, e preciso de 4 garrafas de Hidromel Castole, pago agora se não for muito... caro —, com isso os olhos do pai da Jasmine ficam brilhando e ele fala-Alem de tudo é trabalhador, eu poderia ter um genro mais perfeito? para você vai ser de graça, vai logo filho buscar o que ele precisa-, com isso um dos irmãos foi em direção a loja, não muito tempo depois ele retorna segurando duas sacolas cada um contendo 2 potes de hidromel, mas ele não integra diretamente para Maks, ele entrega para o pai dele.

-Jasmine a parti de hoje não precisa se preocupar mais com a loja, vá e ajude seu esposo-fala isso entregando uma sacola para a menina e outra para marks, a menina fica ainda mais vermelha e corre em direção ao quarto, Marks fica sem saber o que fazer, mas não demora muito para ela voltar e revelar para Marks uma das coisas mais lindas que ele já viu ou vai ver na sua vida, ela estava linda, vestida com um vestido tomara que caia branco, que mostrava bem seus bustos avantajados, seus cabelos loiros estavam soltos  e iam na altura das costa da elfa, em sua cintura havia um pequeno laço vermelho que  prendia duas adagas e também apertava sua cintura mostrando as curvas perfeitas da elfa, o vestido ia somente até a altura do joelho,mostrando assim as belas pernas que a elfa possuía,ele já estava linda apesar da pouca idade, mas futuramente quando se tornasse mulher se tornaria mais linda ainda, ao perceber o olhar do rapas em sua direção a elfa se torna mais vermelha do que Marks pensava ser possível ficar.


Sem demorar muito os dois vão apressadamente até o ferreiro, a elfa estava a apenas centímetros de distancia de Mark, próximo o suficiente para que mark sentisse o doce perfume dela a cada respiração, ao chegar no ferreiro rapidamente faz a troca pela espada, a espada tinha um metro, e tinha apenas um lado afiado.


Apos isso Mark sentiu uma amostra do porque a cidade é considerada a mais segura de todas, um  infeliz ladrão roubou os pertences de uma moça,  e sai em disparada , não muitos metros depois exatamente na frente de Mark o ladrão para subitamente e arregala os olhos, a elfa percebe antes que Mark percebesse o que aconteceu e dá um grito ao mesmo tempo que abraça Mak fazendo seu braço se encaixar perfeitamente no meio dos busto delas, o infeliz ladrão cai de barriga no chão e só então Mark percebe que tem uma flecha atravessando as costa do ladrão exatamente na altura do coração, não demorou muito para que seis guardas se aproximassem, um que segurava uma besta descarrega se abaixa e testa o batimentos cardíacos do ladrão através do pescoço,ele balança a cabeça de forma negativa e rapidamente quadro guardas pegam o corpo do ladrão e levam para fora de vista.


A população aplaudia enquanto os pertences eram devolvidos para a mulher, menos a elfa e o mark, a elfa por medo, e Mark simplesmente por estar impressionado demais  para fazer qualquer coisa, agora ele podia perceber, havia dois guardas em cada esquina, a elfa continuava abraçada com ele, e agora o que Mark faria? continuaria com a elfa ou dispensaria ela? sera que ela poderia ser útil?


off:
primeira mente peço desculpa pelo post, pegar aventura já começada é osso..

segunda te dei a espada de graça, por que sua aventura não vai ser fácil,então relaxa não vou facilitar pra ninguem


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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 13/1/2015, 13:05

   Uma série de eventos estranhos veio ocorrendo comigo, eu apenas deveria levar 4 garrafas de hidromel para o ferreiro, mas acabei noivo com uma elfa loira muito bonita chamada Jasmine, conheci sua família que era composta por sua mãe Liliam a mãe, Petrun o pai, e os dois irmãos gêmeos Sten e Stoo.

   Quando finalmente me apresentei, Petrun alegremente disse -Alem de tudo é trabalhador, eu poderia ter um genro mais perfeito? para você vai ser de graça, vai logo filho buscar o que ele precisa- Mandando um de seus filhos ir buscas as garrafas que precisava, por sorte foi de graça, fiquei feliz por isso, mas o problema começou quando Petrun disse -Jasmine a parti de hoje não precisa se preocupar mais com a loja, vá e ajude seu esposo- Eu não podia negar a ajuda, tive que aceitar, mas aonde eu colocaria ela? foi ai que me lembrei " Já sei, lembro que a estalagem do gigante adormecido parecia estar fazendo uma promoção... será que consigo um desconto para 500 moedas?... não tenho muitas opções, vou ter que tentar" pensei comigo mesmo por um estante, enquanto isso, Jasmine ia para o quarto trocar de roupa, não demorando muito para me mostrar um lindo vestido tomara que caia branco e com um laço vermelho na cintura para segurar suas 2 adagas, fiquei confuso, achei que aquele rostinho fofo não seria uma pessoa letal, então sem demorar muito, peguei sua mão e iriamos para o ferreiro com as garrafas.

