Contos Inacabados - Anões

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Contos Inacabados - Anões

Mensagem por Sphynx em 12/1/2015, 14:58

Salve Povo!!!

Bom, tomei a liberdade de expor aqui um pouco da minha "experiencia" velhice, a alguns anos atras fiz parte de um forum e criei essa historia para os anões... espero que gostem!

Aberto a sugestões de melhoria ou reclamações!



P.S: Criei essa historia já faz alguns anos, está "crua"... rsrsrs

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Re: Contos Inacabados - Anões

Mensagem por Sphynx em 12/1/2015, 15:00

A Decisão




Um velho anão de cabelos e barba brancas caminhava lentamente pelo casarão, em uma mão segurava seu martelo de guerra prateado, diferente de qualquer outra arma já vista, em sua lateral estava cravado um símbolo, um escudo com um martelo de guerra e um machado cruzados, parou de frente para uma porta onde o som de conversa era nítido, a porta se abriu sem que ele a tocasse e como se aquilo fosse normal adentrou a sala, três anões estavam dentro da sala sentados em grandes cadeiras que aparentavam tronos, o velho curvou sua cabeça em respeito e os outros três retribuíram.

- É uma honra tê-lo em nosso conselho Ancião! – Dizia o anão sentado ao centro, acima de seu trono avia um símbolo de um escudo com uma estrela ao centro, seus olhos eram azuis e a barba era trançada e a menor dentre os outros membros do conselho, sua voz grave impunha respeito e sabedoria.

- Prezumia-mos que talvez não pudesse vir em nosso auxilio! – O anão a direita tinha uma barba longa, sem tranças e era careca, sua cabeça era levemente afundada, como se tivessem dado uma martelada em seu crânio; acima de seu trono o símbolo era de um martelo de guerra com uma estrela em sua cabeça.

- Não tomemos o tempo precioso do Ancião, e vamos direto ao ponto! – O terceiro anão que estava à esquerda tinha a barba e cabelos loiros, sua cara era fechada e marcada por diversas cicatrizes; acima de seu trono havia um machado com uma estrela no cabo.

O Ancião permaneceu em silencio enquanto os três lhe falavam, e esse simples fato demonstrava que ele sabia mais do que aparentava como sempre acontecia, o conselho se entreolhou rapidamente e o anão ao centro foi quem quebrou o silencio.

- Imaginamos que sabe o porquê de termos lhe chamado poderoso Ancião... Portanto não há motivos para cerimônias... Qual de nós deveria liderar nossa raça? E porque você recusou esse nosso convite?

Um a um o Ancião fitou as expressões dos lideres dos clãs, por alguns instantes permaneceu em silêncio como se analisasse cada um friamente, enquanto o velho olhava para eles era como se algo invadisse suas mentes e vasculhassem tudo o que havia nelas, o brilho estranho que surgia no rosto do Ancião deixava os lideres apreensivos, percebendo isso ele começou a relatar suas ideias.

- Vocês são lideres natos, e embora cada um possua uma qualidade distinta, nenhum possui a capacidade para liderar todos os clãs! – Olhou então para o anão da esquerda. - Você Herack, líder do clã Hardaroth, possui uma força extrema e capacidade de raciocínio elevada quando se trata de assuntos militares, como um líder de um clã capacitado nas artes da guerra você é sem duvidas o melhor, entretanto ao juntar com seus irmãos de outros clãs poderia leva-los a ruína, pois nem todos possuem a força e resistência do seu clã. Se todos os anões fossem como os do seu clã, habilitados para a arte da guerra, você sem duvidas seria o melhor líder.

Herack permaneceu em silencio com sua expressão seria no rosto, enquanto o Ancião continuava, e dessa vez olhando para o anão ao centro.

- Dethoryän, líder do clã Shildän, confesso que você seria minha escolha se eu não tivesse opção, entretanto sua inteligência e capacidades de construção e edificação não poderiam ser boas o suficiente para liderar os outros clãs, pois traria revolta e intriga entre os clãs. Você é um excelente líder para seu povo, e duvido que encontremos edificações e escavações melhores do que as construídas por vocês.

O anão permaneceu em silencio e apenas confirmou com a cabeça, enquanto o Ancião passava para o ultimo anão.

