Fëlsy

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Fëlsy

Mensagem por ADM.Noskire em 16/1/2015, 00:08

— Pessoal —

   Nome: Fëlsy
   Idade: 15
   Altura: 1,65m
   Peso: 56 kg
   Mão predominante: Destro
   Sexo: Feminino
   Raça: Fada
   Classe: Guerreiro
   Localização: Teirm

   Level: 1
   Exp.: 000/100
   Moedas: 2500

— Atributos Primários —

   Constituição: 3 + 2 (classe) + 1 (racial)
   Força: 3 + 2 (classe) + 1 (racial)
   Destreza: 4
   Agilidade: 4
   Inteligência: 2
   Força de Vontade: 4
   Carisma: 3 + 2 (racial)
   Percepção: 2

— Atributos Secundários —

   HP: 80
   Energia: 90
   Dano: 8
   Acerto: 6
   Esquiva: 5
   Bloqueio: 5
   Persuasão: 6
   Auto-Controle: 4

— Perícias —

   Armas Brancas - Maças - 10 (Classe)
   Armas Brancas - Punhais 10
   Artes - Prestidigitação 10
   Ciências Proibidas ou Alternativas - Vampiros 10
   Esporte - Acrobacia 10
   Esporte - Briga de Rua 10
   Manipulação - Sedução 10
   Manipulação - Empatia 10
   Manipulação - Lábia 10
   Manipulação - Tortura 10
   Procura 10

— Aprimoramento —

Positivos:
Sorte Exagerada 3 pontos
Aparência Inofensiva 2 pontos

Negativos:
Curioso -1 ponto

— Equipamentos —

— Inventário —

— Técnicas —

— Extras —

   Renome: 0
   Alinhamento: 0
   Photoplayer:
Spoiler:


   Aparência:
A ilusão faz com que ela pareça uma jovem de cabelos longos ruivos, olhos azuis, com 1,65 de altura e 56 quilos, quase bem distribuídos, em especial em seus seios e sua bunda. Além disso, sempre se esconde embaixo de capas que não permitam que vejam que ela é uma fada. Ela costuma usar roupas negras ou marrons, e evita chamar atenção sobre si através das roupas mais largas, sempre tentando esconder seus dotes físicos.
   Personalidade:
Ela é fria, fechada e mantém muito do que pensa para si, não gosta que a toquem e por ter sofrido bastante, age com bastante desconfiança. Costuma não ter piedade em combate e se compraz do sofrimento dos outros, podendo até ser considera má. Costuma ser impulsiva e  acredita que o mundo lhe deve muito e que cabe a ela conquistar, ainda que pela força, tudo o que deseja. Ela é curiosa e isso volta e meia lhe leva a lugares e companhias desagradáveis, por outro lado é isso que a faz tentar continuar buscando novos horizontes.
Assim, ela busca manipular através da sedução, quando é possível para conquistar o que deseja e se pelo dialogo não for possível ela busca pela força física.
   História:
Quem eu sou? Sou uma fada... Não daquelas que vocês escutam dos contos e lendas, que são encantadores e charmosas, eu sou uma fada verdadeira, selvagem, feroz e má; Esqueça o que ouviu falar sobre a felicidade que se sente ao visualizar uma fada, acredite, se me ver pelo caminho é melhor que corra, em especial se for um humano ou um vampiro. Eu odeio humanos quase do mesmo tanto que odeio vampiros, ambos são tipos desprezíveis e merecem serem mortos, esmagados pela minha maça.

Não, meu ódio não é incutido das minhas veias, não é algo nascido por eu ser apenas uma fada, é um ódio nascido pelas experiências que tive, não por historias míticas sobre o que essas raças fizeram ao meu povo. MEU POVO??? Que piada! Não tenho povo e talvez fosse melhor eu iniciar contando o motivo de tudo.

Eu nasci e logo fui abandonada pela minha mãe em Dras-Leona, sim, ela me jogou na casa de um grupo "agradável" de humanos para não dizer o contrario. E durante minha infância o que me lembro foi ter sido transformada em escrava domestica, usava até coleira de metal com o belo nome de Fëlsy. É... esse é meu nome. E tudo bem, ser escrava domestica foi o período alto da minha infância, o problema é que fadas são símbolo de medo e espanto entre os humanos e imagine o que eles fariam pela chance de abusar sexualmente de uma delas??? Imaginou? Pois é...

E durante um tempo tudo o que pude fazer, foi ser fraca e abusada pelos piores tipos humanos, exceto em uma estranha noite. Foi quando tudo mudou, um humano, Elyeser, ofereceu-me uma saída, é irônico pensar que foi um humano que me deu a liberdade. Ele me ofereceu 2 coisas: treino com uma espada, mas não fui habilidosa com esse tipo de arma, então ele me ofereceu uma maça e aí vi que eu tinha realmente habilidade com esse tipo de arma.