   Chegando la, já queria minha espada, então já ia lhe entregando as garrafas, finalmente consegui uma arma, uma forma de defesa e ataque. Pensei em ir para a estalagem que estava do outro lado da rua, mas um evento chocante ocorre antes mesmo deu sair de onde estava, um ladrão havia roubado alguns pertences da uma moça, eu mas alguns instantes depois, o ladrão na minha frente cai de cara no chão, não entendi muito, mas Jasmine foi mais rápida e percebeu bem antes de mim, e logo me abraçou de medo, assim que o ladrão finalmente fica completamente no "deitado" no chão, vejo que uma flecha estava bem perfurada nas suas costa, exatamente onde fica seu coração, eu não pensaria mais rápido, iria abraçar Jasmine para que ela não visse aquilo, e tentaria leva-la até a estalagem, tentando contornar o corpo do ladrão, dizendo para ela -Vai ficar tudo bem... calma- Assim que chega-se na estalagem, iria procurar o/a atendente e perguntaria - Vi que vocês estão em uma promoção, por 750 moedas neh... você poderia me alugar um quarto agora por 1 dia e 1 noite por 500 moedas? depois posso pagar as outras 250 que faltam... eu necessito deste quarto, é para a minha esposa sabe? Tentaria a todo o custo barganhar um quarto por um tempo, até que eu resolvesse minha situação financeira, caso não desse para persuadir o atendente da estalagem, iria sair junto de Jasmine e procuraria outra estalagem para tentar novamente um quanto, com pouco dinheiro era realmente viver numa cidade grande, precisava andar rápido, minha caça poderia sair da cidade a qualquer momento.

off:
Aqui estão as imagens que você pediu no chat da jasmine e minha espada:
Jasmine:

http://static.tumblr.com/3b00414e0e7cc7dd7f21a987af758e8e/tebdegt/v7tmozczy/tumblr_static_anime-sword-art-online-leafa-453211.jpeg
Espada:

http://a.tgcdn.net/images/products/zoom/f2bb_orcrist_the_sword_of_thorin_oakenshield.jpg

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 14/1/2015, 18:08

NARRAÇÃO


Ao ver a sena Mark tenta consolar a elfa Jasmine-Vai ficar tudo bem... calma-ela estava chorando,mas  apos as palavras do Mark a elfa para de chorar subitamente segura a mão de Mark com firmeza e o leva para um beco perto dali onde não havia guardas, a força dela era surpreendente para uma mulher, chegando lá ela joga o corpo de Mark contra a parede e leva sua adaga em direção ao pescoço do mesmo, segurando a adaga com a mão direita  tão próximo que quase cortava o pescoço de mark, embora Mark não pudesse ver com a  mão esquerda ela segura a adaga em posição de fazer uma estocada na barriga de Mark.


-Escute aqui seu bosta, nunca mais me toque novamente, entendeu?enquanto falava a mão esquerda da elfa se aproxima com a adaga da barriga de Mark e o com a adaga cutucando, a face da elfa estava furiosa e tinha acontecido claramente uma mudança de personalidade com ela,-Droga! eu deveria te matar, mas isso não é cidade para isso, meu maldito irmão me paga!- com isso ela solta a adaga do pescoço de Mark que respira aliviado e começa a andar em círculos como se estivesse decidindo o que fazer.

Ela já tinha guardado as adagas mas sua expressão permanecia furiosa, Mark não sabia se ela estava brava com ele ou com alguma outra coisa, apos alguns minutos rodando ela finalmente para  e olha na direção de Mark novamente -Ei humano de bosta,  já que estou enrolada até o pescoço, me fala mais sobre seu maldito trabalho, vou te ajudar, mais vou querer 90% do seu salário.-Mark sentiu um certo preconceito na voz da elfa .

Agora ela não parecia tão fofinha para Mark, ela podia tentar cortar o pescoço de Mark a qualquer hora e talvez não fosse sábio desobedecer ela.

off:
no seu post voce investiu muito no que já havia postado e não fez quase nada, tente fazer mais coisas
[/size]

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 14/1/2015, 18:58

Tentei consolar Jasmine abraçando ela pois estava chorando, mas subitamente ela para, segura minha mão e me arrasta para um beco perto dali onde não haviam guardas. Chegando la, ela me jogou na parede, fiquei surpreso com tamanha força, logo em seguida ela coloca uma adaga perto do meu pescoço e uma perto de minha barriga, me avisando para nunca mais toca-la, de um jeito amedrontador dizia que deveria me matar, mas senti que ela não faria isso, pois queria alguma coisa, então tirou as adagas de perto de mim, e as guardou, ficou andando em círculos e por fim olhou para mim, saquei então oque ela queria quando ela me pediu para dar detalhes do meu trabalho, e claro, para sair no lucro, queria 90% da recompensa, achei um absurdo, vendo que minha vida estava em risco e não podia fazer nada naquele momento, não tive escolha:

- Vamos com calma ta... bem, eu só preciso achar e matar um elfo de cabelos negros e que estava se escondendo nessa cidade... então se quer o dinheiro, me ajuda e encontra-lo, e não me chame de bosta senão, não lhe apresente meu contratante...- diria isso para ela com um olhar sério, tentando conseguir pelo menos algum respeito dela. Emfim, assim que ela pudesse compreender o meu trabalho, iria me sentar no chão ali mesmo, e diria - Então, você conhece algum elfo assim? - Se ela respondesse sim, iria seguir com a pergunta - Sabe se ele já teve alguma rixa com um fazendeiro? pode me levar até ele? - se ela tivesse respondido não na primeira pergunta, iria combinar com ela - Então precisamos procurar ele... que tal olharmos em tabernas? é o meio mais fácil de se achar uma pessoa em cidades grandes... pelo que eu saiba - Assim que conseguir entrar em um consenso com ela, iria para para a taberna mais próxima para procurar o elfo.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 15/1/2015, 13:37

NARRAÇÃO


Sem muita escolha Mark se vê o brigado a aceitar a proposta da elfa- Vamos com calma ta... bem, eu só preciso achar e matar um elfo de cabelos negros e que estava se escondendo nessa cidade... então se quer o dinheiro, me ajuda e encontrá-lo, e não me chame de bosta senão, não lhe apresente meu contratante...- ao ouvir a ameaça de mark, a elfa com um sorriso no rosto aproxima o próprio rosto do rosto de Mark, até a chegar a centímetros de um beijo e fala com uma voz maliciosa,-Acredite, eu tenho meus jeitos para fazer você falar rapidinho- apos isso a elfa da um sorriso meio diabólico, o que faz Mark ter certeza que não iria gostar do jeito da elfa.

Apos algum tempo marks volta a falar-Então, você conhece algum elfo assim? -, a elfa com um tom de deboche na voz fala rapidamente-não, eu conheço milhares assim...-,antes que pudesse falar de novo a elfa bota a mão direita na cabeça e apóia a cabeça na mesma e fala em um tom decepcionado-Mas é serio que você ta atrás de alguém só com esse tipo de informação? mais nada...meu Deus na onde é que eu fui me meter-, como forma de redenção Mark conta mais informação,- Sabe se ele já teve alguma rixa com um fazendeiro? pode me levar até ele? - pela primeira vez a elfa parecia seria, ela leva a mão direita até o queixo, e Mark é capas de ver uma ruga de concentração na testa da elfa-hum.... não me lembro de nem um assim, a maioria que eu conheço não se dariam o trabalho de se importarem com fazendeiros-


apos a resposta da elfa Mark sugere que vão para um bar- Então precisamos procurar ele... que tal olharmos em tabernas? é o meio mais fácil de se achar uma pessoa em cidades grandes... pelo que eu saiba - pela primeira vez a elfa dá um sorriso que não seja maligno apos a mudança de personalidade-Até que meu marido não é totalmente burro-.

Entrando em um consenso, os dois vão até o bar mais próximo, coisa que foi fácil já que a elfa conhecia bem a cidade, antes que pudesse entrar no bar, Mark fica impressionado, pois dele sai um brutamontes de dois metros de altura, musculoso e de cabelos brancos cumpridos acompanhados por dois outros seres, um homem com uma aparência linda e outro que possuía uma espada perigosa presa as costa, -Já gostei desse bar-a elfa fala olhando para o grupo de três homens que saíram.


Entrando dentro do bar, mark percebe que não esta muito lotado, apenas com no máximo dez clientes sendo que nem um tinha uma aparência elfica, os homens olhar para a parceira de Mark com olhos de predadores, mas rapidamente voltam ao normal quando percebe a pouca idade que a elfa possui-Isso fede- fala em um volume de voz que só Mark ouviu, Mark também viu um barman levado copos de vidro, o que ele faria em seguida?



off:
só com isso de informação não vai ser fácil encontrar um elfo na cidade grande



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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 15/1/2015, 14:24

Combinei de ir nas tabernas com Jasmine, que por sinal finalmente demonstrou alguma felicidade com a ideia. Chegando la, antes de entrar, me esbarro com um homem claramente grande, de 2 metros de altura, cabelos brancos e musculoso, saquei na hora que não deixava arrumar confusão com eles, sem falar que estava acompanhado de outras 2 pessoas, não dei muita importância para as mesma, e já fui logo entrando. Já dentro, vejo que não haviam muitos clientes, no máximo 10 ao meu ver, e nenhum com aparência elfica, em seguida vejo o barman lavando alguns copos, pensei "Acho que não vou achar nada aqui..." iria me virar para Jasmine e diria:

- Acho que não acharemos nada aqui, vamos para outra taberna pode ser? - Se ela quisesse mesmo assim questionar o barman, iria seguir junto dela, para que nenhum otário desse em cima dela; se ela obtivesse alguma informação do alvo ou não, iriamos continuar a procurar em outras taberna, talvez algumas tabernas mais perto do centro, onde seria claro, uma região de comercio e muita grana fácil poderia ser conseguida. Se a gente chegar sem problemas no centro, iria procurar pelo elfo de cabelos escuros, claro, deve ter muita gente, mas 2 pares de olhos poderiam dar conta, se por 15 minutos não encontrasse, iria me dirigir a taberna mais próxima e procuraria o indivíduo lá também, assim que conseguisse achar um, olharia dos pés a cabeça, vendo se ele tinha cara de uma pessoa ruim, ou seguiria minha intenção mesmo