- Finalmente Hrath, líder do clã Färtgh, o mais habilidoso e perfeccionista dos anões, sua liderança traria uma prosperidade sem duvidas, porém aqueles que não possuem o mesmo caminho que o seu entrariam em conflito e assim causariam discórdia entre nosso povo, a sua paciência não seria bem vista pelos Hardaroth's e isso seria sua ruína.

Ao final dos comentários do Ancião, os três lideres permaneceram em silencio pois sabiam que ele ainda não terminara, durante o tempo que conhecem o Ancião e como seus próprios antepassados diziam, ele nunca deixa de responder uma questão quando esta disposto a ajudar, e ainda faltava uma pergunta a ser respondida.

- Quanto ao fato de eu lidera-los, isso não seria possível por alguns motivos, primeiro que esse não é o meu destino, pois acredito que a liderança não deveria ficar nas mãos de um rei por tanto tempo quanto eu teria para governar, sou muito mais velho do que vocês mas ainda tenho muito o que ver antes que eu possa finalmente descansar dessa vida; em segundo lugar, como vocês sabem eu não gosto de ficar exposto e isso seria algo inapropriado para um rei e como ultimo motivo que eu lhes darei, eu tenho minhas próprias habilidades e sou muito bom nelas, se me permitem dizer, mas não me comparo a vocês em suas especialidades e é isso que eu espero que nosso líder seja.

- E quem é esse anão dentre nosso povo que possui tais habilidades? – Indagou rapidamente Herack.

- Hoje não existe alguém preparado, mas existe a possibilidade de criarmos um líder, é claro se todos estiverem dispostos a compartilhar de seus conhecimentos para treinar nosso futuro Rei.

Todos ficaram pensando durante alguns minutos, mas aceitaram a proposta do Ancião, que em seguida explicou que eles iriam pegar duas crianças sem laços de clãs (ainda muito pequenas) e essas crianças seriam treinadas pelos próprios lideres em suas especialidades, ficariam 3 anos com cada um dos lideres e depois concluiriam seu treinamento com o próprio Ancião, que lhes instruiria a como governar com sabedoria e discernimento. A aceitação foi completa quando se deram conta de que não sabiam quem seria o escolhido.

- Nos diga apenas mais uma coisa Ancião, quando selecionaremos os pequenos? – Questionou novamente Herack.

- Eu já encontrei dois jovens que se encaixam perfeitamente no perfil, seus nomes são, Mahnörk e Hadjörth.


Última edição por Sphynx em 12/1/2015, 15:07, editado 1 vez(es)

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Re: Contos Inacabados - Anões

Mensagem por Sphynx em 12/1/2015, 15:04

O Treinamento


Quando o Ancião saiu da sala de conferencia entre o conselho de lideres, havia deixado as instruções para que eles encontrassem os dois escolhidos para serem agraciados com o treinamento pessoal com eles e no fim da jornada um deles se tornaria o primeiro Rei dos Anões. Seguiram viagem durante alguns dias por um caminho tranquilo, adentraram a floresta sem problemas e chegaram a cabana indicada onde residia um velho Anão e os dois pequeninos, ao questionarem sobre a origem dos meninos o Anão apenas disse que encontrou Hadjörth, o mais velho, primeiro nas margens de um lago no meio da floresta, já Mahnörk foi encontrado preso em um saco amarrado a uma arvore, o velho anão disse que amava demais os pequenos mas não tinha condições de continuar criando eles em meio a perigosa floresta e que o fato de os "irmãos" cuidarem dos meninos era resposta dos Deuses, "se bem que aquele velho estranho poderia estar metido nisso", comentou rapidamente o velho logo após se esquecendo do comentário. Então como haviam acordado, os meninos foram levados ao treinamento, passaram 3 anos com cada um dos lideres e com seus respectivos clãs ganhando assim a simpatia e afeto de muitos dos anões, embora ninguém soubesse o porquê de ficarem apenas os 3 anos com cada líder isso não foi um motivo forte o suficiente para levantar qualquer suspeita do povo dos anões.
Os anos seguintes se passaram rapidamente, a barba dos meninos já estava crescendo em seus rostos quando o Ancião surgiu para leva-los, e assim seguiram durante uma longa caminhada até as montanhas Njord, onde ficava o local de descanso do Ancião, uma caverna de cristal, os pequenos se maravilharam com a visão da caverna e não conseguiram dormir devido a euforia causada pelo lugar. O Ancião se levantou calmamente no outro dia.