A segunda coisa que ele me ofereceu foi como me defender lutando, foi algo complicado, apanhei durante tanto tempo que não consegui reagir, mas ele me ensinou isso, a reagir e a agredir. E durante 6 meses ele pagava pela minha companhia e durante esses meses fui treinada para matar e seduzir, não necessariamente nessa ordem.

Claro que em minha mente devia ter alguma motivação para aquela ajuda. Nada vem de graça... e eu estava certa... NADA VEM DE GRAÇA.

O bastardo queria em troca que eu matasse um nobre. E eu ainda tinha alguma fé, Elyeser foi o primeiro que não procurou abusar de mim e mais me ensinou como mexer numa arma e me defender de alguma forma, eu lhe devia aquilo. Só que o que o maldito não me contou é que o "nobre" era um bizarro vampiro... que realmente não me matou por sorte. Por pura sorte. E obviamente, o maldito gostou do meu sangue, ele costumava dizer que era doce e suave, como um vinho envelhecido devidamente. Então fui mantida por alguns dias como prisioneira de sangue, eu realmente só me ferrava, mas incrivelmente não morria. E mais uma vez o destino me ajudou, parece que não estava escrito nas minhas linhas do destino morrer por um vampiro naquele momento.

Elyeser tinha me usado de isca e no exato momento que o vampiro vinha se alimentar na terceira noite, eu estava fraca, e confesso quase agradeci por finalmente morrer, a minha vida até então tinha sido muito ferrada, morrer naquele momento me pareceu libertador.

Mas eu era uma maldita isca, e quando o vampiro se alimenta fica vulnerável e foi ai que Elyeser o matou. Eu devia agradecer a minha maldita sorte, Elyeser me libertou e disse que eu estava livre para seguir meu caminho que eu não era necessária mais. Típico de humanos, usam e jogam fora.

Então fiz aquilo que fazia de melhor, sobrevivi. E durante um tempo morei nas ruas, fui agredida e agredi, roubei e matei pra sobreviver e foi isso que fiz. Foi assim que fui ensinada o forte sobrevive o fraco perece. Aprendi o quanto ser fada podia me beneficiar em trabalhos porque eu trazia encanto, espanto e tinha uma aparente facilidade em seduzir. Seduzir e destruir, se tornou minha filosofia. E foi assim que me tornei o que sou. Um ano se passou, não aprimorei muito minhas habilidades, viajei junto com alguns mercadores anões para Teirm, era hora de conhecer o mundo e sair das profundezas que eu vivera a vida inteira.

E era uma cidade viva, interessante, mesmo com humanos, sim... eu os odeio. Mas fui treinada para suporta-los e desenvolvi bem esse lado. De certa forma, ali, apesar de me esconder sobre uma capa, fui curiosa em todas direções, descobrir tudo o que eu não tive acesso até então.

Certa noite em uma taverna, eu estava sentada bebericando um  cálice de um vinho barato, e um humano se aproximou,  para ser honesta acho que ele estava meio bêbado, não que me importasse, ele soltou algo do tipo "seu pai é um pirata?  Pq  você é um tesouro!!!" Sério, ele era um perfeito humano idiota, somente o olhei e soltei algo como tsc... Acho que o homem que estava ao meu lado, resolveu me defender, ridículo, como se eu precisasse ser defendida! Homens... e pior ainda humanos... são todos idiotas!

A discussão virou uma luta que acabou do lado de fora da taverna, saí observando o homem cantador lutando contra o homem defensor, e após alguns golpes, o cantador havia vencido e aquilo me levou um sorriso no rosto, e devo dizer um sorriso maldoso e cruel.

Ele me sorriu parecendo satisfeito, eu seria um excelente prêmio... tolo! Puxei a maça e a balancei por alguns segundos enquanto caminhava na direção dele, adoro quando eles notam que não sou tão inocente ou ingênua assim, é um momento mágico, é só ocorre em alguns segundos antes de eles morrerem. Ele sequer se moveu, apenas aceitava o golpe, quase como se aceitasse a morte que eu oferecia.

Ele puxou uma garrafa e senti o cheiro de rum subindo enquanto ele bebia, em meio a aceitação e as dores do embate anterior, ele morreria com aquilo, ele sabia e eu também. Mas ele não implorou... ou fugiu... aceitou que a vida é uma merda e que aquilo era o fim, sorri, aquele humano passara por muita porcaria na vida, não merecia morrer ali. Desci e toquei-lhe os lábios com os meus.