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 16/1/2015, 07:45

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Por nem um motivo aparente o jovem marco pensa "Acho que não vou achar nada aqui..." e se vira para Jasmine e fala- Acho que não acharemos nada aqui, vamos para outra taberna pode ser? -


Ela sem dar queixas o segue, e juntos andam por varias tavernas, algumas lotadas outras vazias, as vezes Jasmine tentava seduzir algum balconista, mas a pouca idade dela impedia de conseguir qualquer detalhe, outras vezes tentava dialogar, mas os barman não dava qualquer informação de graça, no fim eles foram para todos os bares da cidade e não encontraram nem uma informação, eles estavam exaustos e já se passava da meia noite.

off: pó mano só por que te elogiei ????? tu acha mesmo que uma mina que aparenta ter 14 anos vai conseguir alguma informação seduzindo um barman?

como eu disse voce posta bem, o problema é que tu é burro

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 16/1/2015, 11:33

Depois de tanto procurar mesmo assim não conseguimos sucesso em nossa busca, já se passava de meia-noite, e estávamos exaustos, precisávamos de um lugar para dormir, mas com 500 moedas eu acharia meio difícil de achar um. Assim teríamos que dormir na rua mesmo, era bem perigoso, poderíamos ser facilmente atacados no estado em que nos encontrávamos - Vamos dormir na casa dos seus pais? Não vamos encontra nenhum lugar barato para passar a noite - Diria para Jasmine, esperando que ela aceitasse a ideia. Se ela aceitasse iriamos direto para a casa de seus pais, se ela recusasse lhe perguntaria - Por que? - a fim de saber o motivo para tamanha teimosia. Se conseguirmos chegar na casa dos meus sogros, iria pedir para dormir la apenas aquela noite, pois não teria como achar um lugar barato por 500 moedas.

Se passado a noite, dormindo na rua ou na casa dos sogros, iriamos voltar a procura do elfo de cabelos negros pelas ruas movimentadas, o centro, pressentiria que ele poderia estar lá, assim iriamos ficar um quanto por 1 hora olhando as pessoas passarem procurando o elfo, se mesmo assim não resultasse em nada, iriamos para a taberna mais cara que poderia ter na cidade, dessa vez, eu iria mandar um papo com o barman.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 16/1/2015, 13:12

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Apos varias horas de procura cansativa sem nem um resultado Mark decide voltar para a casa da sogra Vamos dormir na casa dos seus pais? Não vamos encontra nenhum lugar barato para passar a noite -mark fala, a elfa instantaneamente fica vermelha e fala -Não, vamos dormir na rua, é seguro tem vários guardas- ela estava totalmente desesperada e ficou ainda mais quando Mark falou- Por que? - , ela demorou para responder, quando Mark pensou que ela não iria responder mais, ela fala-O que aconteceu comigo lá na loja, foi culpa do meu irmão, ele tem o poder de entrar na mente das pessoas e fazer o que quiser lá dentro, ele ama me atormentar, não quero que ele faça o que fez comigo de novo- os olhos dela estavam lacrimejando,Mark sentiu uma vontade enorme de abraçá-la e confortá-la, mas não fez.

Com isso os dois foram dormir em um beco um pouco mais afastado da rua central, sobre a regra de não tocar mais na elfa, parece que se foi já que ela dormiu abraçadinha com Mark, umas das melhores lembranças que Mark já teve.

Mark teve uma noite tranqüila noite de sono e acordou por volta das nove horas, ao acordar percebeu que sua noiva já havia acordado antes dele e dado um jeito no cabelo, seu vestido continuava impecável,diferente das costa de Mark que estava um pouco dolorida.

A ideia de Mark de procurar o elfo em uma rua movimenta foi pouco frutífera, já que passavam milhares de elfos de cabelos pretos, com isso ele resolve ir para a taberna mais cara da cidade, novamente a elfa o guiou, eles voltaram para a taberna que encontraram o homem de dois metros no outro, mas agora o bar estava mais cheio, um total de 90 pessoas, entre eles vários guardas também estavam ali, o balconista estava bem ocupado servindo vários copos de cerveja para os clientes

off:
cara capricha mais no post,detalhe mais as coisas, senão farei voce andar em circulos a aventura toda