- Bom Dia meus jovens... Vejo que ainda não se acostumaram com minha morada! – O Ancião sorria, diferente da maioria dos anões que os pequenos haviam conhecido.

- Realmente meu senhor... Sua morada é fantástica, mas gostaríamos de saber o que iremos aprender com o senhor? – Questionou Hadjörth.

- O que irei lhes ensinar é algo extremamente precioso e de propriedade de poucos, a sabedoria para se governar, e embora eu certamente não consiga lhes passar tudo que aprendi nessa minha longa vida, espero que vocês aprendam ao maximo pois esse pouco será equivalente ao conhecimento de uma vida!

- Hum, e quando começaremos? – Dessa vez foi Mahnörk quem questionou, e antes de responder o Ancião caminhou calmamente até um canto e pegou seu martelo prateado que começou a emitir um brilho intenso.

- Agora!

A luz cegou os meninos momentaneamente e ambos começaram a ver flashs passando por suas mentes, coisas que eles tinham passado e coisas que eles viam acontecer, as palavras do Ancião eram a todo momento ouvidas como se estivessem sendo cravadas em seus próprios cérebros, e assim se passaram dias, meses e anos. Quando o brilho apagou ambos olharam um para o outro e viram não aqueles jovens anões que estavam acostumados a ver, mas havia perante eles dois anões adultos com a aparência madura e mais forte do que os jovens, ao virarem-se para o Ancião ele permanecia o mesmo e com aquele sorriso de contemplação em sua face.

- O que aconteceu conosco meu senhor? – A voz de Hadjörth havia mudado, se tornado mais grossa e imponente, mas de alguma maneira ele reconheceu a própria voz.

- Vocês concluíram o treinamento comigo, e embora tenha se passado alguns anos a mais do que pensei vocês se saíram extremamente bem!

- E o que acontecerá conosco agora?

- Bem, agora vocês cumprirão com seus destinos, sabem o que devem fazer?

- Eu estarei presente e aconselharei Hadjörth enquanto estiver ar em meus pulmões e lutarei por ele enquanto houver força em meus braços para utilizar o meu machado. – Disse em alto e bom tom Mahnörk com felicidade estampada em sua face, ajoelhando-se perante seu rei e amigo.

- E eu cuidarei de nosso povo, com a ajuda daqueles em quem confio. Prometo fazer o que for preciso para manter nosso povo unido e próspero. – Respondeu um Hadjörth confiante em suas palavras.

- Pois bem, creio que esse é o momento de voltarem para seu povo Majestade! – o Ancião assim como Mahnörk se ajoelhou perante o Rei antes de partir.

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Re: Contos Inacabados - Anões

Mensagem por Sphynx em 12/1/2015, 15:06

A Proclamação


Os anos começaram a passar muito rapidamente para os lideres dos anões após a partida do Ancião com seu futuro rei, porém após o sexagésimo ano eles começaram a desconfiar do misterioso Ancião, realmente queria ele criar um líder para seu povo, ou ele havia usado os pequenos para adquirir o conhecimento dos clãs e passar para ele para que assim pudesse ser mais poderoso do que qualquer um em qualquer coisa. Noventa anos se passaram após o desaparecimento do Ancião, estava para completar cem anos e nenhuma noticia, e embora vários mensageiros foram enviados para procurar pelo sábio ninguém o localizou; a revolta e confusão começaram a fazer parte do cotidiano dos anões, haviam pequenas brigas em todos os lugares e a todo momento, não demoraria muito para que os anões começassem a se matar devido as intolerâncias e intrigas que eles mesmos haviam causado.
Certo dia, os dois anões retornaram de seu longo treinamento e ao passarem pela cidade perceberam a desordem e o caos que aquilo havia se tornado, ao caminharem em direção ao mercado foram parados por um anão mal encarado.

- Me digam, qual o clã de vocês? - Questionava o anão sem demonstrar respeito algum.

- E tem alguma diferença isso? – Respondeu Hadjörth respeitosamente.

- Esse mercado é pertencente aos Hardaroths e somente nosso clã pode comprar nossas comidas! E por essa insolência você deve ser um Shildän, sempre se achando os superiores. – O anão colocou a mão em seu machado.