Diga boa noite.... foi o que eu disse e o acertei em seguida, o desmaiando. Era melhor que a morrer. Pelo menos era o que eu pensava, que ele no dia seguinte acordaria com uma terrível dor de cabeça e pensando que viveria mais um dia nessa porcaria de vida. Era melhor que morrer. Levei o rapaz para o lugar que dormia, era barato e cheio de pulgas, mas ao menos ele acordaria bem.

Não sei porque simpatizei com ele, algo em seu olhar, me lembrou eu mesma quando estive presa, como aceitara que a morte parecia ser a melhor opção. Talvez eu não estivesse sendo boa afinal, apenas estava querendo torturar um pouco mais o humano. Esperei que ele acordasse.

Bom dia sunshine!!! eu sorri ao dizer aquilo e  ele pareceu estar exaurido e dolorido, havia sido uma noite incomum e violenta pra ele. Começamos a conversar, e estranhamente, apesar de toda minha raiva pela raça que ele pertencia, tínhamos muito em comum, no fim talvez eu precisasse acreditar que havia algum humano melhor que os que eu havia conhecido, e aquele me parecia bom o suficiente. Eu podia estar enganada, mas aquele olhar, me falou muito e escolhi acreditar.

Assim, após o inicio conturbado, começamos a nos conhecer, ele me falou sobre a cidade, e eu falei sobre o meu motivo de vir a cidade, não entramos em nada muito profundo, talvez estivéssemos a procura da mesma coisa naquele momento, um pouco de companhia. E creio que também teve minha curiosidade sendo guiada até onde aquela estranha relação iria. O nome dele era Mclovin, Jack Mclovin.

E aquilo foi continuando por vários meses, eu o achava fraco e divertido, ele adorava se meter com o que não devia, alias com QUEM não devia. Ele era charmoso e sabia usar muito melhor que eu o charme para conquistar as pessoas, em especial, as mulheres. Eu aprendi a usar meu charme para conseguir o que eu queria e ele me deu várias dicas nesse sentido. Ele realmente sabia fazer aquilo, e eu gostei de aprender isso. Também era curioso notar-lhe os pequenos furtos ou tentativas e como isso o metia em algumas confusões.

Não falamos sobre tudo o que aconteceu antes, e nem sobre nossos passados completos, mas pequenas feridas foram expostas e mesmo com todos os motivos para não confiar num humano, lá estava eu confiando em outro humano. E esse humano como todos os outros também me decepcionou.

Eu não aprendi minha lição após ser usada como isca. E foi isso que Jack me ensinou. Ele estava todo empolgado com um barco que havia chegado, preferi ignora-lo, como sempre fazia, quando ele falava das relações dele, ou mesmo quando ele se empolgava com alguma coisa estúpida humana. Então ele se foi e quando voltou, ele havia mudado.

O encontrei na rua e levantei a mão o cumprimentando, e ele sorriu, igual quando queria cantar uma fêmea, achei estranho, me aproximei, e não estava mais lá, aquela tristeza, aquilo que eu achava similar a mim, aquilo que me fez continuar dia após dia ao lado dele, e o idiota pra piorar tudo me cantou... "É seu aniversario? Não... Porque você tá de parabéns!!!!"

Sério???? Mais uma cantada idiota, acho que foi a primeira vez que senti vontade de mata-lo, segunda, na verdade. Ele não me reconhecia, ele não lembrava de nada, só que algo tinha acontecido e ele não se lembrava. O maldito não se lembrava!!!!! E parecia mais tranquilo, ao menos durante os dias, pois durante a noite acordava aos gritos como antes, tinha pesadelos sobre seu passado.

Não digo que o perdoei, ou que aceitei essa mudança dele, estava decepcionada, não havia mais o que me unisse a ele, aquilo que tínhamos em comum se fora, talvez para sempre. Ele era um humano típico que queria ser feliz e ser um aventureiro, já havíamos falado sobre realizar alguma missão antes, então aceitei algo para iniciarmos, ele ainda era fraco, mas agora estava igual uma gazela feliz.

Eu imaginei que talvez durante a missão ele se lembrasse de mim. O chamei para ir na missão e ele aceitou, no fundo acho que aceitou somente porque imaginou que eu era uma das suas amantes. E agora não sei o que acontecerá daqui para frente.
Acho que estou fraca, ou me acostumei a ele, não sei ao certo, continuo odiando humanos, mas ainda busco no olhar dele aquilo que me fez ficar ao lado dele por tanto tempo. Talvez eu nunca aprenda e mereça realmente sofrer por minha tolice. Ou talvez, dessa vez, eu aceite que nenhum humano é confiável tal como os vampiros.

_________________
— Façam suas preces... malditos.
— Matarei cada um de vocês!


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