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 16/1/2015, 17:04

Vendo que não conseguimos encontrar o elfo, decidi ir para a taberna mais cara da cidade, que por coincidência, era a mesmo que encontrei aquele homem de dois metros de altura, por fim fomos até ela e entramos; O lugar estava mais cheio, bem mais, num total de 90 pessoas era de se esperar muito movimento por parte dos funcionários; Avistaria assim o balconista, ele, que é a pessoa que mais vê pessoas diferentes por ali, já que ele é quem serve as bebidas, olhando para ele, via que estava bastante ocupado, e que não iria atender-me com exclusividade, iria então junto de Jasmine, nos sentar perto do balcão, para assim pedirmos alguma bebida, para atrair o balconista para perto, tendo então já um pequeno esquema para chamar a atenção dele, perguntaria para jasmine - Você quer alguma bebida? - vendo se ela queria algo para tomar; Assim que o balconista se aproximasse para pegar os pedidos, iria pedir as bebidas, minha e da Jasmine, mas antes que este fosse pega-las, iria segurar seu braço para perguntar algo mais, iria me aproximar de seu ouvido e sussurrar bem baixo - Eu estou procurando um elfo de cabelos pretos que esta com alguns problemas com um amigo fazendeiro meu, você poderia me passar tal informação ??? - Se o balconista não quisesse compartilhar a informação comigo, iria lhe oferecer uma pequena quantia em dinheiro para que o mesmo falasse, se mesmo assim ele não tivesse a informação que eu queria, iria simplesmente aproveitar o momento para tomar algo com Jasmine, deixando o balconista voltar para o seu trabalho; aproveitando que estávamos um pouco "livres" para dar uma pausa na procura, iria perguntar para Jasmine - Agora me responda... por que seu irmão iria fazer você se casar comigo? O que você fez para que ele não gostar de você? - Se ela não quisesse responder deixaria ela quieta na dela, e iriamos tomar nossas bebidas.

Depois de tomada a bebida, com a informação ou não, iriamos novamente procurar o elfo; Se objetive-se a informação do balconista, iria segui-la, podem ser a localização do elfo ou algo em sua aparência física que pudesse ser notado; Caso não tivesse nenhuma informação, iriamos ter que ir em outras tabernas, dessa vez, seria uma taberna que fosse a que os bandidos fugitivos mais frequentassem.

off:
Melhorou? qualquer coisa só falar que eu vejo tuto.... TUTO!!!

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 17/1/2015, 20:19

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Mark decide chamar a atenção do balconista, pedindo uma bebida, mas antes pergunta para elfa- Você quer alguma bebida? - , ela responde com um sorriso no rosto -Um copo de água, por favor-a elfa estava tratando Mark diferente, mais amigável, sorrindo mais, como se tivesse tirado um peso da consciência.

Assim que o balconista se aproximou, o jovem aventureiro pediu dois copos de agua, se não fossem duas crianças o balconista iria tirar sarro, mas como eram apenas serviu silenciosamente e quando ia se retirar foi segurado pelo Mark pelo braço, isso realmente assustou o garçom, ele não estava acostumado com esse tipo de situação, ficou mais assustado ainda quando Mark se aproximou do ouvido dele e falou - Eu estou procurando um elfo de cabelos pretos que esta com alguns problemas com um amigo fazendeiro meu, você poderia me passar tal informação ??? - .

Apos ouvir o que o garoto disse, ele teve um ataque de riso, em poucos tempos a maioria do bar estava rindo até mesmo a jasmine estava rindo-Seu bobo, não se segura ou fala no ouvido de um barman- [/size com isso Mark ficaria vermelho de vergonha, apos alguns minutos o barman pararia de dar risada e falaria-Jovem você é hilário,eu não conheço muito de elfos, mas conheço alguém que conhece, é um guarda de dois metros que fica de vigia no portão sul, dizem que ele conhece todo mundo nessa cidade-.

Mesmo apos a informação o jovem Mark ficaria no bar aproveitando para curtir o momento com a  jasmine, bebendo um delicioso copo de água, de uma hora para outra Makr fala para  jasmine,- Agora me responda... por que seu irmão iria fazer você se casar comigo? O que você fez para que ele não gostar de você? -, jasmine fica um pouco vermelha, mas não demora muito para responder, sua voz estava triste,-Para poder me humilhar, no começo era apenas brincadeiras inocentes, divertidas, mas de um tempo para cá elas ficaram mais pesadas,o que antes era fazer esquecer qual é meu nome só por alguns segundos se passou para me forçar a casar com alguém que eu nem conheço- ela não estava olhando para Mark, ela estava olhando para o chão, com seus cabelos escondendo o rosto, mas Mark poderia jurar que ela estava chorando.

Apos beber o copo de água os dois foram até o portam sul, novamente guiado por Jasmine, chegando lá não demorou muito para encontrar um guarda de dois metros segurando uma enorme espada fazendo vigia no portão, e agora o que Mark faria?