- Para sua informação eu não sou um Shilän, nem um Hadjörth e tampouco um Färtgh. E ao mesmo tempo eu pertenço a todos os clãs mencionados. Agora faça algo de útil e me leve a seu líder, pois tenho pressa.

- Nunca ouvi tanta besteira! Vai pagar por isso com seu sangue!

O anão sacou seu machado extremamente rápido e disparou contra Hadjörth que ainda mais rápido desviou do golpe sem sequer pegar uma arma, o anão persistiu no ataque até que o rei lhe desferiu um soco no queixo o derrubando o anão que viu sua arma cair a alguns metros, ele olhou apavorado para o estranho que sorriu e lhe estendeu a mão.

- Não desejo causar mal a nenhum irmão Anão, mas se eu não fizesse isso você demoraria a se cansar e isso com certeza seria uma grande perda de tempo, e se eu deixasse meu amigo interferir você provavelmente sairia ferido! Agora por favor me leve a Herack.

A menção do nome do líder fez com que o anão aceitasse a mão do estranho e levanta-se.

- Você conhece Herack? Porque não havia dito antes? Venha, ele esta no centro do mercado, vi ele passar antes de vocês chegarem, venham!

Os três anões andaram pelo mercado por alguns minutos até que avistaram Herack, que se surpreendeu ao ver os dois anões tão diferentes, imediatamente chamou seus mensageiros e ordenou a reunião do conselho de lideres, e enquanto caminhavam Herack fazia diversas perguntas ao rei, mas esse se manteve cauteloso e respondeu apenas o necessário.
Não ficaram por muito tempo esperando pelos lideres quando os outros dois restantes entraram com Hrath comentando alto.

- Aposto que dessa vez morreu alguém Dethöryan, ou estou errado... – Nesse momento ele se virou e encarou os dois anões diferentes ao ambiente. - O que esta acontecendo aqui? Quem são esses Herack?

- Eu sou aquele que foi escolhido entre muitos para receber a dádiva do conhecimento de todos os povos de nossa raça, sou aquele que um dia os chamou de mestres e agora retornou para concluir com seus deveres.

Hadjörth nem esperou Herack responder para usar suas próprias palavras para descrevelo, e ao concluir Mahnörk se ajoelhara perante ele, os três reconhecendo quem era que lhes falava repetiram a atitude do companheiro do rei.

- Levantem-se e ao invés de ficarem parados aqui reúnam todos os povos rapidamente que preciso lhes falar, e creio que vocês gostariam de relembrar a eles quem somos não é?

Os lideres concordaram com a cabeça e assim começaram os preparativos para a coroação do Rei dos Anões.
Todos os anões estavam reunidos, os lideres anunciaram o retorno de Hadjörth e Mahnörk, e que o Ancião havia anunciado que o primeiro seria o Rei dos Anões e o segundo seu fiel conselheiro, os anões aplaudiram e gritaram por minutos até que o, agora proclamado, rei começou a discursar sobre como não haveria mais divisões dos clãs e que todos trabalhariam juntos a partir de agora e terminou seu discurso com um grande plano para o futuro.

-... e pode chegar um tempo em que nosso povo pode ser desafiado por outras raças, e por isso que eu decidi que devemos ter um refugio, certamente que nosso povo não é fraco e nem covarde, temos força e fibra, mas antes deixarmos uma terra já gasta do que derramar nosso sangue sem objetivo, e o que proponho é que criemos nossa nova morada e fortaleza em um lugar que apenas nossa raça possa chegar, um lugar onde poderemos viver tranquilamente, e esse lugar se chamará Dvergarfell.

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Re: Contos Inacabados - Anões

Mensagem por Glent em 12/1/2015, 15:09

Sugestão : Bote umas imagens descrevendo os anões e as bandeiras e símbolos dos clãs.

Glent

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Re: Contos Inacabados - Anões

Mensagem por ADM.Noskire em 14/1/2015, 13:48

Mal a demora para responder, tinha perdido esse tópico. .-.

E boa história.

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Re: Contos Inacabados - Anões

Mensagem por Sphynx em 14/1/2015, 15:27

Valeu!!

Glent: Gostei da sugestão... é que não manjo dos paranaue das artes então nunca pensei nessa ilustração. Mas é uma excelente dica!

Nosk: Sem erro brow!! Eu com 4 topicos em monitoramento ja to ficando maluco!! rsrsrs Valeu pelo elogio!

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