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 18/1/2015, 15:22

Já no bar junto a Jasmine chamamos o balconista para pedir nossas bebidas, claro que eram apenas água pois eu ainda era menor de idade, quando o balconista pega nossos pedidos antes que se mandasse seguro no seu braço, ele pareceu assustado com aquilo, logo em cima me aproximo de seu ouvido e sussurro para ele - Eu estou procurando um elfo de cabelos pretos que esta com alguns problemas com um amigo fazendeiro meu, você poderia me passar tal informação ??? - por alguma razão, ele começou a rir de mim, logo os clientes também, a para piorar a situação, até minha própria noiva Jasmine riu de mim, achei aquilo constrangedor e fiquei um pouco avermelhado, até que Jasmine me disse -Seu bobo, não se segura ou fala no ouvido de um barma- em seguida o barman justifica o motivo de tanta risada - Jovem você é hilário,eu não conheço muito de elfos, mas conheço alguém que conhece, é um guarda de dois metros que fica de vigia no portão sul, dizem que ele conhece todo mundo nessa cidade-  larguei então o braço do barman e o deixei ir pegar nossas água; quando a bebida chegou, perguntei para Jasmine - Agora me responda... por que seu irmão iria fazer você se casar comigo? O que você fez para que ele não gostar de você? - senti que não devia ter perguntado isso para ela, mas a duvida estava me corroendo de dentro para fora, foi quando recebi a resposta dela -Para poder me humilhar, no começo era apenas brincadeiras inocentes, divertidas, mas de um tempo para cá elas ficaram mais pesadas, o que antes era fazer esquecer qual é meu nome só por alguns segundos se passou para me forçar a casar com alguém que eu nem conheço- ela não olhava para mim, apenas para baixo, e percebi que ela estava chorando, senti a tristeza dela dentro de mim, pensei "ela devia ter uma vida mais feliz " isso me motivou a completar minha caçada para dar uma vida melhor para ela. Rapidamente tomamos nossas águas para poder recuperar nossas força para a procura, fomos então para o portão sul, onde o barman havia me falado do guarda, chegamos a sem problemas, e lá já encontramos o tal guarda, me parecia ser um cara forte, então tentaria não arranjar problemas com ele, mas eu precisava da informação, então iria me aproximar dele sem muita pressa, iria chamar a atenção dele dando um toque no ombro dele, assim que ele me notasse, iria fazer-lhe a pergunta - Vim de muito longe a procura de um fugitivo, ele fez coisas horríveis a uma pobre pessoa, ouvi dizer que ele veio se refugiar nessa cidade, ele é um elfo com cabelos negros, suponho que como ele deve ter se metido em uma batalha, ele possa ter algum ferimento, você viu algum assim? - falaria para o guarda calmamente para que ele pudesse entender minha pergunta, esperaria uma resposta de onde ele está, se ainda está na cidade, ou algo do tipo, assim que conseguisse alguma informação útil do guarda, iria agradece-lo - Obrigado senhor -  agradeceria ele mesmo se não tivesse me passado a informação, mas pela atenção mesmo, mas não iria embora tão facilmente, iria pedir mais alguma caso ele não tivesse a informação - Você pode me dar mais alguma pista sobre o fugitivo? o nome de alguém que o conheça ou algo do tipo? - esse seria meu ultimo pedido para o guarda, depois de perguntar, iria ir embora devagar pra voltar a procura do elfo usando as informações que eu consegui ou não.

off:
nada ra falar em off :p só coloquei pra zuar mesmo

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 19/1/2015, 13:50

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Assim que viu o guarda, Mark se aproximou dele sem pressa  e quis tocar o ombro dele para chamar sua atenção, mas antes que pudesse fazer isso o guarda fala com uma voz nervosa-O que você quer pirralho?-
sem demora Mark responde - Vim de muito longe a procura de um fugitivo, ele fez coisas horríveis a uma pobre pessoa, ouvi dizer que ele veio se refugiar nessa cidade, ele é um elfo com cabelos negros, suponho que como ele deve ter se metido em uma batalha, ele possa ter algum ferimento, você viu algum assim? - .

Talvez o guarda acreditasse nele se ele fosse um pouco mais velho, mas como era muito novo, o guarda pensou que era um trote e com uma cara furiosa responde em um tom de voz igualmente furioso -Pirralho maldito saia daqui, se não quiser ser presso-.

Com isso Mark se afastou do guarda e foi para um beco, junto com a Jasmine, no beco Jasmine se aproxima de Mark e fala, com o rosto vermelho-Mark vamos para minha casa, sua procura não vai dar em nada e acho que não vai ser tão ruim assim me casar com você. e agora o que Mark faria?

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 20/1/2015, 10:54

Finalmente havíamos encontrado o guarda, chamei sua atenção, mas ele não havia acreditado na minha história sobre o elfo que eu estava procurando, fiquei muito bravo, nos afastamos dele pois ele ordenou, parecia realmente bravo, acho que ele pensou que era um trote, de qualquer forma, fiquei mais furioso quando ouço de Jasmine -Mark vamos para minha casa, sua procura não vai dar em nada e acho que não vai ser tão ruim assim me casar com você- fiquei até feliz por ela achar que eu não era uma pessoa ruim para se casar, mas eu fiquei desaminado, ela achava que eu não poderia concluir meu trabalho, mas eu não podia demonstrar tristeza para ela, então disfarcei com um sorriso concordando com a ideia sugerida - Pode ser, só espero que eles nos recebam sem problemas - diria para Jasmine enquanto seguraria sua mão, mas antes de partimos havia me lembrado de seu irmão, ele tinha aquele poder de entrar na mente das pessoas, tinha que tomar muito cuidado com ele, teria de achar alguma forma de evitar isso, mas não conseguia imaginar um ponto fraco, por isso perguntaria para Jasmine sobre esse poder - Jasmine fiquei curioso, o poder do seu irmão, não tem algum ponto fraco, nenhuma forma de evita-lo? - tentaria não fazer contato visual para que ela não percebe o medo que havia dentro de mim, assim esperava algo para usar contra aquele rapaz, mas também tinha a chance dele usar Jasmine contra mim, estava me metendo em confusão, tinha que me livrar dele, apesar de ser meu cunhado se tentasse algo do tipo comigo ou Jasmine seria um alvo marcado para mim, não iria pensar muito naquilo quando estivesse se aproximando da casa de Jasmine, nem tentar pensar no poder do irmão dela, ia seguir como se não soubesse de nada; se chegássemos na casa dela sem problemas, iriamos chamar os pais dela e explicar nossa situação atual, no caso, sem grana, e iriamos pedir para passar a noite lá se não fosse incômodo, imaginaria que não, já que são meu sogros e não iriam negar um pedido da filha recém casada.
Possivelmente dentro da casa de Jasmine, tentaria não conversar muito, responderia as perguntar de forma rápida, com "sim" ou "não" e tentaria ir direto para o quarto que eu iria dormir, de preferencia junto de Jasmine, não sentira que aquela noite poderia ser tranquila, então queria dormir junto a ela para protege-la, e quem sabe não rola-se outra coisa interessante entre nós.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 21/1/2015, 09:05

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Apesar de triste pela idéia de ter que abandonar sua missão Mark aceita o conselho de Jasmine e fala- Pode ser, só espero que eles nos recebam sem problemas -,Apos falar isso segura a mão da Jasmine que não oferece agora qualquer resistência, mas antes de ir, Mark se lembra do irmão da Jasmine e fala com uma certa preocupação na voz - Jasmine fiquei curioso, o poder do seu irmão, não tem algum ponto fraco, nenhuma forma de evita-lo? -, Jasmine dá um sorriso forçado e fala levantando o queixo de Mark que estava olhando para baixo, na tentativa de não fazer contato visual, se aproxima lentamente dos lábios dele e da um beijo de língua, um beijo apaixonado que durou aproximadamente 2 minutos.

Depois disso ela se afasta ambos estão sem fôlego ela fala ainda tentando recuperar o ar -Infelizmente eu não sei,de nada que indique uma fraqueza de meu irmão, mas enquanto estiver com você não me importo mais com nada. - novamente ela o beijou, mas dessa vez só fui um selinho.

Ambos estavam vermelho, enquanto caminhavam para a casa da Jasmine, chegando lá tiveram uma surpresa, não havia ninguém na loja e nem em casa, também não havia nem um sinal de luta, Jasmine entrou em desespero e foi procurar no andar de baixo enquanto isso Mark foi procurar no andar de cima, Mark não encontrou nada no andar superior então voltou para o primeiro andar, lá encontrou a Jasmine sentada em uma cadeira na cozinha chorando com um bilhete na mão.

Jasmine entregou o bilhete na mão de Mark, que leu rapidamente, percebeu varias gotas de lagrimas no bilhete, provavelmente pertencentes a Jasmine, e agora o que Mark iria fazer?

Queria irma resolvi dar um passeio na floresta que sempre brincávamos quando éramos crianças e também trouxe nossa família, que tal lembrarmos nossas brincadeiras de antigamente? Se quiser pode até mesmo trazer seu noivo, sempre é bom ter mais amigos para brincar, não?, Bom isso se você ainda não o matou

De seu querido irmão Stoo

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por Mark Stomper em 21/1/2015, 19:25

Estávamos indo para a casa de Jasmine para dormir lá quando lembrei do poder de seu irmão, um poder realmente perigoso em mão erradas, foi ai que perguntei para Jasmine sobre esse tal poder se ele tinha algum ponto fraco, tentei não fazer contato visual para não mostrar o medo que eu tinha só de pensar naquele poder, mas fui surpreendido por um beijo roubado dela que realmente durou um bom tempo, ficamos até sem fôlego e quase não conseguíamos falar, mas ainda sim ela respondeu minha pergunta, ela não tinha ideia do que podia conter aquele poder ou nada do tipo, pensei então que aquele beijo foi um pedido de desculpas por não ter a resposta, para mim já estava muito bem, era um passo a frente que dava no nosso relacionamento.

Chegamos assim na casa de minha amada, ou no caso, dos sogros, por algum motivo estranho não tinha ninguém na casa e muito menos na loja, ficamos preocupados e fomos procurar pela casa, olhei no andar de cima e nada encontrei, mas Jasmine que procurava no andar de baixo encontrou uma carta, ela estava na cozinha e já havia lido a carta, era bem visível que algo de ruim havia acontecido, pois Jasmine estava chorando, ela logo me entregou a carta, li assim que pude e me surpreendi com o que tinha acabado de ler, o irmão de Jasmine, Stoo haviam levados os meus sogros para uma floresta, desta que Jasmine provavelmente não teria boas lembranças, e me parecia que ele estava tramando algo, pois haviam me mencionado de um jeito que eu não gostei, vendo que havia lagrimas na carta lembrei que Jasmine estava chorando, iria fazer de tudo para conforta-la, faria qualquer coisa para que ela tirasse aquela tristeza que estava nela, assim que ela voltasse ao normal, iria pedir para ela - Jasmine... você pode me levar a essa floresta onde está Stoo? - iria pedir, e não mandar, sempre pensando se ela queria ou não fazer algo, se pudesse iriamos para a floresta o mais rapido possível, se ela não conseguisse me levar até la, iria pedir outra coisa a ela - Então você pode me contar onde essa floresta fica? eu posso chegar la sozinho se você não quer ir....- iria perguntar para ela a localização dessa tal floresta, assim que obtivesse a informação iria para ela rapidamente, deixando Jasmine em casa onde eu acho que é seguro.

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Re: O dinheiro manda

Mensagem por GM.Dragon em 23/1/2015, 08:03

NARRAÇÃO



Mark tentou dar um beijo em Jasmine para tentar consolar a mesma, mas ela rapidamente rejeitou o beijo e se afastou de Mark, ela talvez se sentiu ofendida com aquela tentativa, demorou um pouco para que ela voltasse ao controle e parasse de chorar.

- Jasmine... você pode me levar a essa floresta onde está Stoo? - perguntou Mark assim que Jasmine parou de chorar, com sua mão esquerda limpou o resto das lagrimas que estavam em seu rosto e disse com uma voz seria uma única palavra-Sim-, o tom de voz dela mostrou claramente que ela estava determinada.

Eles passaram pelo portão sul da cidade, onde tiveram que passar por uma breve revista, um guarda pareceu demorar mais do que o necessário na revista de jasmine, apos sair da cidade andaram aproximadamente por 10 quilômetros pela estrada e entraram pela esquerda na floresta onde andaram por mais três quilômetros, Isso até Jasmine perceber algo de errado e disparar na frente de Mark em uma velocidade que Mark não conseguiu acompanhar.

Mark seguiu por linha retas por mais um quilometro e só então viu a Jasmine ajoelhada no chão chorando, apos isso olhou em volta e finalmente percebeu o que Jasmine tinha sentido para fazer ela disparar para frente, ela sentiu cheiro de sangue, em sua frente havia a sena mais sinistra que ele já havia visto.


Eles estavam em uma clareira no meio da floresta e praticamente tudo estava coberto de sangue, a mãe de Jasmine estava sem os quatros membros morta, e um dos irmãos estava empalhado por uma por um lança pela barriga, ainda estava vivo quando Mark o viu,mas por pouco tempo, pois o próprio pai degolou a cabeça do filho.

O olhos dos pai estava vazio e havia lagrimas escorrendo nos cantos dos olhos, Era claro que ele foi usado para matar a própria família, o sogro de Mark falou com uma voz vazia-É uma pena Irma você demorou e eu decidi começar a brincadeira sem você, vejo que trouxe seu noivinho, ótimo quanto mais gente melhor-, com a ultima frase o sogro deu um sorriso, mas não pareceu verdadeiro com as lagrimas saindo dos olhos, Mark olha aterrorizado quando vê o próprio sogro levantar a mão que segura a espada e cortar o próprio pescoço, a face do sogro estava feliz quando fez isso, era como se ele não quisesse mais viver.

Ao ver isso Jasmine soluça e chora mais alto, ela tinha perdido qualquer vontade de lutar, nesse momento Mark percebeu um elfo saindo da floresta, um elfo de cabelos negros, seus olhos também pareciam vazios, por extinto Mark se coloca na frente da elfa e ergue a espada.

O elfo de cabelos negros da um sorriso e avança com uma enorme velocidade na direção de Mark, Mark mau vê ele se aproximar, mas sente o impacto da espada do elfo se chocar contra a dele e o lançar 4 metros para trás passando por de cima da elfa, talvez o elfo pudesse ter matado ele no primeiro ataque, mas parecia que o irmão da Jasmine estava querendo brincar antes de mais tudo.

Nesse momento Jasmine se levanta, mostrando uma face furiosa e grita o mais alto que pode para ter certeza que seu irmão a escutaria-Irmão não deixarei você ferir meu noivo, não deixarei você ferir ninguém nunca mais-,Dito isso a elfa entra em uma batalha mortal contra o elfo de cabelos negros, Mark ainda estava deitado na grama, o que ele faria agora? a única coisa que Mark conseguia perceber é que a elfa estava perdendo a luta.


Off: há essa altura do campeonato tu faz isso?
Mark escreveu:iria fazer de tudo para conforta-la, faria qualquer coisa para que ela tirasse aquela tristeza que estava nela, assim que ela voltasse ao normal, iria pedir para ela

cara não faz isso mano é pedir para se lascar, bom resolvi colocar um pouco de movimento em sua aventura, se fode ai

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